É ler para crer!

A Congregação Cristã no Brasil – CCB tem um patrimônio admirável composto por milhares de templos que chamamos casas de oração, oficinas de costuras e um anexo (outros em construção) no município de Barretos-SP que abriga os irmãos em tratamento médico oriundos de todos os estados brasileiros; e principalmente de sua irmandade estipulada entre 3,5 a 5 milhões de membros.

Porém o que é de se admirar não são os números que demonstram sua grandeza, mas os números mínimos por quais essa grandeza foi conquistada. A CCB jamais em sua história foi subsidiada de qualquer forma; sendo apolítica, jamais aceitou doações com propósitos políticos; a CCB não é dizimista*, jamais exigiu oferta de qualquer membro, jamais desmereceu quem não ofertasse; jamais obrigou sua irmandade a comprar qualquer produto, visto que não fabrica ou comercializa nenhum; jamais ofereceu benção por dinheiro; assim nunca se viu no nosso meio campanhas de libertação, curas e prosperidade.

A arrecadação na CCB é irrisólia comparada a qualquer grupo religioso, mas seu patrimônio supera muitos deles. Isto exige um admistração magistral feita com arte e maestria. Quem foi seu sábio economista? Como se organiza? Qual sua fonte de renda? De onde vem seus recursos?
“Sua organização é a caridade de Deus no coração de seus membros” (L. Francescon).

A diferença é que muitos valorizam o dinheiro e na CCB o dinheiro é visto sem valor. O resultado das coletas é tratado como – “O fruto que Deus prepara” – e isto não tem preço. A irmandade coopera de forma anônima e voluntária. Toda vez que um envelope de coleta é entregue, além do dinheiro, está depositada uma oração.

O ‘fruto de Deus’ sustenta a igreja. Pode ser em dinheiro ou em serviço, com esse pensamento, todo trabalho prestado à ‘Obra de Deus’ é voluntário. O corpo ministerial não é remunerado, oficiais que trabalham nas contruções e manutenção, idem. Os músicos não pagam para aprender e não cobram para tocar. Irmãs trabalham na costura, na cozinha e na limpeza e só ganham satisfação.

Com este ‘fruto’ que os livros contábeis não expressam e as contas bancárias não registram, Deus sustenta a Igreja e a CCB ergueu seu patrimônio.

*São bíblicos, tanto o dízimo como o sustento de pastores

Postado originalmente no Blog do Centenário com o título Igreja Sustentável.

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Comentários em: "O ‘Fruto de Deus’ – Sustento da Igreja" (15)

  1. São bíblicos, tanto o dízimo como o sustento de pastores ???????????????????

    Gostaria e muito que o irmão me comprovasse biblicamente aonde o sustento dos pastores e o dízimo é bíblico (vale lembrar que esta comprovação tem de prover do Novo Testamento)!

    Olha irmão Ricardo, aparitr do momento em que freqüentamos uma determinada denominação e não concordamos com sua doutrina, estamos indo contra a denominação e também contra seus membros, o que é o pior de tudo.

    Sinceramente gostaria que o irmão me provasse, com base nas Escrituras, onde consta que o dízimo deve ser pago pela igreja cristã.

    Aonde encontramos que o membro do ministério deve ser assalariado?

    Deus lhe abençoe!

    • bereiano disse:

      Deixarei que a bíblia responda por si mesma com esta leitura contextuada de 1Co 9:1-12:

      Defesa de Paulo sobre a liberdade e os direitos dos apóstolos.

      ‘Não sois vós o resultado da minha pregação? Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor. E esta é a minha defesa para que os que me condenam: Não temos nós direito de comer e berber? Não temos o direito de casar e formar família? Ou só eu e Barnabé não temos o direito de parar de trabalhar? Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não come do leite do gado? Digo eu isto segundo os homens? Ou não diz a Lei também o mesmo? Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca do boi que trilha o grão. Deus está se referindo aos bois ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós (apóstolos; pastores; presbíteros; anciões, ou seja, o ministério) está escrito; porque o que lavra e o que debulha deve trabalhar com esperança de ser participante da renda ou colheita. Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as materiais? Se outros exercem deste direito sobre vós, por que não, mais justamente nós?’

