É ler para crer!

Enviado por: Romário Cardoso (Atenção: há uma nova versão)

véu

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O FUNDAMENTO DO USO DO VÉU

INTRODUÇÃO (ver versão atualizada)

As igrejas cristãs de todas as épocas e em todos os lugares, são concordantes entre si afirmando ser, o nosso Senhor Jesus Cristo o “cabeça”(autoridade) da igreja de Deus .

Esse mesmo ensino pode ser observado nas cartas de Paulo às igrejas. Todas as denominações Cristãs professam essa fé, entretanto, pergunto: Onde, nas Escrituras Cristãs esse mesmo ensino (doutrina) é desenvolvido dando esclarecimentos tão profundos em seu significado? A resposta óbvia é…”1° Coríntios 11.1-16”.

O assunto do uso do véu pelas irmãs deve, não só ser aplicado, pois, também envolve o interesse Divino em que seus filhos “saibam”( I Cor. 11.3 ) da importância da figura ou significado existente em 1º Cor.11.1-16, e o que isso representa para Deus, para os anjos, à igreja e para a doutrina apostólica, pelo fato de escrever tal ensino ocupando mais da metade do capítulo onze, tratando somente do assunto, o ato do homem “descobrir” a cabeça, enquanto a mulher “cobre” a sua, o que isso representa ? Afinal, na concepção Divina, o que estamos dizendo ou proclamando quando obedecemos ou desobedecemos tal mandamento? – É isso mesmo o que veremos logo a seguir.

Antes de examinarmos 1º Cor. 11.1-16, devemos tomar cuidado, pois que tal epístola também é estendível aos Cristãos de todos os lugares, 1º Cor. 1: 1-2, (ARC-ARA-NTLH). Caso o contexto acima apontado esteja obscuro, que venha a dificultar o entendimento para algum irmão, irei expôr aqui , uma tradução de fácil compreensão,isto é,a Nova Tradução na Linguagem de Hoje : “ Eu, Paulo, que fui chamado pela vontade de Deus para ser apóstolo de Cristo Jesus, escrevo, junto com o irmão Sóstenes, esta carta à igreja de Deus que está na cidade de Corinto. Escrevo a todos os que, pela sua união com Cristo Jesus, foram chamados para pertencerem ao povo de Deus. Esta carta é também para aqueles que em todos os lugares adoram o nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso” (1º Cor.1:1-2, Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH – SBB ) .[Grifo meu].

Vs.1-2. – Nos versos 1-2, Paulo apresenta a necessidade de imitarmos o apóstolo em seu zelo de seguir a Cristo e seu ensino, devemos imitá-lo, fazer como ele. Exortando ainda, deu-lhes o dever de “reter” (segurar firme, não abrir mão)dos“preceitos ou tradições”(gr. paradosis = tradição ), que é o mesmo que “receber e transmitir ensinamentos à geração seguinte”; assim, ele recebeu do Senhor e transmitiu à igreja.

V. 3 – Principiando a aplicação do ensino, Paulo, sob a atuação do Espírito Santo, revela que a vontade de Deus é que “saibamos”, isto é, não sejamos “ignorantes” do significado daquilo que o Senhor havia ordenado. O primeiro significado importante, é o simbolismo do vocábulo “cabeça”(gr. kephalê ): – “ Cristo é a cabeça de todo varão, e o varão, a cabeça da mulher, e Deus ,a cabeça de Cristo”. Neste simbolismo de “cabeça”, se entende e interpreta por “chefia” ou “autoridade “, assim, Cristo é a “autoridade”(cabeça) do homem, o homem “autoridade” (cabeça) da mulher, e Deus é a “ autoridade”(cabeça) de Cristo.

V.4 – Nesse verso, é ensino do Espírito Santo, que “todo homem que ora ou profetiza tendo a cabeça coberta, desonra a própria cabeça”. Sendo, portanto , “cabeça” figura de “autoridade”, o homem cobrindo-a, estará “cobrindo” ou “escondendo” no culto, aquele que exerce autoridade sobre si,isto é, CRISTO ; estará proclamando(simbolicamente) que a autoridade dEle não está sendo reconhecida ali; expondo-o à “desonra”(gr.kataischunõ = confundir, humilhar, desonrar, envergonhar). Com esse ato, pergunto : – Quem estará exercendo a autoridade no culto se, simbolicamente, essa autoridade está “coberta, escondida” ?

Certamente a resposta por trás desse ato é que há uma “outra”(gr. heteros) autoridade “descoberta” na igreja que não seja a de Cristo. Assim, é bom voltarmos ao verso 3 e lermos, “ mas quero que saibais” !

Vs. 5-6 – Dando prosseguimento, nestes versos, o Espírito Santo nos transmite um ensino muito importante, o qual devemos tomar todo o cuidado para que em nada possamos ofender a Deus e sua “Sabedoria” (Cristo). O Senhor, na sua onisciência, não nos deixou um estatuto imperfeito. “ Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta, desonra sua própria “cabeça” ( v.5); isto é, o “homem” !

Assim, a mulher estará proclamando através desse ato exterior, que está desonrando o homem, sua “cabeça” ou autoridade, tudo isso no culto, que deveria ser para honra e glória de Deus, quem isso afirma é a “Escritura” e não o servo de Deus que faz este comentário ! Então, como anteriormente foi feito uma pergunta sobre quem estaria exercendo a “ autoridade” no culto, a resposta é que, no ato do homem cobrir a sua “cabeça”(autoridade) e a mulher descobrir a sua “cabeça” (autoridade); irrefutavelmente, a própria Escritura está ensinando que “não só” o homem está exercendo sua “autoridade”(cabeça da mulher descoberta), mas a mulher está manifestando a sua própria “glória”( v.14) , enquanto a autoridade de Cristo e glória de Deus que deveria ser “descoberta e manifestada”, foi coberta, ocultada!

Ficaria incompleta esta matéria, se não fosse exposta aqui uma questão : – “ Quando o homem está com a sua cabeça “descoberta” e da mesma forma a mulher se apresentar com a cabeça “descoberta” na reunião de adoração, fica claro que, duas cabeças estão descobertas, assumindo ( figurativamente) a autoridade na igreja” !! Quanto a isso, Deus deixou claro ao ordenar ao homem descobrir a cabeça e a mulher cobrir a sua . Para a igreja reunida, em culto de adoração a Deus, o Senhor estabeleceu, somente uma “cabeça” (autoridade) sobre a igreja, a de Cristo Jesus, seu Filho amado ! Portanto, prezado irmão, não cubra sua “cabeça” na reunião dos santos, e você irmã, cubra a sua “cabeça” no culto, para que a “autoridade” do homem seja coberta , escondida, diante da supremacia de Cristo, com este ato, você está também cobrindo sua “glória”(cabelo comprido) e somente é manifesta “uma” glória, a de Deus, e somente “uma” autoridade, a

de Cristo Jesus, nosso Senhor! Aleluia!

Porém, se a mulher não se cobrir com véu, há o IMPERATIVO que “rape” ou que se “tosquie” ! Esse imperativo é que, pelo fato dela não se cobrir, estará expondo sua “cabeça” (ou autoridade) à vergonha, desonra; assim, “rapando” a cabeça também estará destituída de “glória”(cabelo comprido), tornando assim, como as que rapam a cabeça , significando sem autoridade e sem glória . Destarte, se para ela é coisa indecente o tosquiar-se ou rapar, “que se cubra”, isto é, use véu .

“ Que se cubra ”, no original grego é “ katakaluptesthô ”,cujo verbo é “ katakaluptô ” o qual está na 3ª pessoa do singular, no tempo PRESENTE do IMPERATIVO . Assim, o véu de que aqui se fala não é o “cabelo” do verso 15; pois, presentemente, Paulo não iria ordenar às nossas irmãs a pôr “ cabelo ” (?) quando estavam na reunião de adoração, naquela época, creio eu, não existia “ implante “ de “cabelo” como nos dia atuais ( só se for peruca) . Assim , como o verbo está no modo IMPERATIVO, é uma ordem ou mandato ! Este ensinamento de 1° Coríntios 11. 1-16, contém doutrina para o homem e para a mulher, e se opõe ao que alguns intérpretes sugerem, dizendo ser um “ costume ” puramente oriental.

A Escritura contradiz abertamente esses intérpretes ,ao dizer : “ O homem, pois, não deve cobrir a cabeça” ( gr. ouk opheilei katakaluptesthai ), significa literalmente “ não deve trazer algo sobre ( a cabeça ). “Acompanhado de um advérbio de negação “ouk”, o presente do imperativo proíbe uma ação que está em andamento, ou que está se repetindo, deve cessar, deve acabar ” ! ( Noções do Grego Bíblico – Gramática Fundamental , pág. 269). Obs : Tal mandamento proibitivo ocorreu pela presença de Cristãos judeus ( Atos 18. 4 ), pois, estes, segundo o costume e ensino rabínico “cobriam” ( e cobrem) suas cabeças quando oravam , vejam ,1º Cor.11.1-16 não está transmitindo “costume” do judaísmo aos gregos, pois aqueles cobriam e cobrem a cabeça, até ao dia de hoje, 1º Cor.11.1-16 “ PRO-Í-BE” !!!

Quem realmente conhece os costumes do judaísmo e até mesmo entre os muçulmanos, sabem que estou falando a verdade , os ensinos do apóstolo à igreja difere dos costumes da época, aliás , é nova, pois faz parte da “boas novas” . Em a “ Nova Enciclopédia

Barsa, volume 13, pág. 458 ” no assunto “Talmude”, observa-se os rabinos “lendo”(ensinando) o Talmude com a “cabeça” coberta, como um reflexo de que não reconhecem a “autoridade” (cabeça) Messiânica de Jesus !

Destarte, no “ Dicionário Vine “, que mostra o significado Exegético e Expositivo das palavras do Antigo e Novo Testamento, no vocábulo “ descoberta”, contém as seguintes afirmações :

Descoberta

akatakaluptos, “descoberta” ( fornecido de a, elemento de negação, e katakaluptô, “cobrir”), é usado em I Cor. 11.5,13 (“descoberta”), com referência à injunção proibindo as mulheres estarem sem “véu” ou “ descobertas “ nas reuniões da igreja . || Pouco importando que tipo de cobertura seja, deve estar na cabeça como “ sinal de poderio” ( I Cor.11.10), cujo significado é indicado em 1 Cor. 11.3 no assunto de supremacia , e cujas razões são dadas em 1 Cor. 11.7-9 e na frase “por causa dos anjos”(1 Cor. 11.10), intimando o testemunho e interesse deles naquilo que indica a supremacia de Cristo. As injunções não era nem judaicas, que exigiam que os homens cobrissem a cabeça na oração, nem gregas, pelas quais homens e mulheres ficavam igualmente com a cabeça “descoberta”. As instruções do apóstolo Paulo eram “ mandamentos do Senhor”(1 Cor.14.37) e eram para todas as igrejas ( 1 Cor. 14.33,34) “ . (Dicionário Vine-CPAD, pág.

547) .

OBS: O Dicionário Vine é aprovado pelo “ Conselho de Doutrina da CPAD “ .

Para quem ignora o significado de “injunção” é MAN-DA-MEN-TO !

Em o “Manual da Escola Dominical ”(publicação da CPAD) pág. 81, o qual ensina a diferênça entre “ costume e doutrina “ , ensina que um costume é LOCAL mas uma doutrina é GERAL ! Conforme demonstrado no início da matéria a epístola aos Coríntios é estendível aos cristãos de TODOS os lugares; também, demonstrado pelo Dicionário Vine, as instruções do apóstolo Paulo, no assunto supracitado, eram para TODAS AS IGREJAS !!

Como já demonstrado acima pelo “Dicionário Vine”, as mulheres no mundo grego pagão não cobriam as cabeças ( igualzinho nos dias de hoje), nos cultos, e ordena as que estão em Cristo para “cobrir”( v.6), Ora, a mulher que verdadeiramente está revestida de submissão interior , não se revestirá de submissão exterior ao mandamento Divino ( escreveu sob inspiração) em cobrir a “cabeça” (autoridade) na reunião de adoração ? Outrossim , no mundo oriental judaico e árabe, as mulheres são proibidas ao saírem de casa ( Nova Enciclopédia Barsa , volume 8, pág. 226, vocábulo “ Israel ” ) seja onde for, de se apresentar em público com a cabeça “descoberta” ( amostra em figura ).

O Espírito Santo em 1 Cor. 11.1-16, ensina totalmente diferente, quando não estiverem no ajuntamento santo (seja onde for) o cabelo é dado em lugar de véu, ocupando o lugar, não orando ou profetizando ( v.15).

A prova do que estou afirmando? É a Escritura, única fonte da verdade que emana de Deus! Ao ordenar “que ponha o véu”, o verbo“ pôr” está na 3ª pessoa, no modo imperativo do presente, impossível maior clareza! Isso mostra e indica que “antes” de estar no culto, no ajuntamento santo, a mulher se encontrava sem o véu, o cabelo, como diz o texto, estava ocupando o lugar, para isso foi dado em lugar, mas quando ora ou profetiza, “que ponha” o véu, já não é o cabelo, isso já foi esmiuçado anteriormente, assim, a conclusão é : A Escritura não diria ” que ponha” se elas viessem de fora com o “véu” (mantilha), mas que “ permaneça ou continue” ! “Katakaluptesthô”, cujo verbo é “katakaluptô”, está no modo imperativo, aqui, ”o modo imperativo expressa uma ordem ou mandato.

Nesta passagem, a vontade apela direta e afirmativamente à outra” ( Noções do Grego Bíblico). O tempo verbal grego koinê PRESENTE , indica que o verbo no caso acima, não está ligado, preso ao passado, mas “que está acontecendo, estado incompleto, em andamento” ( onde ? )

Nos países onde a mulher é proibida em sair de casa tendo a cabeça descoberta, não há problema algum em obedecer, uma vez que a palavra de Deus está regulando um problema interno, o modo do homem e da mulher se apresentar na reunião de adoração, referente ao culto , e não de um problema externo.

ENTENDENDO A QUESTÂO DA GLÓRIA

V .7 – Da mesma forma que a mulher tem mandamento de cobrir a “cabeça”(autoridade), o homem tem igual mandamento de “descobrir” a sua “cabeça”(autoridade) por ser “ imagem e glória de Deus”, mas a mulher é a “glória do varão”; de fato, a “glória de Deus” não pode ser “coberta” ou “escondida” na igreja, mas descoberta e manifestada ! O ato do homem não cobrir sua cabeça física, é um reflexo espiritual de que a glória de Deus , juntamente com a autoridade de Cristo se faz presente, quando nos reunimos para adorá-lo. Irmãos, o significado do ensino de 1° Cor. 11.1-16, é mui belo e maravilhoso, nos tráz conhecimento daquilo que foi dito no princípio : “ Quero que saibais”(…) .

Vs . 8-9 – Os versos 8 e 9, nos leva de volta à narração da criação, em Gênesis, não para mostrar “superioridade” do varão em relação à mulher; pois, diante de Deus, homem e mulher são iguais em valor, em importância; todos foram comprados pelo mesmo preço de Sangue ( Gl 3.28; I Cor. 12.13),o ensino é que, numa adoração conjunta, ambos tem “funções” representativos na igreja concernente à “cabeça” (autoridade), funções estas que devem ser respeitadas à luz da palavra de Deus .

V. 10 – “Por isso a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio por causa dos anjos” . Assim, amados, o uso do véu também tem uma “causa”, essa causa são os “anjos”; “deve”(gr. opheilei) vem de “dever”, obrigação resultante dos preceitos ou mandamentos da honra. Essa afirmação da Escritura derriba por terra o fraco argumento ou disfarce da “cultura” como muitos afirmam. Pois, os anjos são celestiais. Destarte, eles já presenciaram insubordinação no céu ( João 8.44; Ap.12..7-8-9) como também na terra ( Gn 3.11-Vs). Ou pensa o caro leitor que os anjos não estão mais ativos na igreja do séc. XXI, nos dias atuais, observando-nos( Lc 1.19; Hb 1.14; Sl 34.7) ? Essa subordinação à autoridade de Cristo no culto, é algo que os próprios anjos compreendem quando a mulher se cobre e o homem descobre a sua cabeça.

Há os que afirmam que o uso do véu era por “causa” das prostitutas cultuais existentes em Corinto, tal interpretação é uma aberração à regra fundamental da hermenêutica: ” A bíblia interpreta a própria Bíblia, ou seja, a Bíblia por si mesma se explica” !

E, a bíblia se explicando, diz que é por “causa”dos anjos, nós na CCB, não temos o“ costume” de confundir “anjos” com “prostitutas”, o que é uma “o-fen-sa” à palavra de Deus e aos anjos !!! Assim, com este ato de submissão por parte da igreja à Cristo,os anjos se regozijam ao contemplarem que a igreja reconhece unicamente a autoridade de Cristo e uma glória (de Deus) sendo manifestada no ato de cobrir(a mulher) e descobrir(o homem) a cabeça na reunião de adoração e, o nosso Deus é glorificado.

Vs. 11–12 – Dando continuidade, os versos 11 e 12, nos ensina que tanto homem quanto mulher provém um do outro, dependendo assim mutuamente no Senhor, e que todas as coisas provém de Deus; isto é,o nosso Deus é Soberano e independente .

