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Habemus Statutam

(Esboço) ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, REALIZADA NA CASA DE ORAÇÃO DE___, COM ENDEREÇO À ____ , EM ___ DE ___ DE____.

Aos ___  dias do mês de ___ de dois mil e treze, no salão de reuniões da Casa de oração supra, teve início às ___ horas e ___ minutos, esta Assembleia Geral Extraordinária conforme edital afixado na porta principal da Congregação Cristã no Brasil – CCB, com a presença de ____ irmãos e irmãs constantes na lista de presença. À hora aprazada o irmão Ancião ___  segundo as determinações espirituais da CCB iniciou o serviço e convidou o irmão ____ Presidente (ou Substituo Legal) da Administração, a subir ao púlpito e instalar a Assembleia Geral Extraordinária – AGE. Assumindo a presidência e declarando instalada a AGE o presidente da Administração convidou a mim ____ Secretário (ou substituto legal) da Administração para secretaria-la, determinando que se procedesse a leitura do Edital de Convocação assim redigido: “EDITAL DE CONVOCAÇÃO – CCB – Região ___  CNPJ ____  Na conformidade do disposto no artigo 43 § 2° do Estatuto, cumpre-me convidar a cara irmandade para a AGE que será realizada na Casa de oração de ___ , na rua ____ nos dia ____ de____ de ____ , com início às ____ horas, obedecendo a seguinte ordem do dia: “Ratificação do Estatuto da CCB modificado conforme deliberação do Conselho de Anciães presentes à Reunião Geral Anual de Ensinamentos realizada em 29/03/2013”. Finda a leitura e passando ao item único da ordem do dia, determinou a mim____ secretário que procedesse a leitura do Estatuto reformado que recebeu a inclusão de questões que já fazem parte da organização da CCB, inclusive assuntos de tópicos da reunião ministerial, mas que ainda não estavam incluídas como regra estatutária. submetido à apreciação da Assembleia, verificou-se sua aprovação, por unanimidade, das alterações apresentadas. O Estatuto ora reformado em parte fica assim consolidado e passa a ter a seguinte redação:

ESTATUTO

Ratificado e consolidado em ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA realizada em ___ de ___ de ___ , na Casa de oração d0 ___ situada Rua / Avenida ___, nº ___ nas cidade de ___ Estado de São Paulo.

Registrado sob o n° de ordem ___ , do Registro de Pessoas Jurídicas, em ___ de ___ de___ , perante o ___ Oficial de Registro de Títulos e Documentos Civil de Pessoa Jurídica da cidade de ____do Estado de São Paulo.

 

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

     Município de

PREÂMBULO

O Senhor iniciou Sua Obra no Brasil por um Seu servo, em junho de 1910, sem denominação alguma, propagando-se, todavia, rapidamente, por intermédio de Seus crentes, desde então chamados por fé, em Nosso Senhor Jesus Cristo.

Com o progresso da Obra, viu-se a necessidade de ser adquirida a propriedade do imóvel onde Seu povo já se congregava na Capital do Estado de São Paulo, sendo, então, escolhido o nome de Congregação Cristã do Brasil. Entretanto, por questões doutrinárias, houve a mudança do nome de Congregação Cristã do Brasil para Congregação Cristã no Brasil, o que se fez por Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 21 de Abril de 1962, na Casa de Oração do Brás, na Capital de São Paulo, na Rua Visconde de Parnaíba n.o 1616, até então sede administrativa de todas as Congregações que seguem a mesma Fé e Doutrina no País.

Sempre que se fez necessário, este Estatuto foi reformado na sua parte administrativa, para governo das coisas materiais da Congregação. Na parte espiritual não existe nenhum governo humano, pois só o Divino prevalece, como se depreenderá dos artigos que se seguem.

Em ___ de ___ de ____ este Estatuto foi reformado parcialmente e consolidado, em Assembleia Geral Extraordinária especialmente convocada, conforme determinação contida nocaput de seu art. 43, estando registrado sob no de ordem ___ do Registro Civil de Pessoas Jurídicas, em __ de ___ de ___ perante o  Oficial de Registro de Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de ___ Estado de São Paulo.

CAPÍTULO I

Denominação, Finalidade, Sede, Foro e Administração

Art. 1º. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL é uma comunidade religiosa fundamentada na doutrina apostólica (Atos 2:42 e 4:33), organizada nos termos do artigo 44, inciso IV da Lei 10.406/02, apolítica, sem fins lucrativos, constituída de número ilimitado de membros, sem distinção de sexo, nacionalidade, raça, ou cor, tendo por finalidade propagar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor a Deus, tendo por cabeça só a Jesus Cristo e por guia o Espírito Santo (São João, 16:13). Iniciada em Junho de 1910, com Estatuto regularmente aprovado em 04 de Março de 1931 e reformado em 30 de Março de 1936, 23 de Abril de 1943, 29 de Novembro de 1944, 04 de Dezembro de 1946, 08 de Fevereiro de 1956, 21 de Abril de 1962, 12 de Abril de 1968, 23 de Abril de 1975, 04 de Abril de 1980, 13 de Abril de 1995, 10 de Abril de 2004 e 05 de Junho de 2013.

§ 1º. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL tem sua personalidade jurídica amparada nos dispositivos da Constituição da República Federativa do Brasil, no Código Civil Brasileiro e legislação pertinente.

§ 2º. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL não depende, nem mantem vínculo com instituições outras, quer no País, quer no exterior, porém, conserva comunhão espiritual com comunidades religiosas no exterior que professam a mesma Fé e Doutrina.

Art.2º. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL terá sede e foro onde se instalarem suas Administrações, em consequência da descentralização administrativa deliberada pela Assembleia Geral de 21 de Abril de 1962, realizada na Casa de Oração da Rua Visconde de Parnaíba nº 1616, em São Paulo – SP, descentralização essa que teve por finalidade melhor gestão dos recursos ofertados pela irmandade, sem perda de sua unidade.

§ 1º. Embora seja possível a descentralização administrativa prevista neste artigo, a Congregação Cristã no Brasil é espiritual e doutrinariamente una.