      • bereiano disse:

        “Olha irmão Ricardo, aparitr do momento em que freqüentamos uma determinada denominação e não concordamos com sua doutrina, estamos indo contra a denominação e também contra seus membros, o que é o pior de tudo”. (César Souza)

        Irmão César, “Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade?” (Gl 4:16).

  2. Agora minha resposta:

    Paulo orientou a igreja de Corinto quanto as coletas. E ensinou-os a cooperar segundo o exemplo da igreja de Macedônia, que sendo pobre e provada, contribuia com alegria e abundância. E não somente fizeram como se esperava, mas volutariamente (pela vontade de Deus) passaram a pagar salário [isto mesmo, salário] a Paulo (2Co 11:8).

    2Corintio
    8.1 Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia;
    8.2 como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade.
    8.3 Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente,
    8.4 pedindo-nos com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos.
    8.5 E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor e depois a nós, pela vontade de Deus.

    A igreja de Corinto havia aceitado a pregação do evangelho mas ainda era muito imatura na fé (foi para esta igreja que houve necessidade de falar sobre o véu porque suas mulheres trajavam-se como as mulheres mundanas) e estava ‘desapercebida’ que Paulo passava necessidade. O apóstolo não quisera ser pesado a eles, por isso quando falou sobre a “administração a favor dos santos” que incluia o sustento do pastor, não lhes falou abertamente a esse respeito. Mas insinuou (deu umas indiretas) que ficariam envergonhados quando os macedonios chegassem.

    2Co 9:4 “A fim de, se acaso os macedônios vierem comigo e vos acharem desapercebidos, não nos envergonharmos nós (para não dizermos, vós) deste firme fundamento de glória”.

    Quando os irmãos da Macedônia chegaram a Corinto viram Paulo passando necessidade e lhe supriram. Paulo fez isto por amor ao corintios, para os exaltar e mostrar que Cristo deve ser pregado como benção e não por avareza (2Co 9:5), como é comum hoje.

    2Corintios 11
    7.Pequei, porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus?
    8.Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário [isto mesmo; salário]; e, quando estava presente convosco e tinha necessidade, a ninguém fui pesado.
    9. Porque os irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei de vos ser pesado e ainda me guardarei.

    Bom, aqui temos dois exemplos: Macedônia que era espiritual e guiada por Deus (Paulo não pediu) começou a pagar salário ao apóstolo e seus dirigentes; e Corinto que negligênciou essa administração por ser imatura, carnal e ficou envergonhada.
    Qual destes dois exemplos seguiremos?

    2Co 9.12 “Porque a administração desse serviço não só supre as necessidades dos santos, mas também redunda em muitas graças, que se dão a Deus”.

    1Co 9:12 “…Mas nós não usamos deste direito”

    SUSTENTAR OS MINISTROS É BÍBLICO;
    ABRIR MÃO DO DIREIO É LOUVÁVEL.

  3. “Deixarei que a bíblia responda por si mesma com esta leitura contextuada de 1Co 9:1-12:

    Defesa de Paulo sobre a liberdade e os direitos dos apóstolos.

    Não sois vós o resultado da minha pregação? Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor. E esta é a minha defesa para que os que me condenam: Não temos nós direito de comer e beber? Não temos o direito de casar e formar família? Ou só eu e Barnabé não temos o direito de parar de trabalhar? Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não come do leite do gado? Digo eu isto segundo os homens? Ou não diz a Lei também o mesmo? Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca do boi que trilha o grão. Deus está se referindo aos bois ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós (apóstolos; pastores; presbíteros; anciões, ou seja, o ministério) está escrito; porque o que lavra e o que debulha deve trabalhar com esperança de ser participante da renda ou colheita. Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as materiais? Se outros exercem deste direito sobre vós, por que não, mais justamente nós?”