V. 13 – No verso 13, a igreja que estava em Corinto deveria julgar a questão do véu, entre eles mesmos, porém, sempre pautados nos ensinos do apóstolo, tanto é que, a mesma igreja precisava de suas orientações, sobre várias “coisas”( 1º Cor. 7) não tendo, portanto, como resolver por si própria, assuntos doutrinários. E a resposta esperada seria um “não”, pois caso pendessem para as mulheres estarem com a cabeça “descoberta” na reunião de adoração, deveriam “rapar ou tosquiar” a cabeça (1º Cor. 11.6), o que seria uma desonra ou ausência de glória, portanto uma ordem para a mulher rapar ou tosquiar-se caso contendessem o ensino apostólico.

Vs. 14-15 – É ensino apostólico o homem não usar “cabelo comprido” (gr. komaô) por ser “desonroso”, por outro lado para a mulher o usar “cabelo comprido”( gr. komê) lhe é uma “glória” ou “honra”(gr. doxa = honra , glória). Por isso mesmo o cabelo comprido lhe foi dado em lugar de véu. Ora, sendo o homem a “glória de Deus”, e a mulher “glória” do homem, porventura a mulher ficará sem “glória” ? É óbvio que não. Pois, o texto afirma que o cabelo comprido lhe é uma “glória”. Por essa razão mesmo, de ser para ela uma glória ,no culto ela tem de “cobri-la” ,e quando se cobre, estará cobrindo a “glória do homem” juntamente com sua própria glória; Deus é glorificado tendo a sua glória descoberta na igreja,pois essa glória mediante esse ensino, indica que Ele não quer dividir com ninguém !

O cabelo lhe foi dado em lugar de véu, quando a sua cabeça se encontrar descoberta, não na reunião de culto e adoração a Deus. O Senhor, em sua sabedoria, não deixou um tamanho padrão para o comprimento do cabelo, pois, o crescimento do cabelo pode variar de mulher para mulher, sou cabeleireiro e falo com conhecimento de causa; “komê”, indica não pôr empecilho ou obstáculo para impedir o crescimento do mesmo.

Também, é digno de nota atentarmos para a expressão do verso 15 que diz, “ foi dado em lugar de “cobertura” (véu ); esse “foi dado” (gr. dedotai) indica o tempo “passado”, anterior à reunião de adoração a Deus; enquanto o verbo “cobrir” ou “pôr”( verso 6) indica o tempo “presente”, encontrando-se no ajuntamento santo . Assim, o cabelo é dado em lugar de véu não estando a mulher na reunião da igreja, no caso de se encontrar a igreja reunida, eis o mandamento para a mulher, que se encontra no tempo presente, “QUE SE CUBRA”. Tem mais, ainda não acabei, a expressão “ cobrir”(gr. katakaluptô)a qual se encontra no verso 6, referente em cobrir-se com véu, difere da expressão em lugar de “cobertura” (gr.peribolaion), o substantivo deverbativo “peribolaion” arremete para o verbo “perilabô” que significa “lançar ,colocar ao redor”.

V. 16 – “Se alguém quiser ser contencioso, saiba que nós não temos tal costume e nem as igrejas de Deus”. Ora, “CONTENCIOSO”, nada mais é do que aquele que não está revestido de submissão ao ensino supracitado. “Contencioso” (gr. philoneikos) é o mesmo que “ amante da contenda, litigioso, brigão “ . Paulo encerra o assunto, dizendo que “ nós “ ( ministério) não temos tal ” costume ” e nem as “igrejas” ( plural) de Deus .

Assim, é verídico o que escreveu o nosso amado irmão Ismael, dizendo: “A correta aplicação deste ensino nos remete à relação de autoridade que existe entre Deus e os homens. O véu ilustra um ensino de Deus, é símbolo de algo maior e ilustra uma relação de ordem na criação de Deus.”(Ismael)

Também, o doutor Robert H. Gundry, no tocante ao uso do véu, faz um comentário em seu livro:

“O véu cobria a cabeça, e não o rosto. Era, ao mesmo tempo, símbolo da subordinação da mulher ao homem e do respeito que a mulher merece. As mulheres cristãs de Corínto, no entanto, mui naturalmente estavam seguindo os costumes das mulheres gregas, as quais conservavam a cabeça descoberta quando adoravam. Por conseguinte, Paulo assevera que é vergonhoso uma mulher cristã orar ou profetizar na igreja com a cabeça sem véu. Por outro lado, Paulo se manifesta contrariamente à prática dos homens judeus e romanos, os quais oravam com a cabeça coberta, e ordena que os varôes crentes orem e profetizem de cabeça descoberta, como sinal da autoridade de que estão investidos”. ( Panorama do Novo Testamento – Robert H. Gundry, Ph. D. – pág. 314).

PS : Alguns comentaristas afirmam que o significado “interno” da submissão contida em I Cor. 11.1-16 permanece; enquanto o ato “externo” do uso do véu “não é válido”(?) para os dias atuais. Tais comentaristas se encontram revestidos de tamanha “autoridade” (?) que se acham no direito de suprimir este ou aquele MANDAMENTO , suplantando assim, a autoridade da própria SAGRADA ESCRITURA , definindo assim, qual mandamento é válido ou … “vencido” (?). Destarte, ignorais, que a ” insubmissão do ato ” externo , não põe a descoberto a insubmissão do homem interior, do EGO ? Irrefutalvelmente , SIM! “Será, que a “autoridade” (?) deles é superior à autoridade apostólica ? Vejamos , pois, a “origem” do que Paulo ensinava e pregava : “ Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não recebi nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo”.( Gl 1.11-12; I Cor. 14.37 – ARC).

Assim, essas “coisas” que Paulo escreveu, era, e é destinada aos Cristãos de “TODOS” os lugares. Esse mandamento do Senhor é para a mulher se “cobrir” no culto de adoração, mas o silogismo dos homens ( Ef. 4.14) ensina na “contramão” da palavra de Deus, dizendo que…“não precisa”ou “não é válido”(?) para os dias atuais.

O ensino contido em 1° coríntios 11.1-16, conclue enfaticamente que o Senhor Jesus é a única “cabeça”(autoridade) descoberta na igreja, e que somente uma “glória” é manifestada em nosso meio, a Glória de Deus; assim, o ensino contido em I Cor. 11.1-16 enfatiza que, o Senhor Jesus é o cabeça da igreja!!!

O que passar disso é:

1- Homem tendo a “cabeça” descoberta no culto = Autoridade e Glória de Deus descoberta(figurativamente) no culto.

2- Mulher tendo a “cabeça” descoberta no culto = Autoridade e glória do homem descobertas (figurativamente) no culto, além da “mulher” estar manifestando a sua própria glória, isto é, cabelo comprido “descoberto”.

Resumindo, duas autoridades(cabeças) manifestas no culto e três glórias presentes na reunião de adoração? Essa é a razão das “glórias” humanas e “autoridade” do homem serem cobertos na oração e na profecia.

Prezado leitor(a) , deixo aqui uma pergunta:

Muitos dizem que não precisa a mulher se cobrir com véu; a quem tu serves e procuras agradar, a “homens ou a Deus” ( Gl. 1.10) ?

Pense nisso!!

OBS: A matéria acima, foi elaborada para mostrar que o ensino de 1° Coríntios 11.1-16, não se coaduna com o “costume” da época, é diferente, “santo” (separado) e NOVO !

Que Deus vos abençoe ricamente.

Sobre o autor: Romário N. Cardoso é membro da Congregação Cristã no Brasil desde a data de 11 de julho de 1993, sendo chamado às fileiras do Exército do Senhor Jesus, para “combater pela fé que uma vez foi dada aos santos”.

Que a paz de Deus, a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, e a comunhão do Espírito Santo, seja convosco. Amém .

Romário N. Cardoso

BIBLIOGRAFIA:

Novo Testamento Interlinear Grego-Português – SBB;

Dicionário do Grego do Novo Testamento – Paulos;

Noções do Grego Bíblico – Gramática fundamental – Vida nova;

Dicionário Vine -O Significado Exegético e Expositivo das Palavras do Antigo e Novo Testamento – CPAD;

Panorama do Novo Testamento-Robert H. Gundry, PH. D.;

Manual da Escola Dominical – CPAD;

Nova Enciclopédia Barsa.

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Comentários em: "O Fundamento do Uso do Véu" (76)

  1. Caro Ricardo, o irmão Romário, foi muito objetivo nesse texto, embora, não saiba quem seja este irmão.

    Concordo com tudo o que ele escreveu, no entanto, cada escritor vê no véu um simbolismo, como ele mesmo discorreu tão bem. Eu até pouco tempo concordava com ensino sobre as meretrizes de Corinto, hoje já penso diferente.

    Entretanto, a problemática que vejo em relação ao uso do Véu por nossas irmãs diz respeito, unicamente, ao fato de esse uso as faça superiores às irmãs de outras denominações.

    Ora, Cristo não está dividido.

    É fato de que há inúmeras igrejas evangélicas onde as mulheres usam véu, inclusive as Assembleias de Deus Italianas.

    Mas afinal, até que ponto o véu interfere na nossa salvação?

    O véu não deve ser motivo para falta de comunhão entre as denominações, nem mesmo para ‘turbinar’ o ego das irmãs e dos pregadores que fazem do uso do véu, a questão primordial entre a igreja verdadeira ( leia-se CCB ) e as igrejas falsas ( leia-se outras denominações ).

    Bão é isso,

    Abraço.

  2. bereiano disse:

    Caro Daniel,

    Sim, o texto do Romário está muito bem elaborado.
    Para mim o que está em pauta em 1Co 11, não é a questão do véu, sim a submissão da mulher ao marido, da igreja a Cristo e de todos a Deus.

    Conforme as regras hermenêuticas, as doutrinas bíblicas possuem paralelos e não devemos estudar um versículo ou texto isoladamente.

    Os paralelos para 1Co11 são Ef 5:22-33 e Col 3:18-25. Já nos primeiros versículos de cada bloco (Ef v. 22; Cl v.18) observaremos a primeira exortação: As mulheres são submissa aos seus maridos. O que não significa que são inferiores como deixa claro os últimos versículos (Ef v.33; Cl v.25), confirmando 1Co 11:11,12.

    A doutrina que temos é: O casal é uma só carne (corpo)sendo o homem a cabeça desse corpo.

    Verdade prática:A mulher está sujeita ao seu marido e este deve dedicar a ela toda o seu amor, cuidado e atenção.

    O véu é uma questão secundária, um ‘sinal’ (1Co11:10) ou símbolo da verdadeira doutrina, que recomendo como um ‘costume’ que deve ser mantido, porém nunca deve ser um assunto ‘contencioso’(litigioso; sujeito a dúvidas, reclamações e contestação) entre as igrejas.

    Tenhamos: Nas coisas fundamentais: unidade; nas coisas secundárias: liberdade.

    • Visitei um site de uma das Assembleias de Deus na Itália e em nenhumas das fotos ví irmãs com véus nas cabeças!

  3. Por isso mesmo, Paulo adverte: “Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus”; vs. 16…
    O que era “indecente”, nos dias de Paulo, não mais o é em nossos dias?; imagine uma igreja nos dias apostólicos, fazendo visita a outra; exe.: Os Corintios visitando os tessalônicos ou vice-versa?.(julgando que essa doutrina seja secundária?), iria criar um impasse tremendo, não é mesmo?
    O problema não está, no objeto(véu) em si, mas sim, na submissão ou insubmissão à doutrina;
    Se fossemos admitir, olhando por esse prisma(escolha), então os “romanistas”, teriam suas razões, em adorarem da forma que adoram a Deus…
    Grato!

  4. As mulheres salvas devem cobrir suas cabeças com um véu durante as reuniões da igreja. Não por costume ou preconceito, mas por obediência à Palavra de Deus, pelos motivos enumerados abaixo:

    1) Há uma distinção entre os sexos, estabelecida por Deus (veja I Co 11:3-9; I Tm 2:11-14; Ef 5:22-28). Não é uma diferença qualitativa (um não é melhor que o outro), nem prioritária (um não é mais importante que o outro), mas sim uma diferença posicional (o homem é cabeça da mulher).

    2) A ordem divina estabelece que, nas reuniões publicas da igreja, as irmãs devem cobrir suas cabeças (veja I Co 11:5-15). Para uma mulher temente a Deus, nem seria necessário que o Senhor explicasse o motivo desta ordem; Ele mandou, nós obedecemos.

    3) A glória de Deus é destacada através do véu. A Bíblia fala de três glórias em I Co 11; 1-16. A glória de Deus (que é o homem, v. 7), a gloria do homem (que é a mulher, v.7) e a gloria da mulher (que é seu cabelo cumprido, v.15; a palavra traduzida “honroso” é a mesma traduzida “glória” no v.7). Ao cobrir-se com o véu, a mulher está, em figura, cobrindo a sua glória (seu cabelo) e a glória do homem (ela própria), sendo que apenas a glória de Deus fica evidente (v.7).

    4) Esta prática é “sinal de poderio” (I Co 11:16). Os anjos, observando a atitude submissa das irmãs que usam véu, estão vendo uma figura da ordem divina.

    5) Obedecê-la é nosso dever (I Co 11:16). As irmãs que se recusam a usar o véu, e os irmãos que as apóiam, são descritos como sendo “contenciosos”. Que Deus nos poupe desta atitude de rebeldia, e crie em nossos corações uma obediência sincera à Sua Palavra.

    W. J. W.

  5. Adorei a explicação.
    Não faço parte da irmandade e também não frequento nenhuma igreja. Há um tempo venho estudando sobre a CCB. E realmente estou encantada com suas doutrinas. Semana passada visitei uma Igreja CCB de minha cidade. Gostei muito! Me senti muito bem durante o culto!
    Mas tenho uma dúvida em relação ao véu. Não questionando o seu uso, pois para mim depois de todos os textos que ja li, especialmente o seu que acabei de ler, não há mais o que questionar. Mas, por exemplo, fiz uma visita, na próxima vez que for a um culto ja posso usar o véu?
    Ou só quem faz parte da irmandade tem esse direito?
    Sinto como se não fosse merecedora de usá-lo!

    Aguardo retorno
    E mais uma vez, parabéns por este blog.

  6. Muito bem! O estudo está responsável e bem escrito no ponto de vista acadêmico. Porém, nota-se claramente o exclusivismo e a exclusão na prática de costumes de povos de outras culturas.

    Salvar pessoas parece mais interessante do que ficar eternamente discutindo sobre doutrinas secundárias, como falou o irmão.

    Na carta aos Hebreus lemos como estes ficavam disputando as doutrinas, e ele aconselhou-os a pararem de fazer isso para poderem crescer na fé, ou seriam sempre meninos não podendo desfrutar das coisas mais profundas.

    Cristãos dizimaram muitos povos impondo seus costumes. Mataram cristãos em guerras, defendendo a fé, e tudo mais que sabemos. Portanto o que cabe ao cristão não-ignorante? Pregar costumes que levam as dissenções?

    Cultura é coisa humana!

    A cultura de Deus é o amor.

    ἀγάπη

    Um Abraço!

  7. Será, queridos, que a autoridade de Cristo e glória de Deus são doutrinas…SECUNDÁRIAS para a igreja de Deus?

    Não é disso que o texto Bíblico está tratando? Leiam minha matéria com mais circunspeção.

    Sim, a “cultura de Deus é o amor”, porém, tal amor tendo a “glória de Deus e autoridade de Cristo” como assuntos secundários, terá alguma correlação com a cultura de Deus?

    Fiat lux!

    • Wagner Ortiz disse:

      Cultura Humana é isso:

      “A quipá (em hebraico כיפה, kipá, “cúpula”, “abóbada” ou “arco”) ou yarmulke (em iídiche יאַרמלקע, yarmlke, do polonês jarmułka, que significa “boina”), é um pequeno chapéu em forma de circunferência, semelhante ao solidéu, utilizada pelos judeus tanto como símbolo da religião como símbolo de “temor a Deus”.

      O Talmude enfatiza a necessidade de se ter sempre o temor a Deus sobre nossas cabeças. A maioria dos judeus utiliza a quipá apenas em ocasiões solenes e de devoção, enquanto alguns utilizam-no o dia inteiro, ilustrando a necessidade de se temer a Deus em todos os momentos da vida.

      O surgimento da quipá e o sentido inicial do seu uso dentro do judaísmo até hoje não tem uma explicação satisfatória. (mesmo caso do véu) No entanto, durante muito tempo seu uso não foi obrigatório. (não há registro e nenhuma igreja cristã depois do século II que usasse véu) Somente no século XIX, diante do perigo da assimilação, os ortodoxos instituiram a obrigatoriedade do uso.

      Certas ramificações, como os caraítas, não seguem esse costume.
      De acordo com a tradição, apenas homens devem usar quipá, ainda que nos tempos modernos ramificações não-ortodoxas do judaísmo permitam que as mulheres também a utilizem. Seu uso é usualmente associado ao reconhecimento da superioridade divina sobre o ser humano, sendo o símbolo de humildade perante o criador e de submissão à sua vontade.”

      Fonte: Revista Hebraica

      Não é interessante amados que os judeus tenham o costume oposto aos narrados por vocês. E não é curioso que se o véu, que ainda existe em certas culturas, não é mencionado no Talmude e outras escrituras como é por Paulo? Será que Jesus mandou as mulheres que seguiam usarem o véu e homens quipá? Paulo tem mais autoridade do que Jesus? Jesus usava que tipo de vestimenta? Vestidos? Ora, ele era um homem? E os gentios, qual foi a decisão quanto aos costumes dos judeus serem impostos sobre eles? São costumes ou não?

      Por isso digo, temos que ter tolerância, a cultura humana para nada serve.

