É ler para crer!

Posts marcados ‘evangelismo e missões’

Missões – A quem enviaremos?

O mundo chocado com a catástrofe no Haiti une-se para minimizar o sofrimento daquela nação. Situações de calamidades ocorrem por todo o planeta, inclusive no Brasil. Vemos ong’s e governos se mobilizando, e a Igreja, o que está fazendo?

Bons samaritanos. A Igreja é o povo de Jesus, mas quem está fazendo a vontade do Pai, nesse momento, são os bons samaritanos das organizações governamentais e não governamentais.

Nós podemos. “Não há igreja pequena que não possa fazer missões; há igrejas pequenas por não fazer missões”. Igrejas há, que justificam não ter recursos para enviar missionários ( não é o caso da CCB). Outras negligenciam a ordem de Jesus – “Ide por todo mundo” – se fazendo pequenas (é o caso da CCB).

Tamanho não é documento. O progresso da Igreja não se mede pelos números de templos e de fiéis ou a condição social destes, mas é avaliado pela dimensão da sua obra missionária. Missões incluem a pregação do evangelho e assistência humanitária. A CCB embora gigante em número sofre de nanismo na obra missionária.

No evangelismo você dá um pouco de Cristo às pessoas; na ação social você dá um pouco de Si às pessoas.

Ordem e progresso. Não que falte quem queira fazer missões, mas por que falta estrutura. Missões não se faz apenas com a cara e coragem; missões não se tratam de um ato solitário, mas solidário; missões incluem treinamento, estratégia, logística, parcerias. Com os equipamentos modernos e montáveis é possível literalmente “carregar a igreja nas costas”.

Atos secretos. Sei, pois sou membro, que  CCB faz uma arrecadação nacional dois meses por ano no último dia de culto em cada comum congregação (igreja local) destinada a socorrer irmãos em situações de calamidade, porém não sei como se destinam, pois como membro, nunca foram me prestado contas dessas coletas.

Conclusão. A igreja não pode enclausurar-se nos templos; para ser “sal da terra e luz do mundo” precisa dirigir-se a toda tribo e língua, povos e nações e ser exemplo de piedade.

Reflexão. “Depois disto ouvi a voz do SENHOR, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me qui SENHOR, envia-me a mim” (Is 6:8).

SOU CCB, SOU 100!

Anúncios

Dor no Haiti – Comoção no mundo

Primeira quinzena do ano e vimos várias trajédias acontecerem. Por aqui a água (enchentes) é que destroi, noutros países é o vento (geadas), no Haiti é a terra mata (terremotos).

Em meio as trajédias alguns heróis se destacam. Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, viveu e morreu ajudando pessoas. Fiquei incomodado com o Nobel da Paz recebido por Obama sem saber porquê; ao ouvir a notícia da morte desta brasileira descobri o motivo – Obama teve intenção; Arns teve ação. Zilda mereceu, mas foi Obama que recebeu, na minha opinião a brasileira ganhou mas o americano que levou.

O exército brasileiro há alguns anos está em missão de paz no Haiti. Lembro-me de uma cena que vi numa reportagem tempos atrás; crianças orfãos por causa dos conflitos ao verem qualquer soldado brasileiro chamavam – “Papai, papai”. E a inocência e carência das peladinhas e desnutridas crianças faziam nossos bravos combatentes chorarem. Elas os adotaram, agora as mesmas choram pela morte dos seus pais adotivos juntamente com as mães brasileiras.

O braço forte do soldado e a mão amiga de Zilda Arns, confortaram crianças haitianas e tiveram a mesma bravura.

Pastoral da Criança

SOU CCB, SOU 100!