§ 2º. A criação de nova pessoa jurídica descentralizada e a formação de sua respectiva Administração dependerão, sempre, da prévia autorização do Conselho dos Anciães mais Antigos do Brasil.

§ 3º. , tem sua sede na     , Estado de      A Administração constituída na cidade de   .     , e o seu foro é o da Comarca de      , titulando e gerindo o patrimônio das cidades de      Rua / Avenida , nº

Art. 3º. O tempo de duração da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL é indeterminado.

Art. 4º. Ao Ministério da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL cabe o exercício de todas as atividades espirituais, bem como a ministração dos serviços sagrados, na forma prevista neste Estatuto, vedando-se nesse mister qualquer tipo de interferência dos administradores.

Art. 5º. À Administração da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, constituída no mínimo por 3 (três) membros (presidente, secretário, tesoureiro e/ou respectivos vices), compete gerir o patrimônio e as questões administrativas, sempre em harmonia e sob o conselho do Ministério, na forma dos arts. 30 e seguintes deste Estatuto.

Parágrafo único. É vedado o acúmulo, pelo mesmo membro, de cargo ministerial com cargo administrativo.

Art. 6º. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL possui número ilimitado de casas de oração e de Administrações.  À Administração de São Paulo – Capital compete coordenar e incluir em relatório anual, nos termos do § 1º, o movimento espiritual e material das demais casas de oração da mesma Fé em todo o País, cabendo-lhe também orientar as demais Administrações na aplicação das leis e questões administrativas.

§ 1º. Anualmente é publicado, sob a denominação de “Relatório”, cadastro das casas de oração, constando os integrantes do Ministério de cada localidade, no País e no exterior.

§ 2º. Todas as Administrações e casas de oração da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL são regidas por Estatuto idêntico a este.

Disposições Gerais

Art. 7º. A receita da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL é auferida por coletas e ofertas voluntárias e anônimas, cujos valores devem ser aplicados integralmente em seus objetivos, observando-se fielmente suas finalidades, na Administração local ou em outra, a juízo da Reunião Ministerial prevista no artigo 32 do Estatuto. Em casos de calamidades, o Ministério dos Diáconos está autorizado às transferências, apresentando relatório na reunião subsequente.

§ 1º. Ao final de cada exercício, os saldos a serem transferidos para o exercício seguinte, integrando o patrimônio social, por deliberação conjunta do Conselho de Anciães, Diáconos e Administração, poderão ter sua finalidade adequada a outras necessidades.

§ 2º. Em decorrência da natureza de liberalidade, essas coletas e ofertas não geram qualquer direito, em tempo algum, sob qualquer pretexto.

Art. 8º. Quem aceitar Jesus Cristo como seu Salvador, e Sua doutrina, conforme consta no “caput” do art. 1o e dos arts. 19, 20 e 21, submetendo-se ao santo batismo, ministrado segundo a fé e doutrina da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, é admitido como seu membro e assume uma responsabilidade pessoal para com Deus.

§ 1º. Não faz jus a qualquer remuneração o membro exercente de qualquer cargo ou função, ministerial ou não, pelo exercício dessas funções.

§ 2º. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL poderá arcar com o custeio de viagens missionárias, quer no Brasil, quer no Exterior, desde que previamente autorizadas por deliberação do Ministério, em reunião, não possuindo essa liberalidade natureza remuneratória.

§ 3º. O exercício de qualquer atividade voluntária, em prol da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, terá a natureza de oferta e assumirá índole de liberalidade.

Art. 9º. Os membros da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, ocupantes de quaisquer cargos ou funções, ministeriais ou não, só poderão ser demitidos ou afastados do exercício deles, por deliberação do Conselho de Anciães (artigo 22 e parágrafos) que, sob a guia de Deus, decidirá soberanamente a respeito, nos seguintes casos:

I – a pedido;

II – mudança para outra localidade;

III – assunção de compromissos contrários aos princípios da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, ou que impliquem na ausência inevitável às reuniões ou na impossibilidade do atendimento pontual das exigências do cargo ou função;

IV – incapacidade física ou jurídica que os impeçam de exercer o cargo ou função;

V – inidoneidade moral ou espiritual que os inabilitem para o cargo ou função;

VI – improbidade ou desídia; e

VII – quebra da fidelidade à doutrina ou à disciplina ministerial da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, a juízo do Conselho de Anciães.

Art. 10. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, não impõe deveres exigíveis juridicamente nem outorga direitos materiais subjetivos aos seus membros. Apenas propaga a fé cristã-apostólica, dando cumprimento ao seu objetivo.

Art. 11. A participação e manifestação individual dos membros, nos serviços religiosos, fazem parte do culto e dependem do juízo de quem o preside, sob a guia de Deus. A ministração dos serviços sagrados está sujeita à convicção espiritual do ministrante.

Parágrafo único. O Conselho de Anciães, em proteção à sã Doutrina, poderá retirar a liberdade de manifestação nos cultos de qualquer membro, bem como comunicar às Igrejas para cumprimento dessa deliberação.

Art. 12. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL não se responsabiliza pelos atos pessoais praticados por qualquer dos seus membros.

Art. 13. Todo o patrimônio adquirido em nome da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL é fruto de contribuições e de ações voluntárias em benefício dela, que procura unificar-se sempre mais à fé apostólica na sua simplicidade e na sua sinceridade a Deus, conforme o Santo Evangelho, cuja Obra está sendo acompanhada pelo Senhor Jesus Cristo com seus sinais milagrosos, prometidos na Santa Palavra de Deus, não podendo, pois, ser dividido com qualquer grupo dissidente.

Art. 14. Em caso de cisma ou separação, o patrimônio permanecerá com a CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, não assistindo qualquer direito ao grupo que dela se separar.

Art. 15. Não mais havendo irmandade numa localidade ou por conveniência administrativa, a critério da reunião prevista no art. 32 deste Estatuto, a pessoa jurídica e seu patrimônio serão incorporados à CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL indicada nos atos de incorporação.