      Outro exemplo é a música. Na CCB se toca músicas na maioria escritas no século XIX por cristãos diversos, porém seguem um padrão “hino” da época. Mas, alguém sabe como eram as músicas de Davi? Mesmo que tivessêmos, nunca conseguiríamos executar um salmo como ele, nos instrumentos de época e tudo mais. São costumes? E os tempos mudam?

      Bem, a CCB tem mostrado coisas boas, os louvo por isso, mas há as coisa que são tristes e não adianta discutir, pois são os horáculos de Deus. Contudo, os amo, quer com véu, quer sem véu. Um certo dia uma mulher perguntou a Cristo onde deveria adorar a Deus, se era no templo de Jerusalém ou no monte Gerezim ele disse: devemos adorá-lo em espírito e verdade, pois Ele procura tais adoradores!

      A Paz e Um abraço!!!

  8. Romário N. Cardoso disse:

    Caro Wagner Ortiz, Os ensinos de Paulo diferem do judaismo, isso é incontestável. Sim, é interessante o modo como Paulo menciona a cobertura sobre a cabeça da mulher e proíbe o homem em cobrir a sua cabeça, nisso está a diferênça, o ponto que é contraste tanto no judaísmo quanto no islamismo; de fato, traz significado espiritual entre o povp de Deus quando se reune para louvar a Deus. Não… o ensino cristão é o homem não cobrir sua cabeça e a mulher cobrir a sua cabeça. O Senhor Jesus foi quem disse: “Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não podeis suportar agora, mas quando vier o Espírito da verdade, ele vos guiará em toda a verdade e não falará por sí mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que há de vir”.

    Sendo Assim, o mesmo Jesus estava anunciando ensinos que seriam entregue à igreja pelo Espírito Santo. Sendo o uso do véu um destes mesmos ensinos dados pelo Espírito à Paulo.

    Ora, sendo tal ensino entregue a Paulo pelo Espírito Santo, não é o mesmo de ter sido entregue por Jesus a Paulo? Não foi Jesus quem falou da vinda do “Parakleto” e que nos ensinaria o “muito que Jesus ainda tinha a dizer”?

    Quanto à vestimenta, sobre o “qual tipo,” Paulo, em 1º Cor.11.1-16 está entregando “mandamento”(preceito – ARA) sobre o cobrir a cabeça que é parte superior do corpo e não a parte inferior, uma vez que o mesmo apóstolo era côncio que as irmãs já estavam com o corpo coberto… “com pudor e modéstia”, sendo templo do Espírito Santo.

    O texto está claro demais e não é preciso entrar em mais detalhes:

    “Jesus Cristo é a única autoridade descoberta em nossas reuniões de adoração e somente a glória de Deus é descoberto entre nós (isso é costume ou doutrina?)”.

  9. Romário N. Cardoso disse:

    “Jesus Cristo é a única autoridade descoberta em nossas reuniões de adoração e somente a glória de Deus é descoberto entre nós (isso é costume ou doutrina?)”.

    Já pensou Paulo entrando em uma sinagoga pregando aos judeus varões em não cobrir a cabeça quando oram?

    Qual seria a reação de qualquer judeu ortodoxo à Paulo?

    Estaria ele pregando na mesma linha teológica judaica seguindo os seus… “costumes”?

    Qualquer um que realmente conhece sobre costume dos judeus ortodoxos, saberia com facilidade que Paulo os contraria quando diz para os varões não cobrirem a cabeça na oração.

    Apenas confira, já que publicou artigos de outros, resolví fazer o mesmo:

    “Outra obrigação do homem judeu é cobrir a cabeça, principalmente durante as orações, bênçãos, dentro da sinagoga ou de outro recinto sagrado. Esta obrigação não provém de nenhuma injunção bíblica, é um sinal de reverência a D’us (Trat. Shabat, 156b), uma forma de reconhecer que há Alguém acima de nós.

    O costume pode ter-se iniciado na época do Templo Sagrado de Jerusalém, pois os Cohanim usavam um turbante enquanto oficiavam os serviços religiosos. Mas, sabe-se que na época talmúdica, todos os sábios cobriam a cabeça. Inúmeras fontes revelam que havia aqueles que não davam mais de quatro passos com a cabeça descoberta, “pois a Presença Divina paira sempre sobre a cabeça” (Tratados Shabat, 118b e Kidushin, 31a). O costume pode ter-se iniciado na época do Templo Sagrado de Jerusalém, pois os Cohanim usavam um turbante enquanto oficiavam os serviços religiosos. Mas, sabe-se que na época talmúdica, todos os sábios cobriam a cabeça. Inúmeras fontes revelam que havia aqueles que não davam mais de quatro passos com a cabeça descoberta, “pois a Presença Divina paira sempre sobre a cabeça” (Tratados Shabat, 118b e Kidushin, 31a).

    Nas gerações seguintes, o costume foi adotado por todos os judeus, principalmente durante as orações. Como no judaísmo, quando um costume se torna prática universalmente aceita, este adquire característica de lei, assim, o que era um sinal de fervor e respeito se transformou em um mandamento. Apesar de se poder usar qualquer tipo de chapéu para cobrir a cabeça, é costume usar a kipá, nome hebraico do pequeno solidéu tradicional, em iídiche yarmulke ou képele. Atualmente, pode-se reconhecer a que grupo religioso um judeu pertence pelo tipo de chapéu ou kipá usado.

    As mulheres, desde a época bíblica, cobrem a cabeça em público após o casamento, já que não é permitido a uma mulher casada mostrar seus cabelos, a não ser para o marido. O tipo de véu ou chapéu variou de acordo com a época e a sociedade. Hoje, por exemplo, há mulheres que cobrem o cabelo com chapéus e outras, com belas perucas. ”

    fonte: http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=748&p=0

  10. Wagner Ortiz disse:

    Romário, muito bem novamente. Agiu com espírito científico e citou texto de outros autores com suas devidas fontes. Isto é muito louvável.

    Porém, não cabe mais discutir sobre o assunto, visto que o irmão já está bem esclarecido, portanto não tem dúvidas quanto a usar véu seja doutrina primordial (não sei se para salvação, ou impedimento ou condenação).

    Sabe-se que Jesus nos deu o Espírito Santo, e Ele, como você citou, nos guiará. Fico contente por você abrir discussões sobre o assunto. Porém quero lembrá-lo que na carta aos Hebreus, o autor sugere sair dos primeiros rudimentos (batismo, juízo, imposição de mãos, etc.). Então, não façamos como os fariseus que ficavam perpetuamente discutindo o básico e não avançavam na fé.

    Escreva-me, tenho um estudo léxico-semântico dos falares dos evangélicos para publicação de um dicionário, e poderá ser interessante para você lê-lo.

    Um abraço e fique na paz!

    • Wagner Ortiz,

      Fico feliz pelo pedido em escrever à você.
      Gostaria de saber em qual igreja o nobre irmão congrega, sabe, gosto muito de examinar bons livros evangélicos(tenho alguns em casa). Não sou dado a livros que abordam assuntos superficiais, gosto de (como dizem alguns irmãos daquí) de dar um “mergulho”, isto é, de assuntos que abordam o profundo, de pontos aparentemente insignificantes mas que, após análize circunspecciosa descobre-se tesouros escondidos por detrás de um pequeno detalhe.

      A Escritura é maravilhosa, riquíssima, um tesouro inesgotável!!!

      Sabe, irmão, gostei de dialogar contigo; porém, quando pediu-me para escrevê-lo, esqueceu-se de deixar algum endereço eletrônico.

      Destarte, deixo o meu para possível contato: sakaledah@yahoo.com.br

      Um abraço fraternal.

      Romário N. Cardoso

      • PAZ Romário! Desculpe não responder. Não entrei mais no site, pois o trabalho é muito grande! Vamos nos corresponder escreva para wagner.ortizARROBAHOTMAILPONTOCOM

  11. Shalom achim! (que quer dizer: Paz, irmãos!) Sou israelita, criado no judaismo (conservador) e convertido ao “cristianismo”.Só uma coisa a dizer: Yeshua (Jesus) é a encarnação da shekhinah (glória) de Adonai. A antiguidade sua shekhinah se manifestou multiforme: nuvem, pilar de fogo, vento (abrindo o mar), etc. Por fim, sua shekhinah se manifestou como homem.Não estou falando da encarnação do D-us Vivo. Estou falando da encarnação de Sua glória, a mesma que vinha sobre o propiciatório da Arca, entre os cherubins. Yeshua é a manifestação humana da glória de D-us. Agora, digam-me, por favor: há diferença entre homem e mulher para D-us? Sua shekhinah não veio sobre ambos nos dias antigos? Quando sua shekhinah se manifestou no pilar de fogo, porventura não estava D-us se manifestando sobre o homem e a mulher (israelitas no êxodo)? Agora, digam-me, pode um tecido sobre a cabeça do homem ou da mulher, em ajuntamento solene (chamamos kehilat, em hebraico)indicar se a shekhinah de D-us está sendo respeitada ou vituperada? Senhores, lembrem-se, HaShem ( o Eterno), bendito seja!, não vê como o homem vê! Não julgueis pela aparência porque a glória de HaShem (bendito seja!) ultrapassa tudo, inclusive, tecido sobre a cabeça. Não estranhem de um israelita, criado no judaismo dizer isso. Digo com conhecimento de causa. E sobre os anjos presentes na kehilat: eles estão mais interessados na shekhinah do Eterno do que no véu! Podem apostar nisso! E mais: sou membra de uma Assembléia de Deus e quando estou no culto, uso o talith ( manto de oração dos judeus).E acreditem ou não, não deixo de receber a visitação do Eterno de Israel por causa disso.
    Shalom. Adonai Echad!
    Shmuel.

  12. Aí vai apenas um pouco de luz sobre o grego e o aramaico. Acho que isso deve ser levado em consideração, senhores!
    1 Coríntios 11 não proíbe o uso da kipá?
    Vamos ver o que o versículo diz no aramaico e entender o que ele realmente significa.
    Primeiramente, você deve entender que estamos tratando de um erro de tradução. Tanto o grego quanto o aramaico significam algo muito diferente da palavra comumente usada. Ou seja, aqueles que tentam provar que o uso da kipá é contra a Bíblia estão se baseando em apenas 1 versículo, e ainda por cima cuja tradução está errada!
    A tradução mais comum é:
    “Todo homem que ora ou profetiza com a cabeça coberta desonra a sua cabeça.” (1 Co. 11:4/ JFA)
    Contudo, a palavra no aramaico usada aqui é “ m’ kasai” . Esta palavra vem da mesma raiz de k’ sia, que significa “ ocultar” . Na tradução grega, a idéia é semelhante: encontramos a palavra
    “ kata” , que significa “ contra” , ou “ para baixo, como um véu pendurado” . Ou seja, fica bem claro aqui, tanto pelo aramaico original quanto pela tradução grega, que estamos falando aqui
    de um véu. Naquela época, o véu era uma vestimenta tipicamente feminina. Ou seja, Rav.Sha’ ul (Paulo) estava contrastando a adoração masculina com a feminina, e dizendo que os homens não devem se vestir como mulheres, exatamente como recomenda a Torá.
    Portanto, a tradução mais adequada é:
    “Todo homem que ora ou profetiza com um véu cobrindo a cabeça envergonha a sua
    cabeça.” (1 Co. 11:4 / BCHT 2.5, a partir do aramaico)
    Devemos ainda levar em consideração que Corinto era, na época, um grande centro de prostituição masculina. Lá, havia prostituição masculina nos templos de deuses pagãos como Apolo, Poseidon, e outros. Ou seja, aqui, a mensagem de Rav. Sha’ ul (Paulo) é clara: nada
    de travestismo! Isso não tem nada a ver com um homem usar kipá ou cobrir sua cabeça em oração. A questão aqui é o uso do véu!
    E o texto segue fazendo menção ao véu até o final:
    “Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça sem o véu envergonha a sua
    cabeça, porque é a mesma coisa como se estivesse rapada. Portanto, se a mulher não se cobre com véu, raspe-se também; se, porém, para a mulher é vergonhoso ser tosquiada ou rapada, cubra-se com véu. Pois o homem, na verdade, não deve usar véu sobre a cabeça, porque é a imagem e glória de Elohim; mas a mulher é a glória do homem. Porque o
    homem não proveio da mulher, mas a mulher do homem; nem foi o homem criado por causa da mulher, mas sim, a mulher por causa do homem. Portanto, a mulher deve trazer sobre a cabeça um véu em sinal de autoridade, por causa dos anjos.” (1 Coríntios 11:5-10 / BCHT
    2.5, a partir do aramaico)
    Vemos aqui bem claramente que o texto não fala de qualquer tipo de cobertura de cabeça, mas sim do véu. Ou seja, usar tal texto para dizer que a Bíblia proíbe o uso da kipá é um erro muito grande, além de contradizer o Tanach (Primeiro Testamento), como vimos anteriormente.

  13. David HaMelech (O Rei David), um homem segundo o coração do Eterno, estava adorando com a cabeça coberta quando suas orações foram atendidas. Em Sh’muel 15:30-37, David foi ao monte das oliveiras (exatamente como Yeshua fez posteriormente) chorando, descalço,
    e com sua cabeça coberta. E TODOS cobriram suas cabeças e subiram chorando… e David disse: “Ó Eterno, oro a Ti…” David estava buscando a face do Eterno, pedindo por socorro. E
    ele estava orando com a cabeça coberta. Se o Eterno o atendeu, então por que alguns condenam o uso da cobertura da cabeça?

    • Por causo disso:
      “Todo o homem que ora ou profetiza, tendo a cabeça coberta, desonra a sua própria cabeça” 1Co 11:4

    • O irmão bareiano foi muito feliz indicando o “I Cor. 11.4”. Se a Escritura Cristã assim nos ensina, não podemos ir além do que está escrito.

      Afinal, Paulo, o apóstolo dos gentios escreveu dizendo:

      “11.2 – E louvo-vos, irmãos, porque em tudo vos lembrais de mim e retendes os preceitos como vo-los entreguei.”

      Portanto, queridos, devemos “reter” tais preceitos “como vo-los entreguei”.

      Alguém mandou Daví cobrir a cabeça ou descobrir?

      Porém, ao varão é dito que “NÃO DEVE” (I Cor. 11.7), mas à mulher “DEVE” (I Cor.11.10).

      Portanto, para um bom entendedor nada mais precisa.

      Um Abraço Fraternal.

      Romário

  14. Li a resposta dada valendo-se de ICo.11.4. Longe de mim duvidar da revelação de D-us, mas lamento não poder continuar com a argumentação. A igreja do Eterno é israelita, extendida aos gentios por Sua Graça Inefável visto que para salvação D-us não faz acepção de pessoas. Parabéns aos que usam nossas tradições em seus cultos. Parabéns também aos que não usam e se esforçam para andar com D-us. Uma coisa apenas para encerrar minha visitas: A palavra glória, em hebraico kavôd, literalmente significa “pesar” ou “ ser pesado”. O conceito representa a presença de D-us entre os seres humanos, que deixa uma impressão altamente significativa entre eles. É importante saber que a glória é característica intrínseca de D-us. Não é o reconhecimento, nem o louvor que Suas criaturas e filhos prestam que tornam D-us glorioso. D-us é glorioso independente de tudo e de todos. A palavra glória usada por Paulo não é kavod. Portanto não se refere a Gloria do Eterno. Verifiquem isso. A questão se chama “costume”. E ao irmão que falou sobre Davi ter usado o talith para invocar a Deus: querido irmão, se Sh´aul (Paulo) teve sua glória (que não é kavod! – pois essa palavra só se aplica a D-us), Davi tbm teve: a fundação de Yerushalaim – a cidade de Davi chamada de A Cidade do Grande Rei (Jesus). Antes de questionar um patriarca judeu como Davi, questione mais o uso da palavra “costume”, “tradição”.
    Adonai levarech Yeshua Kehilat – o SENHOR abençõe a igreja de Jesus.
    Adeus.

    • Paulo escreveu usando o idioma grego koiné para escrever suas epístolas às igrejas.

      O vocábulo glória, tal qual se encontra nas Escrituras gregas cristãs(principalmente I Cor.11) é “doxa”, cujo significado é “honra,glória”. De fato, se a mulher não se cobre com véu na oração e na profecia a Escritura não deixa meio termo dizendo que “desonra sua cabeça”. Da mesma forma o varão, se orar com a cabeça coberta está a “desonrar a sua cabeça”.

      O uso do véu no culto cristão ensina verdades espirituais estabelecidas por Deus, envolve a questão da “glória, honra”(gr.doxa) e finaliza dizendo em não sermos “contenciosos” a tal ensino: “nós”[1ª pessoa do plural] não temos tal costume e nem as igrejas de Deus.

      Costume é local, ao passo que uma doutrina é geral.

  15. Oi. O irmão Shmuel me falou desse site e resolvi entrar para ler. Honestamente, sou judeu! Shmuel é meu amigo é crê que Jesus é o Messias. Eu não! Mas como o assunto é uso do véu, não posso deixar de ficar impressionado com que foi escrito citando essa carta do tal apóstolo. Façam um favor e tentem entender que o D-us de Yisrael está pouco se lixando para mantos, mantilhas, véus, grinaldas, kipá, tefilihn, e outras coisas do tipo. Será que dá pra alguém acordar esse povo aí? E olha que sou judeu,hein? rsrsrsrsr – Mas valeu pela defesa dos costumes de nosso povo.
    Elijah Uri Lam

    • Oi, Elijah.

      É costume dos varões judeus orar com a cabeça descoberta?