    Curioso o fato do ocultismo do complemento deste texto, infelizmente, o irmão não expôs a escrita “contextuada”, pois continuando esta passagem, o apóstolo Paulo diz:

    ‘Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo. Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho. Mas eu de nenhuma destas coisas usei, e não escrevi isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, do que alguém fazer vã esta minha glória. Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!’ (I Cor 9.13-16)

    Sobre o apóstolo Paulo se dizer: ‘Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho’, sem dúvidas, os apóstolos haviam recebido esta ordem do Senhor Jesus, claramente explicada na passagem à seguir:

    ‘E depois disto designou o Senhor ainda outros setenta, e mandou-os adiante da sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir. E dizia-lhes: Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros para a sua seara. Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.Não leveis bolsa, nem alforje, nem alparcas; e a ninguém saudeis pelo caminho. E, em qualquer casa onde entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa. E, se ali houver algum filho de paz, repousará sobre ele a vossa paz; e, se não, voltará para vós. E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa. E, em qualquer cidade em que entrardes, e vos receberem, comei do que vos for oferecido. E curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: É chegado a vós o reino de Deus’. (Luc. 10.1-8)

    Esta claro nesta passagem que o ‘viver do evangelho’ seria comer e beber daquilo que é colocado à mesa quando é anunciado o evangelho à uma determinada pessoa, família e etc. No ‘viver do evangelho’, não podemos interpretar o verbo salário ligando-o ao dinheiro, e sim da alimentação e trajes para se vestir. Ora, no caso dos que queriam ou dos que querem viver do evangelho, não é necessário mais do que o alimento para se viver.

    ‘E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis. Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes. Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves? E qual de vós, sendo solícito, pode acrescentar um côvado à sua estatura? Pois, se nem ainda podeis as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras?Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. E, se Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não pergunteis, pois, que haveis de comer, ou que haveis de beber, e não andeis inquietos. Porque as nações do mundo buscam todas essas coisas; mas vosso Pai sabe que precisais delas. Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas’ (Luc. 12.22-31).

    E notório na bíblia que os apóstolos ficaram ricos com a pregação do evangelho de Cristo, fato esquecido pelos assalariados pelo dízimo das igrejas nos dias de hoje, onde os “ministeriais” despojam de carros importados, mansões em áreas nobres e etc.

    ‘Pequei, porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus? Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado. Porque os irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei. Como a verdade de Cristo está em mim, esta glória não me será impedida nas regiões da Acaia. Por quê? Porque não vos amo? Deus o sabe. Mas o que eu faço o farei, para cortar ocasião aos que buscam ocasião, a fim de que, naquilo em que se gloriam, sejam achados assim como nós. Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras’. (II Cor. 11.1-15)

    Significado de fraudulento é: Todo artifício empregado com o fim de enganar uma pessoa e causar-lhe prejuízo. A fraude traduz a intenção de procurar uma vantagem indevida, patrimonial ou não.

    Este significado se aplicava aos falsos apóstolos (ou, evangelistas da época) e se aplica e muito nos “evangelistas” da atualidade.

    Viver do evangelho, em nossos tempos, imitando severamente os tempos apostólicos seria a pregação evangelho à um determinado local onde a igreja ainda se encontra em crescimento espiritual e também que os evangelistas estejam impossibilitados de exercer sua profissão ou de trabalhar (isto responde o porque Paulo foi “assalariado” pela igreja da Macedônia, pois a profissão do apóstolo Paulo era fazer tendas Ats. 18.3), algo impossível de se ligar nos dias de hoje, visto que todos possuem condições de trabalho em inúmeras profissões.

    Não entendo o porque em algumas igrejas, os anciãos, cooperadores e diáconos e os demais membros do ministério conseguem pregar o evangelho e ainda trabalham para se manter, e em outras denominações são inventadas inúmeras desculpas para se isentar do trabalho, como os demais membros comuns da igreja.

    Algumas denominações possuem até faculdade para formar “pastores” credenciados, ou seja o dom vem dos estudos e Deus ficou em segundo plano. Uma tremenda blasfêmia compartilhada à uma heresia! Esta faculdade inclusive, vem sendo muito procurada, afinal, aquele que adquire o diploma e arruma um bom emprego (ou, ministério), ganha salário compatível ao de um engenheiro.

    ‘Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia; Como em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade. Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente. Pedindo-nos com muitos rogos que aceitássemos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus’. (II Cor 8.1-6)

    Na passagem citada até pelo próprio irmão, o apóstolo Paulo deixa bem claro que os macedônios, foram generosos em lhe dar ‘salário’, (apesar de algumas pessoas ligarem o salário dito pelo apóstolo ao dinheiro), neste contexto, mostra exatamente que a igreja, NÃO SENDO OBRIGADA À ASSALARIAR o apóstolo, agiu com generosidade e voluntariedade em lhe ‘assalariar’ , algo notório nos dias de hoje, pois os ministérios ao cobrar o dízimo, uma de suas prioridades é realizar o pagamento (dinheiro) dos “pastores”, distorcendo o ‘voluntário’ e ‘generoso’ pelo OBRIGATÓRIO.