Art. 16. Dar-se-á a extinção da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL quando for comprovado que não mais existam fiéis que sigam a mesma Fé e Doutrina, em todo Território Nacional. Dissolvida a CONGREGAÇÃO CRISTÃ  NO BRASIL, far-se-á a sua liquidação de conformidade com as leis em vigor, destinando-se o seu patrimônio a asilos, orfanatos, escolas e hospitais públicos.

Art. 17. Sendo a CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, uma comunidade religiosa de doutrina apostólica, fundamentada na Bíblia Sagrada, nela não existe hierarquia; entretanto, é respeitada a antiguidade entre os membros do Ministério, honrada sempre a guia do Espirito Santo, observado o ensinamento apostólico de que aqueles que governam bem, com respeito à Palavra e à Doutrina, sejam tidos em duplicada honra.

Parágrafo único. A presidência das reuniões ministeriais se fará por indicação do Conselho dos Anciães mais Antigos do Brasil, honrando-se, sempre, os dons que Deus distribuiu aos Seus servos.

Art. 18. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL mantém um serviço de assistência aos fiéis necessitados, conforme a guia de Deus.

CAPÍTULO II

Fé e Doutrina

Art. 19. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL é constituída por uma comunidade que aceita toda a Bíblia Sagrada, na qual está contida a infalível Palavra de Deus, estando devotada a Jesus Cristo, Autor e Consumador da Fé, fundada na Doutrina Apostólica.

Art. 20. A fé que a CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, propaga consiste em magnificar sempre mais a celeste vocação, em cada um dos membros e reter a liberdade que Cristo Jesus Nosso Senhor nos franqueou com a Sua morte e ressurreição, para que Ele possa imperar com a Divina Graça nos corações dos remidos pelo Sangue do Concerto Eterno e guiá-los pelo Espírito Santo em toda a verdade, em honra, louvor e glória a Deus Pai, O eternamente Bendito. (No demais sejamos sóbrios, lançando sobre Ele toda a nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de todos nós e de Sua Obra – I Pedro, 5:7-8).  

Art. 21. A doutrina professada na CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL é resumida nos seguintes doze pontos:

I – Nós cremos na inteira Bíblia Sagrada e aceitamo-la como contendo a infalível Palavra de Deus, inspirada pelo Espírito Santo. A Palavra de Deus é a única e perfeita guia da nossa fé e conduta, e a Ela nada se pode acrescentar ou d’Ela diminuir. É, também, o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê. (II Pedro 1:21; II Tim. 3:16-17; Rom. 1:16)

II – Nós cremos que há um só Deus vivente e verdadeiro, eterno e de infinito poder, Criador de todas as coisas, em cuja unidade estão o Pai, o Filho e o Espírito Santo. (Ef. 4:6; Mat. 28:19; I João 5:7)

III – Nós cremos que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é a Palavra feita carne, havendo assumido uma natureza humana no ventre de Maria virgem, possuindo Ele, por conseguinte, duas naturezas, a divina e a humana; por isso é chamado verdadeiro Deus e verdadeiro homem e é o único Salvador, pois sofreu a morte pela culpa de todos os homens. (Luc. 1:27-35; João 1:14; I Pedro 3: 18)

IV – Nós cremos na existência pessoal do diabo e de seus anjos, maus espíritos, que, junto a ele, serão punidos no fogo eterno. (Mat. 25:41)

V – Nós cremos que o novo nascimento e a regeneração só se recebem pela fé em Jesus Cristo, que pelos nossos pecados foi entregue e ressuscitou para nossa justificação. Os que estão em Cristo Jesus são novas criaturas. Jesus Cristo, para nós, foi feito por Deus sabedoria, justiça, santificação e redenção. (Rom. 3:24-25; I Cor. 1:30; II Cor. 5:17)

VI – Nós cremos no batismo na água, com uma só imersão, em Nome de Jesus Cristo (Atos 2:38) e em Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. (Mat. 28:18-19)

VII – Nós cremos no batismo do Espírito Santo, com evidência de novas línguas, conforme o Espírito Santo concede que se fale. (Atos 2:4; 10:45-47 e 19:6)

VIII – Nós cremos na Santa Ceia. Jesus Cristo, na noite em que foi traído, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-o aos discípulos, dizendo: “Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim”. Semelhantemente tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: “Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós”. (Luc. 22:19-20; I Cor. 11:24-25)

IX – Nós cremos na necessidade de nos abster das coisas sacrificadas aos ídolos, do sangue, da carne sufocada e da fornicação, conforme mostrou o Espírito Santo na Assembleia de Jerusalém. (Atos 15:28-29; 16:4 e 21:25)

X – Nós cremos que Jesus Cristo tomou sobre si as nossas enfermidades. “Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da Igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados”. (Mat. 8:17; Tiago 5:14-15)

XI – Nós cremos que o mesmo Senhor (antes do milênio) descerá do céu com alarido, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares e assim estaremos sempre com o Senhor. (I Tess. 4:16-17; Apoc. 20:6)

XII – Nós cremos que haverá a ressurreição corporal dos mortos, justos e injustos. Estes irão para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. (Atos 24:15; Mat. 25:46)

CAPÍTULO III

Anciães, Cooperadores do Ofício Ministerial, Diáconos e suas Atribuições

Art. 22. O Ministério da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL é composto de Anciães, que em seu conjunto formam o Conselho de Anciães, Cooperadores do Ofício Ministerial e Diáconos.

§ 1º. O Conselho de Anciães se reunirá em “Reuniões Regionais de Ministério”, compondo o Conselho Regional de Anciães, integrado por todos os Anciães das localidades da respectiva Região ou do respectivo Estado e deliberará sobre as questões espirituais regionais, bem como as materiais, estas, em conjunto com a Administração, dando cumprimento ao artigo 32 deste Estatuto.

§ 2º. O Conselho dos Anciães mais Antigos do Brasil, que se reúne em São Paulo, em proteção à unidade espiritual, poderá revisar ou substituir, soberanamente, qualquer decisão tomada pelo Conselho de Anciães em Reunião Regional ou Estadual, indicando-se nesse ato a Administração que deverá executar eventual medida para cumprimento da deliberação.