      Segundo o que tenho pesquisado em sites de judeus, eles cobrem a cabeça quando oram a D-us.

      O apóstolo Paulo, que também era judeu da tribo de Benjamim, contradiz tal costume do judaismo, dizendo:

      11.4 –“Todo homem que ora ou profetiza, tendo a cabeça coberta, desonra a sua própria cabeça.”(1º Cor. 11.4).

      O apóstolo sendo um judeu diz que TODO varão que ORA ou PROFETIZA, tendo a cabeça coberta, DESONRA sua própria CABEÇA!

      Mas segundo o costume judaico, os varões oram tendo a cabeça coberta; assim não pode ser costume vosso o que o apóstolo está ensinando, pois contraria de frente o vosso costume. Enquanto para o judaísmo é uma honra o varão ter a cabeça coberta na oração, para o apóstolo constitui-se em DESONRA.

      Como assim? Ora, enquanto para o judaísmo o varão ter a cabeça coberta tem um significado, para o cristianismo tem “outro”(gr.heteros) significado.

      Devemos entender esse significado cristão à luz da Escritura, e não formar opinião diferente dela.

      Paulo assevera que TODO varão que ora tendo a cabeça COBERTA está a desonrar a sua CABEÇA, isto é, Cristo Jesus:

      11.3 –“Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo varão, e o varão, a cabeça da mulher; e Deus, a cabeça de Cristo.”(1º Cor. 11.3).

      Se o nosso Deus, bendito seja o seu nome, estivesse “pouco lixando” para o que isso representa, não teria dado mandamento sobre o assunto.

      Pois, no cristianismo apostólico, é explicado dando exemplos no que isso simbolisa.

      Ora, se todo varão ora com a cabeça coberta, isso implica em que ele não está reconhecendo a autoridade de Cristo na igreja, pois que está cobrindo a sua “CABEÇA”, isto é Cristo. Doutra forma, tendo o varão a CABEÇA descoberta na oração, estará transmitindo através desse ato que sua CABEÇA(que é Cristo) está assumindo a autoridade no culto, enquanto a mulher estará transmitindo tendo a CABEÇA coberta, que a autoridade dela (que é varão) está COBERTA diante da ÚNICA CABEÇA descoberta na igreja, isto é Cristo.

      Destarte, o Ensino é que, Jesus Cristo é a Unica AUTORIDADE descoberta na igreja, por isso que a igreja está reunida em Nome dEle, isto é, na AUTORIDADE do seu Nome.

      Lembrando, que no grego koiné, o termo “CABEÇA” é “kephale”; para ser mais claro, “kephale” denota “chefia, autoridade”.

      11.3 –“Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo varão, e o varão, a cabeça da mulher; e Deus, a cabeça de Cristo.”(1º Cor. 11.3).

      Comentário: Principiando a aplicação do ensino, Paulo, sob a atuação do Espírito Santo, revela que a vontade de Deus é que “saibamos”, isto é, não sejamos “ignorantes” do significado daquilo que o Senhor havia ordenado. O primeiro significado importante, é o simbolismo do vocábulo “cabeça”(gr. kephalê ): – “ Cristo é a cabeça de todo varão, e o varão, a cabeça da mulher, e Deus ,a cabeça de Cristo”.

      Neste simbolismo de “cabeça,” se entende e interpreta por “chefia” ou “autoridade,“ assim, Cristo é a “autoridade”(cabeça) do homem, o homem “autoridade” (cabeça) da mulher, e Deus é a “ autoridade”(cabeça) de Cristo.”

    • Prezado senhor,
      fui informado eletronicamente de um post cujo nome de quem postou poderia levar alguém mais desavisado a pensar que fui eu quem postei. Por isso esclareço que não sou “Elijah Uri Lam”, e não tenho idéia de quem seja.

      Atenciosamente,
      Uri Lam
      assistente do rabinato da CIP (Congregação Israelita Paulista)
      estudante de rabinato, HUC, Jerusalem

  16. Pergunta feita pelo nobre irmão shmuel:”Agora, digam-me, por favor: há diferença entre homem e mulher para D-us?”

    Resposta:Diante de Deus homem e mulher são iguais. Porém, o mandamento do uso do véu está alicerçado em o que o homem e a mulher representam.

    O homem tem a função de cabeça da mulher, ao passo que a cabeça do homem é Cristo. Quando a mulher cobre sua cabeça está ilustrando com isso que no culto apenas uma cabeça está descoberta no culto, isto é, Cristo; e não o homem.

    Antes de se adentrar questionando o uso ou desuso, sugiro que examine no contexto, como de praxe, para que venha a entender o que isso representa dentro do conceito apostólico.

    Ninguém aquí está questionando um patriarca judeu como Daví. O fato de eu ter feito a pergunta sobre quem mandou Daví cobrir ou descobrir a cabeça, caberia uma resposta mais objetiva em vez de evasiva. A resposta talvez seria:

    “[…] Esta obrigação não provém de nenhuma injunção bíblica, é um sinal de reverência a D’us (Trat. Shabat, 156b), […].”

    Fonte:http://www.morasha.com.br/conteudo/artigos/artigos_view.asp?a=748&p=0

    Destarte, no Novo Testamento é dado vários exemplos que enfatizam o uso do véu na igreja pela mulher, são os seguintes:

    1) O homem é a cabeça da mulher;

    2) Honra a sua cabeça;

    3) O desuso implica em rapar ou tosquiar a cabeça;

    4) A mulher é a glória do varão;

    5) Tem como CAUSA os anjos;

    6) O cabelo crescido lhe é uma glória;

    7) Questionar seria contender ao ensino supracitado, esse não seria o papel da mulher cristã submissa ao ensino do Senhor.

    Quando a igreja recebeu a carta de Paulo, uma entre muitas coisas que os Cristãos de Corinto devem ter gravado em suas mentes para não contenderem o conteúdo da mesma, era:

    “SE ALGUNS DE VÓS CUIDA SER PROFETA, OU ESPIRITUAL, RECONHEÇA QUE AS COISAS QUE VOS ESCREVO SÃO MANDAMENTOS DO SENHOR”.( 1º Cor. 14.37)

    Continuando no versículo seguinte, Paulo assevera: “SE ALGUÉM IGNORAR, SERÁ IGNORADO”(ARA).

    Portanto, está aí descartado a hipótese do inócuo … ‘costume’.

    É MANDAMENTO:

    “DESCOBERTA

    akatakaluptos, “descoberta” ( fornecido de a, elemento de negação, e katakaluptô, “cobrir”), é usado em I Cor. 11.5,13 (“descoberta”), com referência à injunção proibindo as mulheres estarem sem “véu” ou “ descobertas “ nas reuniões da igreja . || Pouco importando que tipo de cobertura seja, deve estar na cabeça como “ sinal de poderio” ( I Cor.11.10), cujo significado é indicado em 1 Cor. 11.3 no assunto de supremacia , e cujas razões são dadas em 1 Cor. 11.7-9 e na frase “por causa dos anjos”(1 Cor. 11.10), intimando o testemunho e interesse deles naquilo que indica a supremacia de Cristo. As injunções não era nem judaicas, que exigiam que os homens cobrissem a cabeça na oração, nem gregas, pelas quais homens e mulheres ficavam igualmente com a cabeça “descoberta”. As instruções do apóstolo Paulo eram “ mandamentos do Senhor”(1 Cor.14.37) e eram para todas as igrejas ( 1 Cor. 14.33,34) “ . (Dicionário Exegético Vine – CPAD, pág.
    547).

    Ps.: O Dicionário Vine é aprovado pelo “ Conselho de Doutrina da CPAD ( Casa Publicadora das Assembléias de Deus.“

    Destarte, o mandamento está acima de qualquer “costume” que se opõe ao mandamento. Bem sabemos que não devemos desonrar a Deus quando um costume humano se opõe ao que o Eterno nos ordena em sua palavra. Isso vale para qualquer um.

    Devemos diferenciar entre costume e mandamento.

    Shalon el.

    Romário

  17. Romário

    Que a paz de Cristo seja o árbitro do teu coração!

    Li tudo que você postou percebendo inclusive a sua ênfase em PROVAR acerca da necessidade do uso do véu para se ter acesso a Deus.

    E aqui – justamente por já ter lido inclusive suas repetições – não quero ser enfadonha, mas tão somente falar acerca de algo básico e simples, assim como o é, O Evangelho do Jesus, cheio de Graça e Verdade que não confunde, posto que sua atitude histórica nada tem a ver com certas falas “teológicas”.

    E em meio a tanta exaltação em termos de “hermenêutica e exegese” para PROVAR por meio de performances e exterioridades sobre como se manifesta o amor de Deus, eu me ponho a observar as características literárias das cartas de Paulo.

    Ora, geralmente, ao se redigir uma carta- uma mensagem ou até mesmo um bilhetinho rápido- para alguém ou um grupo ESPECÍFICO, faz-se uma saudação de abertura. Isso é de praxe.

    Portanto, qualquer pessoa DESPIDA do ranço religioso e denominacional que souber LER e lançar mão de uma bíblia, vai poder constatar que tais cartas – ou epístolas – tinham UM destinatário certo, ainda que UM grupo, mas UM GRUPO ESPECÍFICO. Aliás, diga-se de passagem que a única que não está “endereçada” é a carta aos hebreus, (que inclusive não há um consenso sobre sua autoria) porém os estudiosos assim concluíram como sendo “AOS HEBREUS” devido justamente ao seu CONTEÚDO.

    E peço-lhe que se poupe de RE- repetições, pois como falei inicialmente, li com bastante atenção sobre tudo aqui postado.

    Por outro lado, o que diz o Ricardo em resposta ao Daniel, é que faz todo sentido. Essa analogia é que tem a ver com Jesus, é a única coisa aqui nesse espaço (acerca do enunciado em coríntios), que se aproxima da “doutrina” de Jesus posto que visa UNIDADE em amor.

    Ora, o que Paulo enfatiza ao povo de Corinto, é que a vida de um dos cônjuges, sendo cristão, (E AGINDO COMO TAL, LÓGICO!) pode vir a ser canal de bênçãos de Deus na vida do outro cônjuge e outros membros da família. ( 1Co 7:14.16)

    Em nenhuma parte da Bíblia existe referência que aponte para um Deus que aprove um marido opressor e manipulador, pois “Deus vos tem chamado à paz” (ICo 7.11); e muito menos Paulo, enquanto Embaixador de Cristo, cuja carta AOS CORÍNTIOS se baseia no AMOR como um caminho “sobremodo excelente”, ensinando que “o amor não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, (…) não se alegra com a injustiça”. (1Co13). Inclusive fala da real importância da fé e da esperança, mas coloca O AMOR como o principal deles. (ICo13.13)

    E quando ele diz aos efésios para a mulher ser submissa ao marido, deixa claro que o marido AME a mulher, comparando à relação de Cristo com a Igreja(Ef 5.23), numa alusão ao que Deus requer numa relação conjugal, pois ELE não quer submissão em detrimento da responsabilidade da esposa de andar em santidade e retidão diante dEle. Afinal, o marido não é Salvador e sim, protetor. Dessa forma, analogamente, na submissão VOLUNTÁRIA, a esposa serve a seu marido, com liberdade e dignidade, ASSIM COMO, a Igreja serve a Cristo.

    É assim que eu vejo também.
    Enfim, Jesus não está nem um pouquinho preocupado com exterioridades e sim com o coração. Lendo mais os Evangelhos aprendemos DELE e consequentemente vivemos conforme sua perspectiva e não de acordo com as performances estabelecidas.

    Não anulemos o sacrifício da Cruz com nossas lógicas acerca da semântica axiomática rss pois quem experimenta desse AMOR de forma visceral não perde tempo em explicações/convicções arbitrárias.

    Simplesmente carrega em si a LEVEZA do que se PROVOU em fé para uma vida EM LIBERDADE.

    E esse ACESSO é algo extraordinário que não tem hermenêutica que explique e que conduz a um relacionamento correto com Jesus.

    Afinal foi o próprio Paulo quem afirmou que qualquer interpretação que não seja centrada exclusivamente em Jesus é engano religioso que presume ler tudo o que foi dito como “interpretação correta”.

    Finalmente, convido-o a fazer a leitura do texto abaixo.

    http://www.caiofabio.com/2009/conteudo.asp?codigo=05440

    No final do texto, há acesso a outros links relacionados onde podem ser encontradas outras leituras complementares (e uma delas intitula-se “Jesus: a chave hermenêutica”) que são de grande valia para o que aqui foi exposto.

    Deus te abençõe.

    De alquém que já foi CCB, (se batizou, já usou véu, cabelo comprido, saia comprida, blusa de manga e sem decote) e que veio a ter o REAL encontro com Jesus depois de muito tempo que se despiu de tais exterioridades e literalmente FORA dos muros denominacionais.

    Regina Farias.

    R.

    • Romário N. Cardoso disse:

      Regina Farias

      Que a paz de Deus seja contigo.

      Se a ilustre interlocutora leu tudo o que foi postado pela minha pessoa, notará de que se trata o tópico supra. De fato, tantas ênfases se dão pelo mundo afora na tentativa em “provar” o desuso, nada mais natural que o uso seja defendido por nós, afinal, a ilustre interlocutora porventura não está argumentando que o mesmo seja inócuo?

      Veja bem, o que a levou a escrever neste tópico, porventura não foi em passar a “hermenêutica, exegese” bíblica na ênfase de “provar” que a Epístola aos Coríntios era puramente local?

      No entanto, examinando com circunspeção chegamos a algo oposto, se não, vejamos:

      “ Eu, Paulo, que fui chamado pela vontade de Deus para ser apóstolo de Cristo Jesus, escrevo, junto com o irmão Sóstenes, esta carta à igreja de Deus que está na cidade de Corinto. Escrevo a todos os que, pela sua união com Cristo Jesus, foram chamados para pertencerem ao povo de Deus. Esta carta é TAMBÉM para aqueles que EM TODOS OS LUGARES adoram o nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso” (1º Cor.1:1-2, Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH – SBB ) .[Grifo meu].

      Deu para perceber, a devida Epístola TAMBÉM era estendível aos cristãos de TODOS OS LUGARES, está aí, portanto, a própria Escritura confirmando que a mesma era não só para os Cristãos existentes em um “ÚNICO LUGAR” (Corínto), mas para os cristãos de TODOS OS LUGARES!

      Nisso, realmente, não me “confundo”, pois se a mesma tinha como destino um único lugar, alguém deveria corrigir Paulo quando mencionou TODOS OS LUGARES em vez de de um só. Caso tenha lido a minha matéria com espírito de circunspeção, notará que a mesma está realçando a mensagem simbólica que há no ato de cobrir e descobrir a cabeça, nada mais que isso.

      Afinal, todo cristão por mais que careça de entendimento sabe que a necessidade humana para se chegar a Deus é só por intermédio do Senhor Jesus, nEle todas as nossas necessidades são supridas.

      Destarte, é salutar responder que, o uso do véu é apenas UM dos MANDAMENTOS DO SENHOR ( 1º Cor. 14.37) contida na devida carta, e isso, cabe a nós servos colocar na prática, obedecer. Ora, sendo o uso do véu um ato “exterior” tem o seu simbolismo no “interior”, afinal, toda serva de Deus obediente no seu “interior” porventura também não o será no “exterior” quando assim é ordenado?

      O que diz a Escritura ? “Toda mulher que ora tendo a cabeça descoberta, desonra a sua cabeça”.

      Notou que a Escritura diz “TODA MULHER”?

      Pelo que entendo de língua portuguesa(e um pouquinho de grego) “TODA” tem está transmitindo uma idéia “GE-NE-RA-LI-ZA-DA”!

      Ou será que só havia mulheres cristãs em Corinto?

      Ora, e quem falou que o ensino do uso do véu não está centrado em Jesus?

      É por isso mesmo que a mulher DEVE cobrir a sua CABEÇA, tipificando a autoridade do homem coberta na igreja, ao passo que o homem com a cabeça descoberta estará transmitindo que sua CABEÇA que é CRISTO JESUS está exercendo sua AUTORIDADE em nosso meio, portanto DESCOBERTO.

      Ora, irmã, se realmente leu minha matéria verá de forma cristalina, que a mesma está centrada exclusivamente em Jesus do PRINCÍPIO ao FIM!

      Basta ler 1º Cor. 11.1-16 para sabermos que Paulo não estava no “engano religioso” quando transmitiu tal ensino na sua carta aos cristãos de Corinto e para os cristãos de TODOS OS LUGARES.

      Não obstante, em tudo o que Paulo escrevia CRISTO sempre foi o tema central e basta ler o contexto de 1º Cor. 11.1-16 para sabermos que o uso do véu não era “exceção” à regra paulina… ERA?

      Portanto, damos graças a Deus pelo modo como Ele nos ensina em sua eterna Palavra. Se a nobre interlocutora se sente bem dentro dos parâmetros ditos pela sua pessoa no término da sua missiva, isso é contigo e Deus.

      A nossa denominação nos ensina a estarmos dentro dos “MUROS” da palavra, assim, somos chamados de “PRESOS” do Senhor Jesus!

      A Santa Paz de Deus esteja em teu coração.

      Shalom El.

    • Laércio Xavier disse:

      Eu acho que o irmão Romário realmente deveria não perder seu preciso tempo com repetições, POIS O TEXTO, EXTRAÍDO DA BÍBLIA, ESTÁ EXPLICADO DE MENEIRA EXCELENTE. TESTEMUNHO PESSOAL : Sigo a Cristo na CCB porque CONFORME ESTÁ ESCRITO EM 2°PEDRO, CAPÍTULO 2, VERSÍCULO 21: ” Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que conhecendo-o, desviarem-se do SANTO MANDAMENTO QUE LHES FORA DADO”. Aliás, o capítulo inteiro é sobre ” OS FALSOS MESTRES ” bem comuns hoje 2000 anos depois. É so ler e entender, se DEUS permitir o emtendimento. Até mais.