    Outras passagens que é possível enxergar que o ‘viver do evangelho’ e ‘salário’ não esta ligada ao dinheiro, são estas (sempre dispensadas pelos defensores da remuneração dos ministeriais):

    ‘E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai.’ (Mat.10.8)

    Dificilmente vemos nos dias de hoje a frase dita por Jesus Cristo: ‘…de graça recebestes, de graça dai’. O Senhor Jesus se referia aos dons dispensados por Deus para com os homens, portanto, torna-se notório a ligação dos dons pelo amor ao ‘salário’ (ou, dinheiro) propriamente dito.

    ‘Todos os servos que estão debaixo do jugo estimem a seus senhores por dignos de toda a honra, para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados. E os que têm senhores crentes não os desprezem, por serem irmãos; antes os sirvam melhor, porque eles, que participam do benefício, são crentes e amados. Isto ensina e exorta. Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas, Perversas contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais. Mas é grande ganho a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão’. (I TIM. 6.1-11)

    Nesta passagem o apóstolo Paulo deixa bem claro à Timóteo que o contentamento daqueles que querem ‘viver do evangelho’ ou não, que devem se ‘contentar’ com o simples ‘sustento’ de terem com o que se ‘cobrir’. Pois está claro que, não foram todas as igrejas ‘generosas’ e ‘voluntarias’ em ajudar o apóstolo Paulo, como foi a igreja da Macedônia. Prova disto está em I Cor. 4.11 e II Cor. 11.23-27.

    Nas epistolas dos apóstolos Judas (verso 3 ao 25) e de Pedro (II Ped. 2. 1-22) é citado Balaão, que foi o primeiro a ganhar ouro e prata (dinheiro) com os seus dons.

    Todos os membros do ministério devem trabalhar para não serem pesados à igreja (II Tes. 2.9).

    Em nenhum momento minhas retaliações isentam os irmãos ministeriais ou não, de serem ajudados pela igreja quando estiverem em má situação financeira, por este motivo, temos os irmãos diáconos na igreja que administram esta causa sob a guia de Deus, e suprem as necessidades de nossos irmãos através da obra da piedade, como já deve ser de conhecimento do próprio irmão.

    Por isso irmão Ricardo, defendo as doutrinas da Congregação, pelo fato de serem bíblicas, isto torna a obra de Deus maravilhosa e imaculada.

    Obs.: Não sou teu inimigo, muito menos quero me ser teu inimigo, sou teu irmão, amo ao irmão com amor fraternal, disto o irmão pode ter certeza (Deus é minha testemunha)!

    Deus lhe abençoe!

    Obs.: Irmão, o dízimo não é aplicavel à igreja Cristã.

    • bereiano disse:

      Irmão César, que interpretação você faz para Mateus 23:23 e Lucas 11:42?
      E como devemos entender as últimas instruções de cada versículo, feitas pelo Senhpor Jesus?

      “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que ‘dizimais’ a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei – o juízo, a misericórdia e a fé; deveis porém fazer estas coisas, e não omitir aquelas”.

      “Mas ai de vós friseus, que ‘dizimais’ a hortelã, a arruda e toda hortaliça, e desprezam o juízo e o amor de Deus. Importa fazer estas coisas, e não deixar as outras”.

      • A paz de Deus irmão Ricardo!

        Nesta passagem vemos claramente que o Senhor Jesus estava advertindo os fariseus, pois eles dizimavam o melhor que tinham, mas se esqueciam do principal que é o amor, misericórdia, fé e o juízo de Deus. Como observamos sempre nas Escrituras, os fariseus faziam sempre para chamar a atenção dos homens e deixando o principal, que é alcançar a atenção de Deus.

        Concordo que nesta passagem, Jesus Cristo estava ensinando os fariseus à não apenas dizimarem do melhor e omitindo o principal. O foco estava sendo deixado de lado.

        Mas vale lembrar que até o presente momento, o véu do templo permanecia sem se rasgar, portanto, a lei mosaica ainda não estava abolida, ou seja, os fariseus ainda estavam debaixo da lei.