§ 3º. Os Conselhos de Anciães previstos nos parágrafos 1º e 2º poderão indicar alguns de seus membros para a apreciação e resolução de questões urgentes.

§ 4º. A criação de Reunião Regional ou Estadual, bem como a solução de questões relativas a Pontos de Doutrina, são de competência exclusiva do Conselho dos Anciães mais Antigos do Brasil.

Art. 23. Os irmãos Anciães e Diáconos são ordenados (I Tim. 4:14), e os Cooperadores do Ofício Ministerial são apresentados, conforme deliberação do Conselho de Anciães, segundo a guia de Deus pela revelação do Espírito Santo, dentre os membros da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL que apresentarem as virtudes consignadas no Santo Evangelho (I Tim. 3:1-7 e 8-13; Atos 6:6; Tito 1:5-10; I Pedro 5:2-3).

§ 1º. A apresentação e oração a Deus para confirmação de irmãos Anciães e Diáconos se farão exclusivamente na primeira das Reuniões Gerais Anuais de Ensinamentos de cada Estado, conforme lista de Reuniões Gerais Anuais a ser anualmente elaborada pelo Conselho dos Anciães mais Antigos do Brasil, com exceção do Estado de São Paulo, que serão realizadas anualmente em outra data, na cidade de São Paulo.       

§ 2º. A ordenação ou apresentação sempre será realizada por um Ancião, dentre os mais antigos do Ministério, de comum acordo com o Conselho de Anciães mais Antigos do Brasil.

Art. 24. Os serviços de culto nas Casas de Oração são presididos pelos irmãos Anciães ou Cooperadores do Ofício Ministerial, os quais devem vigiar na liberdade do Espírito Santo e em todo o tempo, para que nenhuma coisa estranha ao Santo Evangelho seja manifestada.

Art. 25. Os serviços sagrados de Batismo e Santa Ceia são ministrados exclusivamente pelo ofício de Ancião.

Art. 26. Aos irmãos Diáconos compete o atendimento da Obra da Piedade, podendo ser auxiliados por irmãs preparadas por Deus para essa finalidade. Na sua falta, tais atribuições serão exercidas pelos demais integrantes do Ministério.

§ 1º. Aos irmãos Diáconos compete dar assistência às casas de oração quanto ao recebimento de coletas e ofertas e à remessa dos valores que devem ser depositados em estabelecimentos bancários, bem como aplicar aquelas destinadas às Obras Pias e viagens missionárias. Todos os prontuários, em função do caráter eminentemente sigiloso, serão mantidos em poder dos mesmos, que em tudo se farão guiar por Deus. A documentação contábil será encaminhada à Contabilidade, após o que, serão tais documentos encaminhados ao Conselho Fiscal.

§ 2º. Os Diáconos ou irmãos responsáveis pelo atendimento da Obra da Piedade e viagens missionárias, mediante procuração específica outorgada pela CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, movimentarão conta bancária especial, para os devidos fins. Essa conta será movimentada no mínimo por 3 (três) irmãos, devendo conter sempre 2 (duas) assinaturas. Onde houver Diáconos, estes obrigatoriamente assinarão.

§ 3º. Os Diáconos, na escrituração das despesas decorrentes do exercício de suas atribuições, poderão ser assessorados por um contabilista.

§ 4º. Aos irmãos Diáconos e/ou responsáveis pelo atendimento das Obras Pias e viagens missionárias, aplica-se o disposto nas alíneas “b”, “c” e “d”, do art. 36 deste Estatuto.

CAPÍTULO IV

Assembleia Geral

Art. 27. A Assembleia Geral da irmandade é o órgão competente para a ratificação da indicação dos Administradores e membros do Conselho Fiscal da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, aprovação de contas, relatórios da Administração e alterações estatutárias na forma do art. 42 deste Estatuto.

Art. 28. A realização da Assembleia Geral será feita por convocação, pelo irmão Presidente da Administração, através de edital afixado na sede com 10 dias de antecedência, a quem cabe também presidi-la, nas hipóteses previstas neste Estatuto, exceto no caso do art. 30.    

Art. 29. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL não efetua registro de membros por entender que o vínculo é de natureza espiritual do fiel para com Deus.  As decisões da Assembleia Geral serão tomadas, em qualquer convocação, pela maioria dos membros presentes, cuja forma de manifestação será por aclamação.

CAPÍTULO V

Administrações e suas Atribuições

Art. 30. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, será representada e seu patrimônio gerido por uma Administração, com 3 (três) membros (Presidente, Secretário e Tesoureiro) indicados pelo Conselho Regional de Anciães, sob a guia de Deus, apresentados e empossados em Assembleia Geral da irmandade local, presidida pelo irmão Ancião que atender a localidade.

§ 1º. Havendo necessidade poderão ser criados cargos, como Vices Presidente, Secretário, Tesoureiro e/ou Auxiliares da Administração, tudo conforme o disposto no “caput” deste artigo.

§ 2º. À Administração compete administrar a totalidade dos bens patrimoniais localizados em um ou mais municípios, vedada a existência de mais de uma Administração para um mesmo município.

§ 3º. A Administração poderá ser extinta por deliberação do Conselho de Anciães, devidamente guiado da parte de Deus, devendo, tal decisão, ser ratificada pela Assembleia Geral da irmandade local.

§ 4º. A Administração poderá sugerir, sempre que se fizer necessário, a formação de Departamentos de Construções, Engenharia, Compra de Materiais, etc. Estas sugestões deverão, sempre, ser submetidas à aprovação do Conselho de Anciães.

Art. 31. O mandato dos membros da Administração será de 3 (três) anos, permitida a recondução ao cargo.

Parágrafo único.  Os administradores que forem indicados em substituição, para preencher cargos vagos, cumprirão o tempo faltante dos membros substituídos.

Art. 32. Os atos de administração do patrimônio da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL que excedam a simples gestão, incluindo aquisição e alienação de bens imóveis, serão previamente apresentados a Deus em oração conjunta do Conselho Regional de Anciães, Diáconos, Cooperadores do Ofício Ministerial, estes se presentes, e Administração, para d’Ele se obter a confirmação, lavrando-se a seguir ata sobre a deliberação tomada para sua perfeita execução.