  18. Romário N. Cardoso disse:

    Ps.:

    Como a irmã Regina Farias disse:

    “Ora, geralmente, ao se redigir uma carta- uma mensagem ou até mesmo um bilhetinho rápido- para alguém ou um grupo ESPECÍFICO, faz-se uma saudação de abertura. Isso é de praxe.”

    Basta colocar o entendimento da ilustre interlocutora para saber que no princípio das epístolas, na saudação, “como de praxe”, que Paulo não prende os seus escritos a cristãos locais apenas.

    Lendo a SEGUNDA Epístola de Paulo aos Coríntios, qualquer leitor superficial chegará a uma conclusão que a mesma não era destinada apenas para os cristãos de Corinto. A mesma Epístola era estendível aos cristãos de TODA a ACAIA! Portando não era local, mas REGIONAL.

    A PRIMEIRA Epístola, ao contrário, era para os cristãos de Corinto e aos que “EM TODOS OS LUGARES INVOCAM” o nome do Senhor Jesus.

    Será que SÓ em Corinto se INVOCAVA o nome do Senhor?

    Lendo outras epístolas, notamos Paulo ordenando que a epístola que está em determinada cidade também fosse lida em outra!

    Isso mostra que as cartas paulinas já percorriam de cidade para cidade.

    Um forte abraço fraternal a todos.

    Romário

  19. Romário,
    Graça e Paz!

    Perdão, mas com todo respeito e carinho, vejo-me forçada a discordar dos seus escritos mais uma vez.

    Observemos atentamente que A PRIMEIRA epístola – por meio da qual Paulo estabelece uma série de medidas disciplinares URGENTES – refere-se a questões ligadas ao povo de Corinto, UNICAMENTE.

    JÁ NA SEGUNDA CARTA – cujo tema é relacionado ao falso apostolado que se entranhava NA REGIÃO- é onde ele engloba a região inteira de Acaia, da qual Corinto era capital.

    E Acaia não é “todos os lugares”. Acaia é um lugar com limites geográficos.

    Paulo diz na sua saudação em SEGUNDA carta:
    “E a todos os santos EM TODA A ACAIA”. (grifos meus)

    De fato, tem algumas cartas, como a que foi escrita ao povo de Éfeso, que foram copiadas para circular em outras localidades vizinhas, assim como a de Colossos, que ele queria que fosse lida também em Laudicéia (Cl 4.16), cujo teor mais importante era a defesa do seu apostolado e o perigo do legalismo. Assim também como tem destinatários bem específicos, como no caso da carta AOS ROMANOS na qual ele alerta que “o cumprimento da lei é o AMOR” e a carta aos Hebreus (já citada por mim aqui) cujas descrições e contexto não deixam qualquer equívoco.

    E vejo ainda que esse suposto legalista é o mesmo que enfatiza aos gálatas a justificação pela fé APENAS e nessa CARTA endereçada a eles apresenta INSTRUÇÕES para a vida cristã e o curioso é que em nenhuma delas tem qualquer relação com performances e/ou exterioridades.

    Quanto ao que diz em 1Co 14.37 observe que é englobando tudo o que ele falou baseado nos mandamentos já determinados e não algo específico como um novo mandamento.

    (Aliás, o motivo do capítulo 14 – fugindo um pouco do nosso questionamento – que também era de cunho disciplinar, refere-se às mulheres em particular que oravam e profetizavam publicamente apresentando um tipo de desordem e fazendo confusão, daí Paulo ter sido sumário em sua “proibição”, visto que as mesmas não conseguiam refrear o “falar em êxtase”. Foi então que ele disse- dentro daquele contexto- que “Deus não é de confusão, e sim de paz”).

    É por isso que eu considero leviano citar um versículo assim isolado, pois findamos por atribuir a outrem o que é exclusivo de Deus e atribuindo a Deus o que é exclusivo de homens.

    O que me chama à atenção é que o mesmo suposto co-autor dos mandamentos diz em todas as suas epístolas:
    “A GRAÇA DE CRISTO é o fim de toda Lei e o começo-realizado de toda Vida, para a paz e a justiça de todo aquele que crê”!

    E, parafraseando-o em sua SEGUNDA carta aos coríntios, mais precisamente no capítulo 3: só em conversão ao Senhor – e não à denominação! – é que somos libertos dessa presunção “da observância da Lei” que coloca barreiras para a revelação da Graça.

    Finalmente, o que me levou a comentar foi devido à manifestação de Deus na minha vida, Sua real presença na minha existência, de forma LEVE e SUAVE, do jeitinho especial e único proposto pelo Autor das nossas vidas (Mt 11:28,29,30) transformando meu coração e minha vida, USANDO-ME em prol do Seu Amor pelo próximo, isso tendo sido – e sendo!- algo maravilhoso e totalmente LIBERTADOR e completamente FORA dos muros aprisionantes da religião, dos igrejismos, enfim, do denominacionismo imposto pelo homem arrogante com seus acréscimos/decréscimos como mostra a história da humanidade desde os tempos bíblicos e que não aceita a simplicidade desconcertante do Evangelho da GRAÇA de Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Aliás, diga-se de passagem que – ironicamente- a ênfase de Paulo na sua primeira carta, é justamente para o AMOR como dom supremo.

    NAQUELE, que ao subir às alturas, levou cativo o cativeiro,

    R.

    • Romário N. Cardoso disse:

      Graça e Paz, da parte de Deus Pai e da de nosso Senhor Jesus Cristo.

      Caríssima Regina, Vamos por partes:

      “Observemos atentamente que A PRIMEIRA epístola – por meio da qual Paulo estabelece uma série de medidas disciplinares URGENTES – refere-se a questões ligadas ao povo de Corinto, UNICAMENTE.”

      Refuto: Basta dar uma lida na saudação inicial da devida carta que, irrefutavelmente, a mesma era estendível aos cristãos de “todos os lugares”, entre conceito “pessoal” e a definição “bíblica” é sempre aconselhável a permanecermos na infalível declaração contida na palavra de Deus, esta não se contradiz.

      O fato de Paulo estender a missiva supracitada aos cristãos de todos os lugares é que, se os demais cristãos fora dos círculos de Corinto enfrentassem os mesmos problemas alí descritos saberiam pela mesma carta, que é “ABRANGENTE”, em como lidar caso os problemas de Corinto também chegasse até eles. Sabemos que os cristãos viajavam muito e caso alguém tentasse fermentar as outras ekklesiai de Deus, já tinham a orientação paulina em como resolvê-la. Destarte, é muito natural Paulo finalizar em 1º Cor.11.16 dizendo:

      V. 16 – “Se alguém quiser ser contencioso, saiba que nós não temos tal costume e nem AS IGREJAS (gr. hai ekklêsiai) de Deus.” (grifo meu).

      Você escreveu:

      “JÁ NA SEGUNDA CARTA – cujo tema é relacionado ao falso apostolado que se entranhava NA REGIÃO- é onde ele engloba a região inteira de Acaia, da qual Corinto era capital.
      E Acaia não é “todos os lugares”. Acaia é um lugar com limites geográficos. ”

      Refuto: Ora, a introdução da Segunda Carta tem a mesma introdução da PRIMEIRA CARTA. A única diferença é que a PRIMEIRA CARTA também era estendível aos cristãos de “TODOS O LUGARES”, a SEGUNDA CARTA porém, a estende apenas paras os cristãos da “ACAIA”.

      Como de praxe, é ilógico aceitar a Segunda Carta para toda a Acaia e negar a PRIMEIRA CARTA para TODOS OS LUGARES como apenas local.

      Para ser sincero, não tem como negar os Sol da Escritura com peneira. Se ela diz PARA TODOS OS LUGARES, quem sou eu para contradizê-la. Se cremos que “Toda Escritura é inspirada por Deus” temos de aceitar essa afirmação de “Todos os lugares”, caso contrário tentamos colocar na Escritura o que ela não diz, e creio que a Escritura não se contradiz. Afinal parece que muitos tem dificuldade em entender textos bíblicos, como o nosso dever é fazer claro a compreensão de textos bíblicos, eis, pois, aquí, uma tradução da fácil compreensão, isto é, a tradução da “Bíblia Viva”, confira:

      ” Para: Os cristãos de Corinto, convidados por Deus para serem seu povo, feitos dignos dele por obra de Cristo Jesus. E para: Todos os cristãos em toda parte – todos quantos invocam o nome de Jesus Cristo, Senhor nosso e deles também.”(1º Cor. 1.2, Bíblia viva).

      Diante do exposto, é impossível que não tenha entendida o sentido sacro do verso supra.

      Ninguém aquí disse que a “Acaia era TODOS OS LUGARES”, todos os lugares está contido apenas na “introdução” da PRIMEIRA CARTA e NÃO na segunda.Não confundamos(rss) a SEGUNDA missiva com a PRIMEIRA.

      Ambas as Cartas tratam de assuntos dos mais diversos, isso é inconfundível.

      A nobre interlocutora disse:

      “É por isso que eu considero leviano citar um versículo assim isolado, pois findamos por atribuir a outrem o que é exclusivo de Deus e atribuindo a Deus o que é exclusivo de homens.”

      Refuto: “Bem, em lugar algum estou citando um verso fora do seu contexto, isto é, “isolado”. É questão de hermenêutica sempre recorrer à lei do contexto, ou seja, examinar os versos que vem antes e depois para termos compreensão daquilo que lemos. O que não podemos fazer é desconsiderar o que está registrado na Escritura como “TODOS OS LUGARES”(inspirado por Deus) e formar opinião diversa como “Unicamente local”.

      De forma cristalina do exposto, acho inócuo qualquer tentativa contrária em refutar a introdução Paulina de 1º Coríntios 1.2:

      “Para: Os cristãos de Corinto, convidados por Deus para serem seu povo, feitos dignos dele por obra de Cristo Jesus. E para: Todos os cristãos em toda parte – todos quantos invocam o nome de Jesus Cristo, Senhor nosso e deles também.”(1º Cor. 1.2, Bíblia viva).

      O que passar disso é pura opinião diversa, contrária, oposta, pessoal e contraditória.

      Mediante a lucidez da Escritura, torna-se desnecessário refutar as demais opiniões da ilustre interlocutora, formulada logo acima.

      Assim, finalizo estas simples palavras.

      Shalom el.

      Romário

  20. Romário N. Cardoso disse:

    Ps.: Apenas um detalhe que não especifiquei:

    Qnado Paulo escreveu dizendo…”em todos os lugares”, esse “EM” na Escritura grega Cristâ é “EN”. Esse “en”, tem seu significado básico de “dentro de”.

    Assim, pode ser traduzido também como “DENTRO DE”(gr. en) TODOS OS LUGARES” ou “DENTRO DE (gr. en ) TODA PARTE”.

    Pelo exposto é inócuo dizer somente “DENTRO DE CORINTO”(que é apenas UM lugar e não DENTRO DE TODA PARTE) com o sentido pluralizado. Singular e plural não são termos iguais. o primeiro é de caráter específico e único, o segundo é de caráter abrangente.

    “Todo ou toda” indica a totalidade, sem exceção.

    Devemos estar atentos a termos gramaticais na Escritura também, confira:

    “Não pode haver verdadeira teologia bíblica, a menos que seja baseada em exegese bíblica sã, e não pode haver exegese bíblica sã, a menos que seja posto um firme fundamento textual e GRAMATICAL.” ( F. F. Bruce – Chefe do Departamento de Literatura de História Bíblica da Universidade de Sheffield – Dicionário Exegético Vine). (ênfase minha)

  21. Romário N. Cardoso disse:

    Errata:

    “Pelo exposto é inócuo dizer somente “DENTRO DE CORINTO”(que é apenas UM lugar e não DENTRO DE TODA PARTE) com o sentido pluralizado. Singular e plural não são termos iguais. o primeiro é de caráter específico e único, o segundo é de caráter abrangente.”

    Corrigindo:

    “Pelo exposto é inócuo dizer somente “DENTRO DE CORINTO”(que é apenas UM lugar e não DENTRO DE TODA PARTE) com o sentido singular.

    Singular e plural não são termos iguais. o primeiro é de caráter específico e único, o segundo é de caráter abrangente.”

    Assim era para os cristãos de “Corinto”( singular) e para os cristãos de “todos os lugares” (plural). Eis aí a abrangência.

  22. Romário N. Cardoso disse:

    Regina Farias escreveu:

    “Observemos atentamente que A PRIMEIRA epístola – por meio da qual Paulo estabelece uma série de medidas disciplinares URGENTES – refere-se a questões ligadas ao povo de Corinto, UNICAMENTE.”

    Romário:

    Irmã, embora Paulo esteja lidando com problemas
    de Corinto, a mesma carta foi endereçada também para o ensino dos Cristãos de todos os lugares, assim, todos recebem direção espiritual em como resolver problemas como os da cidade de Corinto.

    A carta, com todos os mandamentos dados pelo Senhor, seria exemplo para os Cristãos de toda parte onde que que fosse lida.

    Na “Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal”, dando introdução geral sobre a 1ª Carta aos Coríntios está escrito:

    “AUTOR : Paulo

    DESTINATÀRIOS: A igreja de Corinto e os Cristãos de todo o mundo.”

    Fonte: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.

    Assim, para mim o importante é saber que a Epístola supracitada não tinha como destinatários UNICAMENTE os cristãos de Corinto, mas também os de TODOS OS LUGARES.

    Outrossim, os ensinos aplicado em Corinto serve de exemplo a “todos os que em todos os lugares invocam o nome do Senhor Jesus, Senhor deles e nosso”.

    Sei que para você é importante defender o contrário de “TODOS OS LUGARES”, a intenção é mostrar que o uso do véu era uma questão “local”(?) e não “DE TODOS OS LUGARES”.

    Sendo MANDAMENTO à igreja de Deus, que assim não pratica estará se opondo a um mandamento Cristão. E bem sabemos que PECADO é a TRANSGRESSÃO de MANDAMENTO!

    Por isso é tão importante defender a importância da epístola ser destinada apenas à Corinto negando que a mesma era estendível a “TODOS OS LUGARES”!

    O resultado dessa crença? O Senhor a ordenou só para os cristãos de Corinto e não para as outras igrejas. Eis aí a causa do esforço em ‘provar’ um destinatário puramente ‘local’.

    Confira mais uma mesmíssima vez:

    […]”As instruções do apóstolo Paulo eram “ mandamentos do Senhor”(1 Cor.14.37) e eram para TODAS AS IGREJAS ( 1 Cor. 14.33,34) “ . (Dicionário Exegético Vine – CPAD, pág. 547). _ [ênfase minha].

    O Dicionário Vine é aprovado pelo “ Conselho de Doutrina da CPAD “.

    Sabe porque o uso do véu são mandamentos do Senhor para TODAS AS IGREJAS?

    Eu mesmo respondo tendo como base a Bíblia:

    ” Para: Os cristãos de Corinto, convidados por Deus para serem seu povo, feitos dignos dele por obra de Cristo Jesus. E para: Todos os cristãos em toda parte – todos quantos invocam o nome de Jesus Cristo, Senhor nosso e deles também.”(1º Cor. 1.2, Bíblia viva).

    Notou? diz : “E para:Todos os cristãos em toda parte – todos quantos invocam o nome de Jesus Cristo, Senhor nosso e deles também.”

    É por isso que é “mandamento do Senhor para todas as igrejas”, como bem especificou o doutor Vine em seu Dicionário Exegético.

    Agora, se onde a nobre irmã congrega as mulheres não se cobrem com véu, isso é com vocês e Deus. Nós na CCB não estamos interessados em ditar isso e mais aquilo nas crenças “fora dos muros denominacionais” ou “dentro dos muros denominacionais”.

    Apenas cremos que devemos cumprir os “mandamentos do Senhor” e obedecer a Ele, nada mais que isso.

    Isso é ensinado aos membros da CCB.

    Curioso é que, quando alguém se depara com algum irmão de pouca leitura Bíblica(somos ensinados a ler-mos constantemente a bíblia) lgo atacam dizendo que os membros da CCB são “analfabetos Bíblicos”, porém, quando deparam com um que lê e investiga mostrando várias literaturas bíblicas e léxicos gregos dando embasamento na matéria, já invertem dizendo estar em meio de “exaltação em termos de “hermenêutica e exegese”.

    Se temos pouco conhecimento acusam os membros da CCB de “ignorantes bíblico”( já fomos acusados po outros, não por você), se estudo chama-me de “exaltado em termos de hermenêutica e Exegese”?

    Em outras palavras, se não estudamos “falam” de nós e se estudamos também… “falam”!(arf!)

  23. Romário
    Graça e paz! (Eu de novo:)

    Olha, o que você fala gastando seu grego rss acerca de “TODOS” e “EM”, não tem jeito: refere-se mesmo ao povo que era da igreja EM CORINTO… SE BEM QUE também àqueles que, estando lá em Corinto, mas não na igreja recém formada, “invocavam O NOME”.

    Era uma carta ENDEREÇADA à comunidade cristã que se formava, PORÉM de cunho “extensivo” àqueles que LÁ EM CORINTO “invocavam o Nome”.

    Portanto, continua com característica literária de epístola, ou seja, com destinatário(s) específico(s).