        Após a “morte” de Jesus Cristo, o véu se rasgou, sendo assim, firmou-se o Novo Pacto (ou, Novo Testamento). No Novo Testamento, os cristãos colaboravam voluntariamente (II Cor.9.7), ou seja, não era imposto nenhum índice matemático (ou, 10%) para que os cristãos colaborassem com a igreja.

        Creio que apenas esta explicação seja suficiente, mas caso o irmão queira detalhes, terei o maior prazer em lhe escrever.

        Deus lhe abençoe!

  4. Pra mim, esse dilema todo é muito fácil de ser resolvido.

    É bíblico o sustento dos obreiros (não estamos falando de ‘salário’ conforme o conhecemos hoje)? É. O apóstolo Paulo mesmo reconhece, ao dizer que não usufruia de um direito que os apóstolos tinham – isto é, de serem sustentados pela igreja.

    Paulo, nesse caso, foi muito sensato, ao abdicar de seu próprio direito a favor da propagação do evangelho. Por isso acho, por equivalência, muito sensata a posição da Congregação, ao abster-se também de sustentar seus ministros.

    Evidentemente, há as exceções. E, de novo, considero que a Congregação acerta. Quando, por exemplo, os irmãos estão em viagem, eles são custeados pela igreja. Isto é, eles não usam seu orçamento pessoal para desenvolver seu ministério. De certa forma, é uma maneira de sustento ministerial feito pela própria igreja.

    Anciães que desenvolvem trabalhos regionais, por exemplo, acabam tendo custo muito elevado de locomoção e hospedagem. Todos esses custos são cobertos pelo Caixa de Viagem.

    De novo: em um mundo capitalista, onde facilmente o dinheiro corrompe, acho muito sensata a postura da Congregação Cristã – embora, evidentemente, e de acordo com Paulo, exista, de fato, o direito dos ministros serem sustentados integralmente pela igreja.

    Sigamos o exemplo de Paulo, então.

  5. Muito boa sua colocação irmão Juliano, principalmente no salário da época não ser o mesmo salário de nossa atualidade. Sobre o salário citado na bíblia, claramente é explicado que este ‘salário’ não é necessariamente o dinheiro, e sim o ‘salário’ de ser sustentado com relação a alimentação e vestes. É notório que os apóstolos ganharam ouro ou prata com a pregação do evangelho. Quem obter argumentos além do que está escrito, com certeza se baseia em teologia, e não nas Escrituras.

    Sobre imitarmos o apóstolo Paulo, novamente, concordo com o irmão.

    ‘Sede meus imitadores, como também eu de Cristo’. (I Cor. 11.1)

  6. irmão Gaio disse:

    o engraçado é que quando os pastores entendem que o assunto se refere a dinheiro, as cartas de Paulo valem até hoje; mas quando entendem que o assunto não se refere a dinheiro, caso do véu, ósculo santo, etc…, aí as cartas de Paulo não valem, é cultural, usos e costumes da época de Paulo. É tudo muito engraçado. OS PASTORES SÃO PARASITAS DA FÉ, VAGABUNDOS DO EVANGELHO, CÃES GULOSOS.

  7. não são bíblicos dizimos e nem sustentos de pastores para que se cobrem o dizimo precisaria que os pastores fossem levitas porque o dizimo eram pagos aos livitas pos guando Jesus veio foi tudo mudado ele nunca pediu dizimo e nem cobrava para pregar portanto dízimo e salario de pastores são ant bíblicos e quem oferta dizimo esta contra a palavra de Deus recebeste de graça degraça dai

    • Sim Gedillma, está corretíssima, inclusive nesta semana o Cooperador disse que se o irmão quisesse dar 20% ou 50 % estava liberado, a CCB aceitaria pois não há mais limites pra se ofertar.

      A Paz.

      Claudio (CCB min Brás).

    • A construção de templos nos dias de hoje tambem não tem base bíblica.

      A Paz.

      Claudio (CCB min Brás)

  8. Zuza alexandre disse:

    Em 1992 dei inicio em servir a deus na ccb.e vi uma placa que ja estava atras da porta.essa placa. Estava a verdade.e disia.
    Jesus cristo e a cabeca da igreja
    O espirito santo e a lei para guiar seus fieis em toda verdade e a
    caridade e o vincolo da perfeicao
    Essa placa deveria esistir ate hoje

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