Parágrafo único. As construções e/ou reformas de imóveis serão deliberadas em reunião conjunta do Conselho Regional de Anciães, Diáconos, Cooperadores do Ofício Ministerial, estes se presentes, e Administração.

Art. 33.   A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL poderá outorgar, a membros da mesma fé, procuração para representá-la, com poderes específicos de administração e prazo não excedente de um ano da sua outorga. Em tais situações deverão ser nomeados no mínimo 3 (três) procuradores, para cujos atos deverão assinar no mínimo 2 (dois), vedado o substabelecimento.

Art. 34. O patrimônio da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, em cada localidade, responde por suas obrigações. A irmandade não responde, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações da entidade.

§ 1º. Os integrantes do Ministério e da Administração responderão pelos excessos eventualmente praticados que ocasionarem danos morais ou patrimoniais à CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL ou a terceiros.   

§ 2º. Todos os atos de aquisição ou disposição de bens imóveis devem ser assinados pelos Administradores titulares ou vices em exercício, observadas as substituições previstas nos parágrafos únicos dos arts.  37, 38 e 39 deste Estatuto.

§ 3º. Os valores pecuniários pertencentes à CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL deverão ser depositados, em nome desta, em estabelecimentos bancários da localidade. No movimento bancário assinarão sempre 2 (dois) Administradores, devendo um destes, necessariamente, ser o Tesoureiro ou o Presidente, observadas as substituições previstas nos parágrafos únicos dos arts. 37, 38 e 39 deste Estatuto.

Art. 35. Compete à Administração:

a) dar cumprimento às deliberações das reuniões ministeriais, às disposições estatutárias e às deliberações das Assembleias Gerais;

b) participar dos trabalhos de compra e venda de imóveis, construções, reformas e manutenção de casas de oração e de toda a administração patrimonial e financeira da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL;

c) elaborar e apresentar anualmente à Assembléia Geral, até o último dia do mês de março, relatório circunstanciado de suas atividades, incluindo o movimento espiritual de Batismos e Santas Ceias, bem como o balanço e a apresentação das contas do exercício findo em 31 de dezembro do ano anterior;

d) reunir-se periodicamente com o Ministério local e, em estreita colaboração com o mesmo, examinar e tratar dos assuntos materiais da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL;

e) cuidar, com todo o zelo e diligência, dos valores preparados por Deus nas coletas e ofertas;

f) manter em perfeita ordem todos os livros contábeis, auxiliares e de atas, com escrituração atualizada, guardando os respectivos documentos comprobatórios em ordem cronológica, inclusive os títulos de propriedades;

g) zelar pelo patrimônio da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL;

h) prestar os informes às autoridades e órgãos governamentais, em cumprimento a dever legal.

Art. 36. É terminantemente vedado à Administração:

a) intervir no Ministério da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, não podendo instituir, destituir nem afastar seus integrantes, atribuição essa que é de exclusiva competência do Conselho de Anciães, nos termos do art. 9º deste Estatuto;

b) abonar, avalizar, endossar títulos, prestar fianças ou qualquer garantia em favor de terceiros, em nome da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL;

c) pleitear em nome da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, junto a entes governamentais ou privados, auxílios ou subvenções de qualquer natureza;

d) utilizar-se de quaisquer bens ou valores pertencentes à CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, para fins estranhos aos interesses da mesma.

CAPÍTULO VI

Atribuições dos Administradores

Art. 37.   Compete ao Presidente:

a) convocar e presidir as Assembleias Gerais;

b) representar ou fazer representar a CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, em juízo ou fora dele, bem como constituir advogados com poderes específicos;

c) apresentar em Assembleia Geral Ordinária o movimento espiritual e material, bem como as demonstrações contábeis da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL;

d) abrir, movimentar, operar e encerrar as contas bancárias conjuntamente com o Tesoureiro, Secretário ou seus substitutos;

Parágrafo único. O Presidente, em suas faltas, será substituído pelo Vice-Presidente; não havendo este, por qualquer dos Administradores titulares no exercício do cargo.

Art. 38. Compete ao Secretário:

a) superintender os trabalhos de Secretaria da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, propondo as providências administrativas necessárias à sua eficiente organização;

b) redigir e assinar as correspondências e documentos da Administração;

c) responsabilizar-se pela guarda do arquivo e livros da Administração, mantendo-os atualizados e em ordem;

d) abrir, movimentar, operar e encerrar as contas bancárias conjuntamente com o Presidente, Tesoureiro ou seus substitutos.

Parágrafo único.   O Secretário, em suas faltas, será substituído pelo Vice-Secretário; não havendo este, por qualquer dos Administradores titulares no exercício do cargo.

Art. 39.   Compete ao Tesoureiro:

a) receber, registrar em livro caixa próprio e guardar, sob sua responsabilidade, os valores pertencentes à CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, depositando as importâncias à conta desta, em estabelecimentos bancários escolhidos pela Administração;

b) apresentar relatórios financeiros e todos os dados para elaboração das demonstrações contábeis;

c) abrir, movimentar, operar e encerrar as contas bancárias juntamente com o Presidente, Secretário ou seus substitutos.

Parágrafo único. O Tesoureiro, em suas faltas, será substituído pelo Vice-Tesoureiro; não havendo este, por qualquer dos Administradores titulares no exercício do cargo.

CAPÍTULO VII

Conselho Fiscal e suas Atribuições

Art. 40. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, terá um Conselho Fiscal composto de 3 (três) membros e, facultativamente, um suplente, com mandato de um ano, que serão indicados pelo Conselho Regional de Anciães, sob a guia de Deus, apresentados e empossados em Assembleia Geral da irmandade local, permitida a recondução.

Parágrafo único. Compete ao Conselho Fiscal, podendo ser assessorado por um contabilista, o exame de todos os documentos contábeis, financeiros e patrimoniais, emitindo o competente parecer para ser transmitido à Assembleia Geral.