    Se assim não fosse, ele não escreveria “aos coríntios” e sim uma carta aberta à população rss e estaria resolvida a questão. 🙂

    Você já parou pra PENSAR no contexto da época? Observe a urgência em se colocar ordem na bagunça à distância. (Já que ele morava em Éfeso na ocasião).

    Veja que entre as pessoas que Paulo menciona nesta carta específica estão os novos convertidos advindos das mais diferentes crenças, tais como judeus, gregos, aristocratas e escravos.

    Lendo tal carta, sob esse prisma, essa dinâmica, esse pano de fundo plural e diversificado, torna-se simples de entender que o que Paulo determinava como norma era sempre com o intuito de proteger os “fiéis” de falsos ensinamentos que corrompiam o que ele dizia/escrevia e que NADA tinha a ver com os conteúdos DO EVANGELHO.

    Por outro lado, observe ainda que a ele não interessava que se perpetuasse o que ele disse ali como norma local e disciplinadora, posto que para ele não havia esse futurão todo 🙂

    O “tempo” para ele, era uma coisa IMINENTE!

    Em outras palavras: suas determinações eram urgentes, locais, circunstanciais; e não um conjunto de normas para ser “atualizado”

    O certo é que quando nos despimos do fundamentalismo rígido e fixo, passamos a entender com mais clareza quando é que a Escritura não é a tal “letra morta”.

    E essa “letra morta” tão distorcida em alguns meios, acontece quando o pacote de normas vai de encontro à sã doutrina como entendimento do Evangelho aplicado à vida prática.

    É quando o fundamentalismo da lei esbarra na GRAÇA.

    Pois que o mesmo Deus que queremos aprisionar em nossos dogmas, foi o Deus Todo-Poderoso que se sobrepôs ao dogma judaico ao se fazer homem; o mesmo Verbo que se fez carne e habitou entre nós cheio de GRAÇA e VERDADE; o Deus Soberano que – pelo sacrifício na CRUZ -rasgou o véu do santuário DE CIMA a baixo para que TODO aquele que crê tenha ACESSO direto a Ele.

    Nesse dia em que nos desnudarmos dessa RIGIDEZ que embota os sentidos, entenderemos que os Mandamentos NADA têm a ver com exterioridades e performances, e unicamente com RELACIONAMENTO.

    O relacionamento com Deus, com si próprio e com o outrem.

    Aí então estaremos aptos a cumprir com o ministério que nos foi confiado por Jesus: o da reconciliação.

    Simples assim! E de tão simples, desconcertante! A tal ponto que o homem na sua arrogância, na sua vaidade, na sua tolice, REINVENTA, como aponta a História – de maneira gritante – desde os seus primórdios…

    NAQUELE, que não se revela em meio a legalismos,

    R.

    Ricardo

    Obrigada pelo espaço e vou ficando por aqui no quesito “dentro/em” posto que o mesmo está esgotado. E não por mim, óbvio. Mas por si só.
    A propósito, estou tirando da gaveta um texto sobre essa incrível Corinto da época, só não sei pra quando, pois um dos meus filhos vai ser operado amanhã – quinta- e mesmo que eu esteja eventualmente lendo alguma coisa, não vou ter vontade pra escrever nada, já que estarei à disposição dele.
    Deus abençõe a todos!
    R.

    • Romário N. Cardoso disse:

      Graça e Paz, da parte de Deus Pai e da de nosso Senhor Jesus Cristo.

      Olá, Regina, é com satisfação que lí o seu comentário, pontos divergentes é natural ocorrer.
      Gostaria, porém, de salientar o seguinte: é necessário estarmos atentos à gramática contida em todo texto quando assim procuramos compreendê-la. A Escritura não é exceção à regra, se assim buscamos luz para discernirmos as sagradas letras.

      Para compreendermos textos, devemos observar palavra por palavra, seu significado dentro da frase que dará estrutura compreensível em toda expressão escrita.

      Comentário seu:

      “Era uma carta ENDEREÇADA à comunidade cristã que se formava, PORÉM de cunho “extensivo” àqueles que LÁ EM CORINTO “invocavam o Nome”.

      Meu comentário:

      Acima, vemos um modo de forçar um entendimento impossível de conciliar com o texto. A igreja de Corinto era apenas “UM lugar” entre os MUITOS LUGARES onde haviam cristãos. No cap.1.2b diz: […]”Senhor DELES e NOSSO.”

      Ora, se a carta fosse unicamente para Corinto Paulo diria apenas “NOSSO”!
      “Nosso” é termo de posse e está na 1ª pessoa do plural, destarte, está incluído o autor e seu destinatário, isto é, todos os cristãos existentes dentro de Corinto, SEM EXCEÇÃO… “àqueles lá em Corinto”.

      Porém, quando escreveu dizendo “DELES”, Paulo não está falando de sí e nem da igreja que primeiramente foi enviada a carta, isto é Corinto; destarte, o ilustre apóstolo está falando daqueles que EM TODOS OS LUGARES (fora da jurisdição de Corínto) invocavam o nome do Senhor Jesus, Senhor “DELES”(Cristãos de TODOS os lugares) e “NOSSO”(Paulo e os Cristãos de e em Corinto).

      “DELES” está na 3ª pessoa, se EXCETUA Paulo e os Cristãos de Corinto. a 1ª pessoa é quem fala, a 2ª pessoa é com quem se fala e a 3ª pessoa é de quem se fala (deles).

      “Å igreja de Deus que está EM Corinto… com todos os que EM todo o lugar[…].

      “Em”(dentro de) Corinto…”EM”(dentro de) todo lugar[…]. Seria cômico dizer que TODOS OS LUGARES em que se invocava o nome do Senhor estava em Corinto.

      Seu comentário:

      “Se assim não fosse, ele não escreveria “aos coríntios” e sim uma carta aberta à população rss e estaria resolvida a questão. :)”.

      Meu comentário:

      A sua suposta “explicação” acima, não faz nenhum sentido gramaticalmente.

      Sim, está aberta e não “FECHADA” à “população” de cristãos de toda parte, EM todos os lugares.

      Há problema quando a gramática não é observada.

      No demais, prefiro não comentar ponto por ponto, apenas me ater ao assunto do tema.

      Claro que antes de elaborar a matéria já conhecia o contexto histórico da cidade de Corinto, coisa que não tem nada a ver com o mandamento do uso do véu. Isso já foi especificado em minha matéria, se é que leu.

      Que Deus vos abençoe ricamente.

      Romário

  24. Romário N. Cardoso disse:

    Sabe, estive pensando… sobre o fato de os Cristãos de todos os lugares estarem em Corinto. Afinal, a Bíblia diz “EM todos os lugares” e não “DE todos os lugares”. O sentido de ambas as expressões não são iguais, isso é patente para quem conhece um pouco de gramática da língua portuguesa.

    Caso contrário, que dizer de os cristãos “DE”(?) ou “EM” todos lugares estarem reunidos em Corinto? Por certo até alugaram “ESTÁDIO”.

    Era algum tipo de “CONGRESSO”? Quem sabe estavam todos alí para algum evento “GOSPEL”?

    Gramática… caríssima, gramática… .

    O seu argumento teria sentido se fosse “DE” todos os lugares, porém, para o sentido “Stricto Sensu” muda “Ipsis Litteris” para “Lato Sensu” quando a Escritura afirma “EM” todos os lugares invocam.

    Não precisa ser nenhum professor para compreender _ para ser sincero _ o texto claríssimo como cristal.

    Como dizem os franceses…

    Parole d’ honneur

    Romário

  25. Romário N. Cardoso disse:

    O que o uso do véu tem com “lei”???? Não há mandamento do uso do véu na lei. O mandamento foi dado pelo Senhor Jesus(1º cor. 14.37) depois de a Graça do filho de Deus ter sido implantada.

    O que o uso do véu tem com falta de amor?

    “Se alguém me AMA, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada”.Quem não me ama, não guarda as minhas palavras,”[…].(João 14.24-25)

    Ora, se na CCB aplica-se o uso do véu é exatamente por amarmos o Senhor, e não vice-versa.

    Quando aplicamos as sagradas letras como padrão de fé e conduta às nossas vidas, compreendemos que ela não é “letra morta” como que falando a um passado remoto, mas falando ao presente, isso é “letra viva” quando vivificada pelo Espírito de Deus, o mesmo Espírito que usou Paulo como instrumento para escrever o MANDAMENTO do uso do véu também tem a sua atuação na igreja para obediência e cumprimento do que foi escrito.

    Caso contrário, Paulo estaria incluído nessa sua acusação, sendo seus escritos taxado de ‘RIGIDEZ que embota os sentidos’, ‘fundamentalista’, ‘legalista’, etc., etc.,[…].

    você escreveu:

    “Lendo tal carta, sob esse prisma, essa dinâmica, esse pano de fundo plural e diversificado, torna-se simples de entender que o que Paulo determinava como norma era sempre com o intuito de proteger os “fiéis” de falsos ensinamentos que corrompiam o que ele dizia/escrevia e que NADA tinha a ver com os conteúdos DO EVANGELHO.”

    Refuto:

    Ora, se também somos “FIÉIS” somos protegidos dos “falsos ensinamentos” que “corrompem” o que ele “escrevia”.

    Para não deixar dúvida irei citar um : Será que o uso do véu ‘NADA'(?) tem ‘A VER’ com os “CONTEÚDOS” do “EVANGELHO”?

    Se alguém disser, imprudentemente, sem ler do que se trata o uso do véu, diria que… “não tem nada a ver.”

    Ledo ENGANO!

    Paulo explicou o uso do véu tendo como prisma a questão metafórica de “cabeça”(autoridade) do varão presente na igreja que é Cristo, “glória de Deus” na igreja, os “Anjos”, etc. Será que tudo isso NADA tem A VER com o CONTEÚDO do EVANGELHO?

    Com efeito, vale lembrar:

    “A Bíblia é toda revelação Divina que necessiamos. Tudo o que for revelado sem o apoio das Escrituras é falso.” (O pregador Eficaz, Pág. 72 – CPAD).

    Você escreveu:

    “Por outro lado, observe ainda que a ele não interessava que se perpetuasse o que ele disse ali como norma local e disciplinadora, posto que para ele não havia esse futurão todo 🙂

    O “tempo” para ele, era uma coisa IMINENTE!”

    As palavras não eram dele, caso contrário teremos de negar a inspiração. ele escreveu movido pelo IMUTÁVEL Espírito Santo, o “interesse” principal por trás dos Escritos paulinos eram os do Espírito que se “perpetua” como norma “disciplinadora”, para Esse Espírito há esse futurão todo.

    Pergunta que merece resposta:

    Quem é a ÚNICA CABEÇA da igreja?

    NÃO É DOUTRINA SER CRISTO O CABEÇA DA IGREJA, A ÚNICA CABEÇA DESCOBERTA EM NOSSO MEIO?

    Pois o contexto de 1º coríntios 11.1-16 está ensinando exatamente isto.

    Cristo é a única CABEÇA descoberta em nosso meio, isto é, na igreja. Esta se reúne com base na “autoridade”(cabeça) dEle, sendo a ekklêsia seu “corpo”.

    Alguém já viu um corpo com 2 cabeças?

    É por isso que a mulher deve cobrir sua “cabeça”(o homem) na igreja e o homem apresenta-se com a “cabeça”(Cristo) descoberta.

    Então, só uma cabeça está assumindo a autoridade na igreja, é esse o sentido metafórico “interno” por trás do ato “externo” de usar o véu.

    Devemos descobrir o que é que o Espírito está ensinando através do mandamento, coisa que o homem NATURAL não compreende e fica formando opniões próprias sem apoio das Escrituras.

    Bem, para mim, estou encerrando assunto neste tópico, em breve irei escrever ao irmão Ricardo com outra matéria.

    Um forte abraço fraternal a todos.

    Ps. : Oro a Deus para que a saúde da Criança operada seja restaurada. Dê um abraço fraternal nela por mim, embora não a conheça.

    Romário

    Se tem, o uso do véu também tem por ter ligação explicatido e metafóricol em todo o contexto, é nisso que Paulo se atém ao dar explicação sobre o assunto.

  26. BoriDan C. Cunha disse:

    Abaixo segue mais um esboço relacionado ao assunto, o uso do véu pelas santas de Deus.
    O Uso do Véu na Igreja de Deus que esta em Corintos.
    Seria este um mero capricho, ou um excessivo apego a um formalismo ritual? Temos aqui exatamente duas posturas, duas visões diferentes do mundo e da própria Igreja, e, portanto do seu ritual. São praticamente duas atitudes básicas diante do Sagrado. Da compreensão deste problema vai depender exatamente a verificação que o ritual ortodoxo é cheio de sentido e significado, visto que o universo simbólico da Sagrada Liturgia é preservado em todos os seus detalhes e em todo o seu rico conteúdo espiritual.
    Neste sentido, podemos afirmar que o véu tem necessariamente um sentido e dimensão que ultrapassam o uso cultural ou qualquer distinção discriminatória para com o sexo feminino.
    Por que reduzir o mistério a simples categoria sociológica, histórica, sexual ou cultural Por que se adotam interpretações racionalistas e materialistas a uma dimensão que ultrapassa o tempo e o espaço? Ou o Sagrado está para além do concreto ou não existe? O Sagrado evidentemente se expressa e manifesta no mundo, mas está além dele! Aqui começa a distinção entre a recusa do véu, numa interpretação simplista e exterior ou a segunda opção apresentada pela Ortodoxia: viver o significado do véu dentro do universo do Rito Litúrgico, cujo sentido está evidentemente para além do uso do objeto “véu”, fazendo deste um mero fim sem sentido.
    O véu seria então um símbolo, portanto um sinal através do qual somos remetidos para outro significado além dele; é um meio para ir à outra dimensão; chamemo-lo então: o sagrado. Por outro lado, o véu como elemento isolado não tem nenhum atributo especial ou mágico em si mesmo. Isto seria um erro grosseiro. Ele representa muito mais, é uma atitude, uma disposição, uma escolha.
    Neste ponto se abre uma porta por onde podemos contemplar outra realidade, porque sendo uma atitude, isto significa escolha. Se há escolha, há liberdade, então é possível compreender. Aqui entram em jogo dois atributos dados especialmente ao homem: liberdade (de escolher) e inteligência (para compreender).
    Tem importância para a mulher o uso do véu na Igreja durante a liturgia? A prática ortodoxa afirma que sim.
    O jogo litúrgico vai depender da liberdade de ir até ele e além dele, como da participação por meio da compreensão. Aqui chegamos à questão principal. Tem importância para a mulher o uso do véu na Igreja durante a liturgia? A prática ortodoxa afirma que sim – como se dá e porque é importante. O primeiro ponto é que reconhecendo o véu como símbolo, não se pretende esgotar todos os seus significados, porque não tem apenas um significado, mas vários, muitos… Podemos aqui sugerir alguns:
    1. DEUS CRIOU O HOMEM E A MULHER, MACHO E FÊMEA OS CRIOU!
    Deus criando o mundo como uma coisa unida, integrada; dentro da criação, no entanto, há duas polaridades que vão realizar uma Unidade. O homem complemento da mulher e vice-versa, um precisa do outro. Como pode então um ser superior ao outro, se cada um precisa do outro? Na criação há outras dualidades: céu e terra, dia e noite, que correspondem também ao homem e à mulher numa relação integrada, harmônica. Portanto dentro da criação cósmica, cada polaridade tem seu lugar próprio, o equilíbrio do próprio Universo depende disso!…
    Se a liturgia é uma celebração cósmica, esta vai conter os elementos que o próprio Deus estabeleceu e são chamados à Liturgia da maneira que Deus os criou: Homem e Mulher, cada um na plenitude do seu próprio sexo, porque cada um à sua maneira reflete a própria Unidade da Criação Esta distinção deverá ficar bem clara e estabelecida na Liturgia, onde cada um é chamado a assumir sua posição no mundo como homem ou mulher.
    2. CRIOU O CÉU E A TERRA
    Céu e Terra se complementam, o céu está em cima e a terra embaixo, o homem “cobre” a mulher; isto não significa superioridade de um sobre o outro, apenas lugares diferentes. Se a mulher vai representar a própria terra que é fecundada e coberta pelo céu, na Liturgia a mulher vai cobrir sua cabeça, pois está diante de Deus, não diante dos homens!
    3. A VIRGEM MARIA/MULHER
    Na saudação do anjo Gabriel a Maria, para comunicar-lhe que seria a Mãe de Deus na terra, Deus escolhe uma mulher, claro! E aqui fica definido qual é a relação da humanidade, e especialmente da mulher, diante de Deus. O anjo lhe diz: “O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra”. A mulher, portanto, diante de Deus, é receptiva e não passiva, posto que ela aceita, a vontade dela disse sim. “Faça-se em mim conforme sua palavra”. O véu vai significar claramente a aceitação da palavra de Deus.
    A mulher é naturalmente mais receptiva que o homem. Tem já o dom de gerar filhos; isto a torna co-participe na criação do mundo. Ela recebe o filho, isto não é nada passivo, muito pelo contrário. A mulher, portanto é coberta por Deus, é um ser potencialmente mais “espiritual” que o homem.
    4. A MULHER E A MATERNIDADE DE JESUS
    Uma mulher e não um homem é a pessoa que vai conhecer melhor o Cristo. Ela já o recebe no sim ao anjo! A partir disto Jesus vai crescendo dentro dela, é no seu interior que vai se desenvolvendo; ela então tem uma relação íntima, estreita como ninguém jamais a teve. O Espírito Santo a cobriu e ela concebeu; tudo se passou dentro dela, no maior mistério. Vemos sua barriga, sabemos que está grávida, mas não sabemos como é. É um mistério, está oculto – o mundo moderno quer descobrir tudo, nada escapa a isso, mesmo o Sagrado tem que ser exposto.
    Na Liturgia Ortodoxa, o Santuário é separado dos fiéis e em dois momentos fecha suas portas aos olhos dos fiéis: na Proskomídia (Preparação das oferendas) que representa a vida oculta ou anterior de Cristo no mundo, e na Comunhão do Clero. O véu nas mulheres é a lembrança permanente dentro da Igreja daquilo que não vemos, que é mistério, está perto, mas está encoberto por um véu.
    5. O VÉU DO SANTUÁRIO DE DEUS.
    O Santuário e sua porta representam a entrada (a Porta, o Cristo) ao Céu, que é coberto por um grande véu. Aqui na terra, portanto, um véu nos separa – do mistério da vida que está para além da porta que é o Cristo. Só o Espírito Santo nos faz enxergar para além do véu e do mistério; é necessária muita fé, a fé que a Virgem Maria nos ensina, a fé da mulher que espera um filho e vê nele um futuro distante.
    A mulher representa a espiritualidade, ou seja, a receptividade a Deus para entrar com Cristo para além do véu e da porta do Santuário.
    Portanto, o véu não é impedimento algum, mas confiança, fé e esperança de ir além dele para encontrar o Cristo. A mulher com véu vai representar a fé em algo que não vemos, está simplesmente encoberto!
    6. MARIA/MULHER, O SIGNIFICADO DA IGREJA.
    Deus escolhendo Maria para Mãe de Cristo e Maria aceitando, se a torna mesma o modelo de todos os cristãos, homens e mulheres. A Igreja é uma mulher, é o Corpo que recebe o Cristo. Encarnando aqui na terra Cristo se faz [carne]. Ele é concreto. Em Maria, a Mãe-Igreja, é que recebemos o Cristo, gerado pelo Espírito Santo. A Igreja santificada e pura vai conhecer o Cristo intimamente, de dentro. Isto só é possível pelo mistério, não pode ser explicado, analisado, apenas vivido de dentro, como uma Mulher-Mãe-Maria o vive.
    Se Maria é a Igreja onde Cristo nasce, o Cristo é a cabeça da Igreja, dirigida espiritualmente por ele; é a mulher com a cabeça coberta, porque coberta por Cristo, vai nos ensinar a fazer todos a sua santa vontade.
    O véu será submissão a Cristo, e não aos homens […] Então a mulher aceita amorosamente se entregar a Cristo, aceitando que Ele a cubra.

    BoriDan.

  27. Romário N. Cardoso disse:

    Prezado BoriDan C. Cunha, o nobre interlocutor foi feliz no que escreveu:

    “O véu será submissão a Cristo, e não aos homens […] Então a mulher aceita amorosamente se entregar a Cristo, aceitando que Ele a cubra.”

    Respondendo:

    Essa afirmação feita é verdadeira, pois em a mulher cobrir a “cabeça”(autoridade do homem), indica que a submissão única reconhecida no culto é unicamente para a autoridade de Cristo.

    Nenhuma criatura divide com Cristo esta honra, pois foi Ele quem morreu e se entregou pela Igreja que é seu corpo. Correspondendo a este amor do Esposo a Igreja se entrega a Ele reconhecendo-o como “cabeça”(autoridade) sobre sí. Isso só é compreendido pelo mistério da fé.

    Tão fácil assim de compreender e tanta confusão se fazem pelo mundo afora acerca de algo revelado e explicado pela própria Escritura.

    Paulo, além de entregar o ensino também explica a razão daquilo que é ensinado; a função de cabeça e a glória que cada um representa no contexto cristão.

    Estes ensinos sacros só são entendidos pelo Espírito Santo e não pelo intelecto humano que se contradiz.

    A Santa Paz de Deus.

  28. Laércio Xavier disse:

    Excelente explicação irmão Romário. Numa conversa ( graças a Deus amena ) com alguns parentes ( uma delas minha prima, evangélica de outra deniminação ) uma tia minha ( católica ) me perguntou : A doutrina da CCB é do velho testamento ? resposta : A doutrina da CCB é toda do novo testamento. E esta minha prima evangélica me perguntou principalmente sobre a oração de joelhos e o uso do véu. Na minha conversão li o novo testamento inteiro, não tendo dúvidas que a doutrina da CCB é a mais correta ao que ” DETERMINA ” a graça ( NOVO TESTAMENTO ), após a lei ( VELHO TESTAMENTO ). Muitos pregadores ( outras denominações ) para arrebanhar ora jovens, ora ricos, adaptam a Bíblia à atualidade dizendo que o uso do véu por exemplo era costume da época ( NOVO TESTAMENTO ) E PREGAM O DÍZIMO ( VELHO TESTAMENTO ). Se for assim qual dos dois é mais antigo ?????? Sem contar a TEOLOGIA DA PROSPERIDADE QUE DEVE ESTAR ESCRITO NUMA BÍBLIA QUE EU NÃO CONHEÇO. Parabéns irmão pelo texto. No artigo CCB é 100 fiz um comentário que é quase um testemunho. Sou de Curitiba, Paraná, minha comum é na Santa Amélia. A Paz de DEUS .

  29. Oi, Nossa muito bem explicado esse texto, deveriamos se preocupar em seguir os mandamentos de Deus, e não coisas escritas por tradição ou costumes ou simplesmente para diferenciar das outras, Deus deu os 10 mandamentos, e Jesus seguiu todos se somos imotadores de cristo, e a unica coisa q vai valeu para entrar no ceu é guardar od mandamentos de Deus e a Fé em Jesus Cristo, isso esta escrito em apocalipse, creio que saiba o vers. e cap. pos falou tão bem sobre o Véu, e tambem verif. mateus cap.5/17 e 18, se realmente Jesus veio ensinar outro mandamento….

  30. Romário N. Cardoso disse:

    Graça e Paz da parte de Deus nosso Pai e da de nosso Senhor Jesus Cristo.

    Olá, silvia!

    Na realidade, Deus deu 613 mandamentos (365 proibições e 248 recomendações)e, não somete 10.

    Neste caso…devemos guardar os 613 mandamentos da Torah?

    Vejamos os dois grandes mandamentos da Lei(que não se encontra no decálogo):

    “E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.
    Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
    E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.”(Marcos 12.29,30,31)

    Se Deus deu apenas 10, como ficam estes dois grandes MANDAMENTOS que não se encontram no decálogo?

    Portanto, caríssima, não se constrói edifícios sem base, pois a base dos 613 mandamentos da torah é o… AMOR!

    Como temos o amor de Deus em nosso coração, por amor a Ele obedecemos ao que o mesmo Senhor nos ensina, nada mais que isso. O uso do véu faz parte desse ensino, caso contrário, não estaria IMPERATIVAMENTE na Bíblia.

    Se cremos que a Escritura é a Palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo, devemos estar atentos a TUDO o que o Espírito Santo nos ensina e ordena, afinal, TODA A ESCRITURA É INSPIRADA POR DEUS:

    “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;
    Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.”(II Timóteo 3.16,17).

    Não obstante, devemos nos ater ao tópico supra.

    Bendito seja haSHEM.

    Shalon Adonay

  31. Alef Muard disse:

    O véu?
    É uma burca, simplesmente uma burca imposta autoritariamente ás mulheres por um Bando de machistas travestidos de senhores de deus (com letra minúscula mesmo), uma vergonha que a humanidade ainda carrega em seu seio, pedantes!!!

    • Romário N. Cardoso disse:

      Burca?(rsss)
      O nobre debatedor nem sabe a implicação estapafúrdia contida nesta sua afirmação eixegética…

      Primeiro procure se inteirar, cuidadosamente, em o que acabou de escrever, seus escritos ‘explicativos’ são para lá de pueril, contraditório, inócuo…

      Dispensa-se até mesmo meus comentários em uma análize mais detalhada.

      • Alef Muard disse:

        Para “bom” entendedor meia palavra basta: burca é uma imposição machista, assim como o véu, quanta besteira viu…quanta energia gasta em vão, vão trabalhar pra fazer o bem a alguem vão!

  32. Alfredo Gan disse:

    Senhores, ainda hoje se discute isso? Li tanta coisa nos posts falando da lingua grega, escritura cristã, tradução grega, gramática grega…..Já se deram conta de que a fé de Avraham é hebraica? a escritura é hebraica? a tal escritura cristã de Paulo foi baseada na Torah que é hebraica? que a lingua usada é a hebraica? que a cultura que permeia todo o texto é hebraica? Falam tanto do véu….véu pra lá, véu pra cá….E o sábado que vocês não observam? E ainda esperam que judeus aceitem esse Messias que quebra o Sábado do Eterno? Fiquem esperando…..com véu ou sem véu!

  33. Romário N. Cardoso disse:

    Prezado Alfredo Gan,

    Em primeiro lugar, te agradeço pelo seu “comentário”.

    No entanto, digo-lhe o seguinte:

    1) Se “isso” já foi discutido no passado, porque não “hoje”? Afinal, é isso mesmo o que o nobre interlocutor está fazendo… “discutindo”!

    2) A fé de Avraham, a Escritura hebraica e em tudo o que permeia a cultura hebraica foi que nasceu Yeshua haMashyach. Muitos judeus creram nele, os primeiros discípulos eram judeus; e, como os da sua nação o rejeitaram (Isaias 53) as palavras da salvação foram enviadas aos “estrangeiros”(Atos 28.23,28) e isso já havia sido previsto ( Isaias 65.1).

    3)Sobre a pessoa de Yeshua haMashyach, é maravilhoso o que revela as quatro consoantes hebraicas(já que fala tanto da língua hebraica)examinando-as uma por uma…já investigou o significado de cada letra do Tetragrama, e o que revelam?

    Bem, vejamos:

    יהוה

    A primeira letra da direita é י (yod), que em hebraico siginifica ” MÃO “;
    A segunda letra é ה (He), significando em hebraico ” FURO “;
    A terceira consoante é ו (Vav), cujo significado é ” PREGO”;
    A quarta letra é ה (He), que significa “FURO”!

    Reunindo as quatro consoantes do Tetragrama temos a seguinte expressão nas letras:
    יהוה : “Aquele cuja mão tem furos de prego”, apontando para o sacrifício de Cristo na cruz.

    No mais…

    Shalom.

    Romário N. Cardoso

  34. Romário N. Cardoso disse:

    É salutar o significado espiritual por trás do ato de Jesus, de mostrar as mãos ao dizer: ” Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos”…(João 20.27). Este ato do Senhor, além de afirmar ser Ele o ressurreto, também apontava em figura, para o Tetragrama:”MÃO” (yod) possui “FUROS”(He + He) de “PREGO” (Vav); isto é יהוה

  35. Romário N. Cardoso disse:

    Veja neste link, há uma matéria jornalística que diz o seguinte… “RABINO RECONHECE JESUS COMO SALVADOR”; confira:

    http://jahmusic.vilabol.uol.com.br/jornalismo/21052007.htm

  36. Romário N. Cardoso disse:

    Veja o que você escreveu, Alef Muard:

    “Para “bom” entendedor meia palavra basta: burca é uma imposição machista, assim como o véu, quanta besteira viu…quanta energia gasta em vão, vão trabalhar pra fazer o bem a alguem vão!”

    Agora a minha resposta: Meu caro Alef Muard…
    há uma mega diferença entre a tal “burca” e o véu ensinado por Paulo em 1°Cor.11.1-16. O nobre debatedor, além de “bom entendedor”(?) parece desconhecer a inócua implicação em tal silogismo.

    “Besteira” é associar véu com burca. Eu, diferentemente de você, não preciso fazer economia usando apenas “meia palavra” em um debate; portanto, não se preocupe com minha “energia”. Conheço a minha Fonte de energia(Yeshua haMashyach) o que me dá segurança suficiente em saber que não corro o risco de algum suposto… apagão!

    Que eu sei, todos aquí “trabalhamos” e ainda ajudar os necessitados… não obstante, sobra-nos tempo para o estudo das ciências sociais, conhecimento necessário nos relacionamentos humanos…

    Shalom.

    • Alef Muard disse:

      Vocês não aceitariam a liderança de uma mulher, por isso às mantêm afastadas, obrigadas a usar o véu como forma de mostrar a autoridade do homem, do macho, do varão. É uma forma inteligente de assegurar o poder, homens de uma lado, mulheres de outro, elas marcadas pelo véu, eles livres para controla-las.

      • Romário N. Cardoso disse:

        Bem, a Torah permite à mulher exercer o ministério do ensino no “templo”?
        O Brit haDashah não permite. Prezado, pelo teu raciocínio parece ser um neófito em interpretar texto; a matéria supra não diz nada disso, pelo contrário… o uso do véu é uma forma simbólica de expressar a autoridade do homem “coberta” na igreja, e não de “mostrá-la”. O fato do homem não cobrir sua “cabeça”( que é Yeshua) está mostrando neste simbolismo que é a autoridade de Yeshua à mostra, predominando na Igreja, e não a do homem. Todos nos reunimos debaixo da autoridade de Yeshua, é isso o que a mulher estará demonstrando ao cobrir sua cabeça que é o homem.

        Em obediência a tal ensino, somente uma cabeça estará à mostra: Yeshua haMashyach.

        Antes de questionar o significado que já demonstrou desconhecer, leia primeiramente a matéria e depois opine… caso contrário, estarás atirando palavras sem conexão com o tópico, palavras inócuas. Leia, e só então use palavras embasadas, sólidas.

        Que a shalom de Yeshua haMashyach, da parte de hashem seja contigo.

  37. Alef Muard disse:

    O mundo avança:

    Assembleia Nacional da França aprova proibição de burca em público

    Homem que obrigar mulher a usar o veu será multado em 30 mil euros. Espanha e Bélgica também estudam adotar leis semelhantes.

    Cobrir o rosto não condiz com o ideal de IGUALDADE entre mulheres e homens, nem com a tradição secular do Estado francês.

    • Romário N. Cardoso disse:

      Alef Muard… veja o que o nobre debatedor escreveu:

      “Cobrir o rosto não condiz com o ideal de IGUALDADE entre mulheres e homens, nem com a tradição secular do Estado francês.”

      Bem, agora eu passo a te responder:- As tuas palavras estão sendo atiradas no escuro, ninguém aquí defende em a mulher cobrir o ROSTO…

      Por favor, meu querido, leia a minha matéria e…ah! não se esqueça que no início ela tem a figura de uma mulher com a cabeça coberta como ilustração da minha matéria. Não sabia que as mulheres judias usavam “burca” quando oram a haShem… elas cobrem o rosto?

      Sabe, eu pensava que você era judeu.

  38. Romário N. Cardoso disse:

    E mais…

    Quando a mulher cobre a cabeça no culto, está indicando com isso que ambos, homem e mulher só reconhecem uma cabeça descoberta…Yeshua haMashyach, o cabeça da igreja de Deus.

    Nisso, homem e mulher se igualam diante de haShem.

    Doutro modo, veja só a desigualdade:

    Cabeça do homem descoberta na igreja: É Cristo.
    Cabeça da mulher descoberta na igreja: É o homem.

    Temos aí, DUAS “cabeças/autoridades” descobertas na igreja, o homem e Cristo!

    TRÊS glórias descobertas na igreja:

    1º) O homem é a imagem e glória de Deus;
    2º) A mulher é a glória do homem;
    3º) Pelo fato de a mulher não cobrir a cabeça, seus cabelos compridos ficarão descobertos, a Escritura diz que o cabelo COMPRIDO para ela lhe é uma “Glória”.

    Portanto, prezado intérprete, é por isso que a mulher cobre a cabeça, pois somente uma glória e uma autoridade deve estar descoberta na igreja, a glória de Deus e autoridade de Cristo. Aí sim, temos uma igualdade entre o varão e a varoa, ambos se sujeitam a uma glória e uma autoridade nesse simbolismo de a mulher cobrir e o homem estar com a cabeça descoberta.

    Bendito seja haShem…

  39. A PAZ Romário!

    É uma pena que na CCB a doutrina do véu e tão capciosa, e isso que ausa tamanah confusão e discussões intermináveis. Passo sempre no Blog para complementar o conhecimento e para colher material para minhas pesquisas e fico impressionado como esse assunto “dá pano para manga”!! rsrs! Contudo parece o irmão ser o único que segue essa doutrina, pois na CCB poucos sabem dar explicações plausíveis.

    Aceitável essa maneira do uso do véu: Desassociar autoridades de ambas as pessoas dentro da igreja para dar ênfase a única autoridade da igreja, JESUS. O que seria uma maneira simples de explicar o uso do véu e um ato de amor para com Deus, mas não é a forma como vem sendo ensinado e praticado. O que existe é uma escravidão. Como é o caso do pano de prato que citei em outro comentário.

    Assim, o que os teus interlocutores falam acaba tendo razão quando vamos as extremos do machismo e costumes. Logo há de convir que é verdade se for ensinado dessa forma, e há essa intenção na CCB por parte de alguns que não entendem a razão do uso do véu.

    Que pena se ficar só no costume!!!

    Parabéns por criar um debate inteligente. Contudo lute para que as pessoas que estão sendo ludibriadas e alienadas à ideologias “interesseiras” sejam libertas e realmente e amem o próximo, adorem a Deus e o sirvam.

    Cresçamos!!!

    Um abraços!