CAPÍTULO VIII

Disposições Finais e Transitórias

Art. 41. A fim de conservar a unidade de Espírito entre o povo de Deus serão realizadas, anualmente, reuniões gerais de ensinamentos, na cidade de São Paulo, de irmãos Anciães da CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL de todo o País, formando o Conselho Geral de Anciães, assim como dos que vierem do Exterior e que seguem a mesma Fé e Doutrina, conforme consta do § 2º, do art. 1º, deste Estatuto, cujas deliberações suprirão as eventuais omissões deste Estatuto.

§1º. Também se reunirão, na mesma localidade, os irmãos Diáconos do Brasil que forem convocados e os que vierem do Exterior, para tratar de assuntos inerentes ao seu Ministério.

§ 2º. Serão realizadas também reuniões com a mesma finalidade em outros Estados, as quais deverão ser presididas pelos irmãos Anciães mais antigos no Ministério, que presidem as reuniões gerais anuais e nelas deverão ser expostos os mesmos ensinamentos apresentados nas reuniões gerais em São Paulo, conservando-se a unidade de Espírito e o Fundamento de nossa Fé e Doutrina.

§ 3º. Os Diáconos que não forem convocados na forma do §1º e os Cooperadores do Ofício Ministerial participarão das Reuniões Gerais de Ensinamentos a que sua região pertence.

Art. 42. O presente Estatuto só poderá ser modificado por deliberação do Conselho Geral de Anciães presentes à reunião geral anual realizada em São Paulo, de acordo com o art. 41, vedada a alteração de seus fins espirituais.

§ 1º. A alteração de endereço de sede administrativa, para local no mesmo município (art. 2º, parágrafo único) será deliberada na forma do art. 32.

§ 2º. As modificações no Estatuto deverão ser imediatamente ratificadas em Assembleia Geral por todas as Administrações constituídas no País.

Art. 43. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, sob a coordenação da Distribuidora Geral Brás – São Paulo, poderá manter distribuidoras, as quais serão responsáveis pela distribuição de Bíblias Sagradas, hinários, véus e demais artigos necessários, de acordo com a sua Fé e Doutrina, integradas à contabilidade da Administração.

Parágrafo único. A CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL poderá manter, anexos às suas casas de oração, depósitos dos itens relacionados no “caput” deste artigo.

Art. 44. Eventuais omissões deste Estatuto serão supridas conforme as deliberações do Conselho Geral de Anciães, reunidos na forma prevista no “caput” do art. 41 deste Estatuto, através de tópicos de ensinamentos.

Art. 45.    Este Estatuto revoga quaisquer outros e entrará em vigor na data de sua aprovação pela Assembleia Geral, especialmente convocada, devendo ser registrado no órgão público competente.

São Paulo.      de       de      Local,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     Ancião:

 

 Presidente ou susbtituto legal      :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Secretario ou susbtituto legal      :

 

Tesoureiro ou susbtituto legal       :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     Advogado:

_______     __ nº      O.A.B./

 

Como nada mais houvesse a ser tratado, foi declarada encerrada esta Assembléia Geral Extraordinária, sendo esta Ata lavrada por mim,   Secretario ou susbtituto legal , , pelo     a qual vai devidamente assinada pelo irmão Ancião   Presidente ou susbtituto legal  ,      e por mim,      da Administração, irmão   Secretario ou susbtituto legal  da Administração.

São Paulo.      de       de      Local,

     Ancião:

 

Presidente ou susbtituto legal      :

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Secretario ou susbtituto legal      :

 

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Comentários em: "Habemus Statutam" (10)

  1. Já começa MUITO mal!!! Ao invés de dizer, “Deus iniciou ESSA Obra no Brasil em 1910”, diz “Deus iniciou a Sua Obra no Brasil em 1910”. De forma extremamente ARROGANTE, como de costume, nossos líderes colocam nossa denominação como a única obra de Deus no Brasil, deixando para trás o trabalho em pró do evangelho feito por muitas denominações no Brasil, antes mesmo da CCB existir por aqui. Lamentável!!! Tenho certeza, que na fundação da CCB, Louis Francescon jamais cometeria tal ato anti-bíblico.

    Na verdade, só estão colocando no papel, o que ocorre na prática. O povo, em sua maioria, acredita que a CCB é a Graça e o caminho para o Céu. O resto é resto.

    É claro, que sem questionar qualquer coisa (os que não concordam tem medo), a aprovação será feita imediatamente.

    É só Deus mesmo para por a mão e devolver a humildade para a CCB.

    Muito triste!

  2. Qual o sentido desta postagem?

    • 1º Atender a muitos que pediram para postar porque querem fazer suas consultas
      2º Mostrar e comentar aspectos do Estatuto e da nossa dinâmica. Por exemplo: o Estatuto só tem validade aprovado em assembleia, nesta reunião que é feita durante o culto não abre-se espaço para discussões, pois o Estatuto já está aprovado pelo Conselho de Anciães desde março, pede-se para irmandade que não entendeu uma palavra do que se leu confirmar (votar) com um amém.

      Amém!!! – Esta é nossa única participação no processo do Estatuto.

  3. Márcio J. S. Ermida disse:

    Não tive ânimo de ler tudo, me deu repulsa. E se lerem na minha comum, não vou selar com amém, nem vou assinar lista nenhuma de presença. Se forem ler na Central, também não vou lá.

    Enfim, os tempos estão chegando…

    Só peço a Deus para ter misericórdia pelo menos dos sinceros e retos de coração, que não entendem patavinas do que esses heréticos fazem, e pensam que tá tudo certo, tudo guiado pelo ES.

    Enfim…

    Márcio – CCB m B até onde der

  4. Evangelista Cristão

    Creio que aqueles que não aceitam o Estatuto e ou ensinamentos e ou a maneira de estar numa liturgia dentro de um templo da CCB é razoável que siga para uma boa denominação.

    No Brasil existem mais de 600 denominações e ninguém torna-se obrigado(a) a permanecer na CCB se seus estatutos e ou rituais lhe incomodam ou até interpreta estar fora da biblia.

    Eu já aprofundei-me em 45 denominações e optei pela CCB. O dia que Deus me mostrar uma denominação que o que professam de doutrina for mais perfeito do que a CCB, eu seguirei para lá.

    Jamais permanecerei na CCB percebendo ser uma doutrina errada.

    Sou Brasileiro e a constituição me dá liberdade de mudar de Igreja a hora que eu desejar.

    Sendo assim aconselho os descontentes com a CCB a seguirem para outra denominação e, que Deus os abençoem e sejam felizes !!!

    Evangelista Cristão – SIMPLIFICANDO………….

    • Irmão, ainda aguardo sua resposta par ao post abaixo:

      Irmão Eleotério,

      É fato, que quando alguém está apaixonado, essa pessoa vai entender qualquer coisa que o pregador fale como uma confirmação para o namoro. Isso ocorre MUITO na CCB. Logo, se há esse risco que o irmão mesmo admitiu que as vezes interpretam pregações de acordo com o sentimento, por que então pedir confirmação???

      Veja, na minha época de solteiro, durante as reuniões para mocidade às vezes com mais de 1000 jovens, o ancião dizia “você que veio aqui pedir confirmação para o seu namoro, Deus manda te dizer eu confirmo”. Ora, em uma igreja lotada de jovens em um RM, deveriam haver pelo menos uns 30 casais pedindo confirmação. Para qual casal foi feita essa profecia genérica???

      Esse tipo de profecia causa confusão no meio da igreja. A profecia quando vem de Deus, tem endereço certo e não coloca dúvida nas pessoas (do tipo, será que essa palavra é para mim?).

      Aliás meu irmão, Deus não é nosso empregado… Será que para o óbvio devemos pedir confirmação??? Na verdade, as pessoas por folga, gostam de pedir confirmação para jogar depois a culpa em Deus… Logo, se a pessoa que mudar para tentar a sorte em outro lugar, vai para a CCB e ouve “Não temas, estou contigo” (outra profecia genérica jogada no ar), aí ela começa a dizer que Deus a mandou para tal lugar (jogando a responsabilidade em Deus, não em si mesmo). Se um casal briga muito ainda no namoro, vai buscar palavra para ver se continua nessa relação, sendo que está claro que deveriam terminar. Aconteceu recentemente com um colega meu.

      No final, se buscar a palavra dá certo, vão dizer que na CCB tudo é revelado. Se dá errado, vão jogar a culpa na pessoa dizendo que pegou a palavra errado, ou mesmo foi desobediente. Assim fica fácil pregar profecias genéricas… Se cumprir é o dom maravilhoso de Deus na CCB. Se não cumprir é porque a pessoa é desobediente.

      Meu pai buscou a palavra para abrir um comércio que ele queria muito. Foi “confirmado” e ele abriu. Pois bem, o comércio faliu, deixando ele cheio de dívidas e com processo por quebra de contrato de aluguel. Mas é claro, a culpa foi dele porque foi desobediente…

      Existem ensinamentos impedindo essas profecias genéricas e inclusive essas que marcam data (99% tudo furada, sendo que eu mesmo já quebrei a cara com isso). Mas seguir que é bom nada….

      O engraçado é que esses ensinamentos não são lidos para irmandade. Geralmente são só lidos na lista “secreta” destinadas aos anciãos. Felizmente, Deus preparou que alguns irmãos divulgaram todas essas listas para que a irmandade saiba o que se passa nessas reuniões. Me parece que nossa liderança tem medo que a irmandade saiba que nem todas as pregações e profecias vindas do púlpito são confiáveis…

      Lamentável…

  5. Eleotério… Preciso de sua resposta tb para esse outro comentário meu:

    Querido irmão Eleotério… O irmão cria um drama baseado em um pecado, para poder elevar o tom de gravidade do mesmo. Assim como um adultério pode destruir uma família, pode também haver o perdão e não causar tragédia alguma.

    E os golpistas irmão Eleotério? Já vi muitos golpistas no meio da irmandade, e em alguns casos, um golpe feito por um irmão do ministério, pode levar a revolta do irmão que sofreu o golpe, fazendo com que a família abandone o caminho do evangelho, indo para o mundão e consequentemente os filhos entrando no mundo da prostituição e drogas. Logo, um pecado não citado em Atos 15, pode destruir uma família e levar os jovens para o mundo das drogas, igual ao adultério.

    Se o irmão ler Atos 15, sem as amarras impostas pela CCB, virá que o intuito de Atos 15, era passar a irmandade da época um “resumão” do que deveriam evitar, deixando de fora o óbvio. Em Atos 15, não é dito que roubar é pecado, mas precisava? Acontece, que tal como a CCB, os cristãos da época estavam criando um monte de proibições e colocando um peso enorme na irmandade (tal como a CCB faz hoje proibindo as irmãs de depilarem sombrancelhas e os irmãos de tingir o bigode via ensinamento “revelado”). Então, o apóstolo alertou contra isso e citou alguns exemplos de pecado que poderiam ser encarados como normal, mas que eram pecado. Mas roubar, aplicar golpe, estelionato, sonegar impostos e etc., continua sendo pecado.

    Um pecado pode provocar consequências graves ou não. Conheço casos de adultério que foram perdoados pela parte ofendida e o casamento e família continuaram unidos e fortes, assim como existem casos que pode terminar em tragédia. Conheço caso de cooperador que aplicou golpe em um irmão simples, tirando o principal (e único de valor) bem material que ele tinha. Esse irmão reclamou para o ancião que disse “esse é um problema de vocês, resolvam vocês então” e ficou por isso mesmo. Esse irmão revoltado abandonou a CCB e foi para o mundo. Coincidentemente, um dos filhos dele é viciado em drogas e agrediu ele por causa das drogas, sendo que esse irmão teve um ataque e morreu. Deus é testemunha do que eu digo aqui, sei do mal que faço se estiver mentindo…

    Pois bem, responda sinceramente irmão Eleotério, o adultero é um pecador, e o cooperador golpista é fraco e errante???

    Reflita…

    Samuel postando triste realidade.

  6. Evangelista Cristão

    Samuel pergunta acima;

    Pois bem, responda sinceramente irmão Eleotério, o adultero é um pecador, e o cooperador golpista é fraco e errante?

    Resposta de Eleotério; O golpista é um pecador…………..

    Tem outras coisas que praticam e que torna-se pecado, tudo é questão de analisar o prejuízo ocorrido.

    Mesmo assim Samuel fique tranquilo, pois baseado na doutrina de alguns(alguns) na NET basta crêr em Cristo que já estarão salvos.

    Alguns (alguns)dizem na NET que não precisa de OBRAS para salvar-se………..

    Eu creio que seremos salvos ou condenados de acordo nossa fé e obras.

    Evangelista Cristão

  7. Evangelista Cristão

    Vou falar um pouco da conclusão que cheguei a respeito do ministério da CCB:

    Meus primeiros parentes batizaram na CCB em 1.930. Conheço tudo sobre a CCB, tanto na parte interna do brás como no Paraná, Minas, e até na Itália, EUA, etc.

    Hoje estamos vivendo os últimos anos daqueles primitivos anciãos que estão com 77, 80, 85 e até 90 anos de idade.

    Eu respeito-os porque aprendi de berço a respeitar os mais velhos e, guardo na memória o tanto que sofreram por Cristo quando os evangélicos eram discriminados no Brasil e no mundo.

    Se hoje temos liberdade de culto, agradeço a Deus e também a estes desbravadores espirituais.

    O que ocorre é que eles na idade que estão não querem arriscar a própria salvação, mudando ou aperfeiçoando alguma coisa agora, no fim de suas carreiras espirituais.

    O que eu estou afirmando aqui são coisas que escuto da boca deles, quando viajo com os mesmos. É lógico que viajo apenas com alguns………

    Sei que vão me censurar, ironizar,mas, eles tem muito temor a Deus e, muita coisa das mudanças de hoje no mundo eles não tiveram oportunidade de assimilar.

    Baseado nisso, que tenho postado que daqui uns 7 anos a luz será diferente, pois os que estiverem no conselho de anciãos serão pessoas mais atualizadas com os dias atuais.

    Acreditar que pontos de doutrina contidos na biblia terão mudanças é certeza que nunca haverá.

    As coisas que já afirmei sobre bermudão,corte de cabelo, irmãs tocar na orquestra, calça comprida p/ mulher, tingimento de cabelos, uso de pequeninas jóias.

    Cultos específicos para irmãos em separado e de irmãs em separada, onde terão crentes médicos(as) para instruir sobre vida matrimonial e conjugal e mais algumas coisas que me esqueço e, que não são doutrinas Cristã apostólica terá nova luz…………….

    Isso que estou postando tenho certeza absoluta, pois estou postando o que está na cabeça de aproximadamente 80% do conselho de anciãos e diáconos com idade entre 35 e 70 anos. Afirmo coisas que ouço da boca deles, porque tenho ótima convivência com os tais !!

    Aqueles que discordam de mim não necessita me agredirem com palavras e ou IRONIAS.

    A educação que recebi dos meus pais ensinou-me respeitar o pensamento alheio !!

    Evangelista Cristão

  8. Evangelista cristão

    Vou falar um pouquinho sobre a CCB:

    Quando passei a crer em Cristo e na Vida Eterna no céu, entendi que necessitava de um lugar para cultuar a Deus e a Cristo.

    Passei a ser membro na CCB, onde vou cantar louvores, orar, buscar consolo espiritual para minha alma,entre outras coisas.

    Na CCB os irmãos sentam de um lado e as irmãs do outro, achei bom pois evita que as pessoas misturem culto com esposa,namorada,etc.

    As irmàs usam véu. Cobrem o cabelo e o homem(que é sua cabeça) que são a glória da mulher obedecendo Corintios que afirma que a mulher DEVE(deve) cobrir a cabeça com o véu,etc. Deve vem do verbo obrigação,nada a ver com costume na cidade de corintios.

    Tem aprox. 300 mil músicos, afora organistas. A maior orquestra do planeta !!

    Os homens e mulheres são orientados para irem aos cultos com vestimentas sociais, em demonstração de respeito ao Pai, Filho e Espírito Santo que alí se apresenta.

    Todos os hinos são Sacros pois a melodia não é para agitação da carne e sim ligação da alma com Deus.

    A liturgia nos cultos são iguais em aprox. 20 mil templos no Brasil. Somente o Esp. Santo podería fazer o povo aceitar liturgia iguais.

    Nào cobra dizimo, lembrando que o tal nunca foi dinheiro e ou moeda,mas, era 10% da colheita e, levavam até os levitas que cuidavam do templo e depois distribuiam aos necessitados,orfãos e viúvas.

    Não encontra-se no novo testamento após morte de Cristo, nenhum ponto falando do tal dizimo que foi substituido pelas coletas voluntárias(dá o que quer) e ao mesmo tempo em segredo, cumprindo o mandamento de Cristo; O que mão direita fizer a esquerda não saiba. Na obrigatoriedade do dizimo os pastores e administradores sabem quem deu e quanto a direita deu……Quem não dá é ladrão de Cristo !……rs,rs…….

    Os ministros,porteiros,músicos não são assalariados.

    Não comercializam, videos,Cds, DVDs, livros escritos por teologos e ou doutores.

    Os ministros nào participam de política,não pregam na TV nem no Rádio nem distribui revistas da CCB.

    Mesmo sem nenhuma publicidade ou força da midia é composta de aprox. 3 milhões de membros que são enumerados ao participar da Santa Céia.

    Tem os que não tomam pois não batizaram e congregam constantemente e não participam da contagem da S.Céia. Totalizando aprox. 7 milhões de membros.

    No lugar de cursos biblicos aos ministros tem reuniões ministeriais, semanais, mensais,bimestrais e anuais onde reunidos decidem o que fazer.

    Não tem mestres nem papa, que vai de encontro ao que Cristo disse; A ninguém chameis de mestre e ou pai, etc, etc…………..

    Afora tudo isso tem outras coisas que eu li na biblia e confere.

    Embora eu vejo falhas em alguns ministros e até alguns ensinamentos que precisam ser atualizados, considero a denominação que mais aproxima dos pontos doutrinais da biblia.

    Evangelista Cristão servidor somente de Cristo, falando o porque cultua(congrega) na CCB.

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