  40. Romário N. Cardoso disse:

    Shalom, meu querido…

    É…esse assunto “dá pano na manga”, com certeza(rsss).

    É verdade, poucos dão explicações plausíveis sobre o assunto. Isso me faz lembrar do povo de haShem na Antiga Brît, que, embora desconhecessem a profundidade de determinados assuntos imperativos na vida do povo, praticavam.

    Somente ha’elohim possue o saber absoluto e as razões por trás de cada ensino. Se nos orienta a praticar, cabe a nós como servos obedecê-lo, sabemos que sempre há uma causa que pode estar acima da nossa compreensão; sempre é para o nosso bem, para sua honra e para sua glória.

    Fica com Deus, meu querido.

  41. Então, Romário, quando vai me escrever?
    Faça-me uma visita no meu blog: homolitteras.blogspot.com

    Gosto de be debater com você!

    Fique na Paz!

  42. jonas de barros lima disse:

    Sobre o véu vejam tal assunto. Minha esposa que é da ccb disse que antes de ser da ccb era católica.
    Essas são as palavras da minha esposa que é da ccb: antigamente eu estava diante de uma imagem na igreja católica orando e pranteando muito, quando acabei fui para casa e notei que tinha sido curada de um problema de pulmão que tinha desde criança. Notou ai alguma coisa diferente em relação ao véu? Vou explicar do jeito que falei a minha esposa. Meu amor essa besteira de usar o véu é bobagem. Você tem a resposta para esse uso do véu e se faz de cega? Se DEUS foi capaz de visitar a sinceridade do teu coração dentro da igreja católica debaixo de uma imagem de escultura sem véu é porque, mesmo enganada pelo padre DEUS atendeu o teu clamor, tua oração sincera. Completei dizendo: será que DEUS só ouve a tua oração se você colocar o véu? Ela tentou se explicar mesmo tendo a resposta em sua própria vida ficou em duvida porque não o ancião ou cooperador da ccb então eles não acreditam. Veja: Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o homem ter cabelo crescido? Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu. Veja meu amor que quando Paulo se direciona ao homem ele faz uma pergunta e para mulher Paulo dá uma afirmação. Para a mulher o cabelo é o véu. Todo esse simples assunto que os membros da ccb faz tanta questão resume neste simples versículo: (Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.) nós temos que ver quem representava as igrejas de DEUS naquele tempo, (Paulo e os apóstolos). Paulo disse quem quer perder tempo com besteiras e bobagem que percam seu tempo, porque Paulo e os apóstolos não se pegavam muito a costumes bestas. Isso tudo é só costume faz quem quer, só não podemos dizer se a mulher não usar o véu sua oração não será ouvida ou não será salva. O que move o coração de DEUS é: (Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. Salmos. Cap. 51 / vers. 17) (Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. João. Cap. 4 / vers. 23). Se der a oferta da caridade, oferta da piedade, oferta da construção, oferta de viagens, coletas, fazer o osculo, sentar separados, usar véu, orar só de joelhos, dizer só paz de DEUS for o motivo da minha salvação e porque esta ruim para muita gente

  43. Romário N. Cardoso disse:

    Foi dito pelo colega Jonas de Barros Lima:

    “Paulo disse quem quer perder tempo com besteiras e bobagem que percam seu tempo”.

    Respondo: Pois , é! E paulo que ensinou tantas ‘besteiras'(?) sem nexo, não é mesmo? Pior ainda, quem inspirou ele a escrever essas ‘besteiradas'(?) estava perdendo tempo com ‘bobagens'(?), não é mesmo?

    Sabe, fico pensando… não sei porque o nobre interlocutor perde seu tempo com as ‘bobagens'(?) escritas aquí. Será que é porque tem tempo de sobra? Um abraço, meu querido e… não perca tempo respondendo as estas…’bobagens'(?) ensinadas pela Escritura, não é mesmo? suas opiniões pessoais tem mais valor…

  44. NO SITE http://WWW.ASSEMBLEIACRISTADOBRASIL.BLOGSPOT.COM
    HA DADOS HISTORICOS, ARQUEOLOGICOS, TEOLOGICOS, LINGUISTICOS E UMA POSTAGEM SOBRE VARIAS IGREJAS EM QUE AS MULHERES USAM VÉU

  45. […] texto a seguir é uma edição do post original “O fundamento do uso do véu” enviado por Romário Cardoso, que consistiu em melhorar a visualização para facilitar a […]

  46. Magdalena disse:

    A PAZ DE DEUS aos irmãos em CRISTO;Atraves do Espirito Santo de DEUS ;O apostolo Paulo explicou tão detalhado sobre o véu;gostei muito da explicação do ir.ROMARIO ;Agradeço mais uma vez ao ir.BEREIANO por entrar no seu blog ;atraves dessa oportunidade ,tambem DEUS da-me a graça de lembrar a´ todos ;o que Paulo escreveu 1;corintios cp 11 v;5;MAS TODA A MULHER QUE ORA OU PROFETIZA COM A CABEÇA DESCOBERTA DESONRA A SUA PROPRIA CABEÇA .É´COMO SE ESTIVESSE RAPADA .;;;;;;; V;6 PORTANTO SE A MULHER NÃO SE COBRE COM VÉU TOSQUIE-SE TAMBEM Mas se para a mulher é coisa indecente tosquiar-se ou rapar-se que ponha o veu……………..queira por gentileza conferir na BIBLIA .PAULO ; EU na minha opinião ele foi ate ironico mandando cortar tudo e rapar tudo ,,,,,,,,mas ele estava ao mandado do CRIADOR ”””””” E DEUS É´DEUS. SE caso fosse só´o cabelo ele poderia ter falado enrrola o cabelo pra cima ,vai cobrir a cabeça; põe o cabelo aqui ou acola .NÃo ;; DEUS deu a Paulo tudo certo .Uma explicação MARAVILHOSA ;;;;;;;;Não posso entender tantas indecisões a respeito do ´VÉU??? QUE E MARAVILHOSO USAR É´ Agora quando nós mulheres estamos na rua em um onibus no nosso carro em qualquer outro lugar; o cabelo comprido nos foi dado em lugar de VEU,,,,,GLORIA A DEUS .CLAMAMOS A DEUS EM QUALQUER LUGAR E ELE NOS HOUVE . COMO ja disse sirvo a DEUS NA CCB ;;;E SOU GRATA ADEUS POR PETENCER A ESSA FAMILIA MARAVILHOSA ; Irmaos não olhemos nem a direita nem a esquerda so´a JESUS AUTOR E´CONSUMADOR DA FÉ ;; GOSTO MUITO DE LER AS ESCRITURAS E MEDITAR NELA , ELA E UM MAPA SEM IGUAL E´ UMA BUSSULA PARA O PERDIDO .NAO ADIANTA DECORA -LA ELA POSSUI TODOS OS TEMPEROS , SO TEM UM POREM PEÇA A QUIA AO NOSSO PAI QUE ESTA NOS CEUS QUE ATRAVES DO ESPIRITO SANTO COLOCARA O TEMPERO FINAL ;JESUS EM NOSSAS VIDAS ; ELE DISSE SEM MIM NADA PODEIS FAZER AMEM”””””””””””””AMAI-VOS UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI …………APDD

  47. A paz de Deus a todos
    Para resumir tudo, acho q todos concordaram com o exposto sobre o véu, e chegado o conhecimento do uso do véu porque não obedecer?
    Outros irmãos opinaram para não dar muita ênfase a tal mandamento, porque o Senhor jesus quer o coração, CONCORDAMOS, mas chegado o conhecimento do uso do véu porque não obedecer?
    Outra irmã opinou q qdo era da CCB usava saias compridas, cabelos compridos e tudo q era comprido…e se libertou disso…Bom, se continuar a usar trajes decentes, acho q não tem nada de mal…..o duro é transformar igrejas em desfiles de modas…saias curtas, vestidos transparentes, degotados….

    Deus abençõe

  48. Então isso significa que as mulheres cristãs que não usam o véu já estão condenadas? Sou da CCB, porém, não concordo com o uso do véu porque as irmãs utilizam esse costume para demonstrar superioridade. Muitos membros acreditam que somente a CCB será salva pq as mulheres usam o véu. Vc concorda com isso?

  49. Romário N. Cardoso disse:

    Não, irmã Damaris, significa que as mulheres que não usam o véu estão desonrando o seu “cabeça”, isto é, o homem (sendo ele a glória de Deus). Assim, a glória de Deus está sendo desonrada. O texto não está tratando de salvação ou condenação, mas da ordem na adoração pública, a algo cúltico.

    Nosso Deus não é de desordem e/ou confusão. O fato de a irmã “não” concordar era o mesmo que estava acontecendo em Corinto, as mulheres estavam em atos de rebelião ao mandamento do Senhor e contendiam quanto ao uso do véu. O proceder divergente do uso do véu em Corinto, estava diferenciando aquela igreja de todas as demais igrejas de Deus. Razão de Paulo cortar tais pensamentos contrários ao que o Espírito ensinava, com as seguintes palavras:

    “E se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.”(1 Cor11.16).

    Mas… A que costume ele dizia não possuir as igrejas de Deus? Ao costume de a mulher orar e profetizar com a cabeça sem véu, ao costume de questionar ensinamentos inspirados. Esse costume, de fato, não possuia as igrejas de Deus.

    Não servimos a Deus pelos nossos conceitos pessoais, quem assim procede, está servindo a si mesmo. Quem possui a mente de Cristo renuncia a seus próprios conceitos e/ou opiniões para pensar como a palavra ensina. Tudo o que Deus ensina revela um propósito espiritual, sabemos que é para o nosso bem, para sua glória.

    Quem vive no espírito, pensa pelo espírito e procede pelo ensino do Espírito.

    Isso não é para demonstrar ‘superioridade'(?), mas sim, para demonstrar obediência a um mandamento divinamente instituído.

    Somos servos de Deus, e não de pensamentos antagônicos a Ele.

    Sola Scriptura.

    • Irmão Romario A Paz de Deus,esta materia do uso do véu é maravilhosa muito bem explicada ,tinha muitas duvidas e curiosidade e agora não tenho mais duvidas e gosto de ler e reler,nunca ouvi este ensinamento a respeito do véu na Igreja,Deus que te abençoe com as bençaos do céu-chamo-me Jurandir sou da cidade Vinhedo-sp-minha comum é a central-gostaria de conhece-lo ,talvez um dia Deus preparará, e a Paz Deus,Deus vos abençõe caro irmão junto com sua familia.

      • Romário N. Cardoso disse:

        Amém!

        Irmão Jurandir, envie um e-mail para mim no seguinte endereço: sakaledah@yahoo.com.br

        Não se esqueça, de fazer o pedido de meu livro, que eu vou enviar em anexo para o seu e-mail. Esta matéria que o irmão viu acima, não é a atual. Eu fiz uns acréscimos melhorando e ampliando ainda mais. Meu livro é devidamente registrado.

        Estou aguardando seu e-mail e de tantos quantos desejarem meu livro.

        Deus abençoe.

        Romário N. Cardoso

  50. Demetrius Rodrigue disse:

    3. Doutrinas Da Congregação Cristã no Brasil:
    Ao analisar o pensamento doutrinário da Congregação Cristã no Brasil, temos a impressão de que seus líderes criaram um Evangelho segundo a CCB. A maioria de seus adeptos defendem o pensamento errôneo de que a salvação só é possível na sua própria Igreja: “A gloriosa Congregação”. Desenvolveram inconscientemente a doutrina da auto-salvação, ou da religião salvífica, e conseqüentemente, por tabela o monopólio da salvação, com todos os direitos reservados à CCB, uma espécie de “copyrigth”.
    a) Sobre o estudo da Bíblia.
    A CCB ensina que o Espírito Santo dirige tudo, e não é necessário se preparar, examinar ou meditar nas Escrituras Sagradas. Sem dúvidas, o Espírito Santo opera poderosamente na vida de sua Igreja, mas isto não significa que devemos desprezar o estudo das Escrituras. É uma postura que desvirtua um dos propósitos de Deus, que é o exame de sua Palavra. “Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detêm no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite”. ( Sl 1.1); Veja ainda 2 Tm 2.15; Sl 119.105; Pv 7.1-3; Dt 6.6-9; 1 Tm 4.13; 2 Tm 4.13; Pv 9.9; Sl 119.9-16; Sl 19.7-8; Sl 1.1-2. Essas referências já são suficiente para provar que o pensamento da CCB é contrário a Palavra de Deus. Os membros da CCB não conhecem a Palavra de Deus e fazem questão de dizer que não sabem para dar a entender que tudo que falam provém do Espírito Santo. Uma atitude completamente contrária a de seu fundador.
    b) Sobre o Batismo.
    A CCB não conhece a Batismo efetuado por ministros do Evangelho de outras denominações, mesmo que seja por imersão em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo ( Mt 28.19). Na verdade não dá para concordar com a maneira ou forma pela qual ela ministra nas águas às pessoas sem preparo algum, todavia não desmerecemos tal batismo, mas reconhecemos que sua validade depende mais do batizado. A CCB diz não reconhecer o Batismo de outras denominações pelos seguintes argumentos: “o batismo de outras denominações cristãs está errado, porque utilizam a expressão “eu te batizo”. A CCB entende que ao dizer “eu te batizo” é a carne que opera e o homem se coloca na frente de Deus. “O Batismo só é válido se efetuado com esta fórmula: Em nome do Senhor Jesus te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. “O Batismo da CCB purifica o homem do pecado”. Parece que a CCB, além de não conhecer a Bíblia, desconhece também, a língua portuguesa. Que diferença há em dizer: “Eu te batizo” ou “Te Batizo”. O sujeito não está oculto? Além do mais, se, pelo fato de utilizar a expressão “eu te batizo”, estivermos aborrecendo a Deus , então João Batista teria ofendido a Deus, pois ele dizia “eu vos batizo com água…” Será que a CCB acha que João Batista era carnal e se colocava na frente de Deus?
    c) Sobre o uso do véu para as mulheres.
    Se a CCB tivesse adotado a prática de suas mulheres usar o véu, mas não condenasse as que não usam, não teríamos nada a dizer. Convém salientar que o uso do vestuário no culto, tal como véu, chapéu, roupas etc, depende de cada cultura , pois “os costumes se alteram e as exigências também”: Essa questão do véu transformou-se em polêmica por parte de alguns, mas, porém, basta estudar a questão cultural dos orientais paras se perceber que é apenas um costume local.

    4. Outros erros doutrinários da CCB
    De acordo com o exposto, a CCB não suportaria um exame sério das Escrituras, fato característico das seitas; porque sua interpretação foge às regras da hermenêutica sagradas. Tudo que acontece nessa Igreja está relacionado ao sentimento. É sempre necessário sentir para se realizar alguma obra ou até mesmo para orar por alguém. Essa teologia do sentimento afasta o homem de Deus e da Bíblia, como prova sua própria história.
    a) A Saudação da CCB.
    A CCB nos acusa de saudar com a “paz do Senhor”. Citam para justificar esse conceito a seguinte expressão: “devemos saudar com a paz de Deus, e nunca com a Paz do Senhor, porque existem muitos senhores, mas Deus é só um. Essa acusação da CCB se desfaz em pó com somente um versículo que Paulo escreveu na primeira carta aos Coríntios 8.5,6, que diz: “Porque, ainda que haja também alguns que se chamam deuses, quer no céu como na terra( como há muitos deuses e muitos senhores). Todavia para nós há um só Deus, Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por Ele”. A CCB não consegue entender que quando saudamos com a paz do Senhor estamos saudando com a paz do nosso grande Senhor Jesus Cristo. Conf. Jo 14.27.
    b) O Ósculo Santo.
    A CCB insiste em adotar costumes orientais, muitos deles registrados na Bíblia, como é o caso do ósculo santo, pensando com isto estar em posição espiritual superior à dos outros. Esse é um costume que perdura até hoje no oriente. O ósculo era uma maneira comum de saudar no oriente, muito antes do estabelecimento do cristianismo. Tem servido igualmente como parte da expressão judaica em suas saudações, tanto nas despedidas como também na forma de demonstração geral de afeto. Ver Gn 29.11; 33.4. Também parece ter sido um sinal de homenagem entre os israelitas conf. 1 Sm 10.1. O ósculo dado aos ungidos de Deus, por semelhante modo, parece ter-se revestido de significação religiosa, o que também se verifica entre outras culturas. Quando Paulo recomendou que se saudasse uns aos outros com ósculo santo, simplesmente estava falando de um costume existente. Caso fosse no Brasil, certamente seria mencionado o aperto de mão ou o abraço. Essa é uma questão cultural, que também não é compreendida pela CCB.
    c) O Dízimo:
    CCB da a César o que é de César, mas quando é para dar a Deus inventam muitos argumentos e obstáculos. Ensinam os Anciãos da CCB que o dízimo é da lei e que é maldito e hipócrita aquele que dá e aquele que o recebe. A Bíblia ensina que o dízimo é santo; a CCB ensina que é profano. A Bíblia ensina que o dizimo é do Senhor (Lv 27.30); a CCB ensina que o dízimo é para ladrões. Jesus não condenou a prática do dízimo (Mt 23.33); condenou, sim, os hipócritas que desprezavam os principais preceitos da Lei de Deus, mas não condenou o dízimo praticado até pelo pai dos crentes, Abraão.( Gn 14.20). O Autor da epístola aos Hebreus falou sobre a prática do dizimo na atual dispensação. ( Hb 7.8-9).

    • Num Fala Merda amigo… fica copiando coisas de outros site, esse nem é o assunto do blog, que ignorancia tremenda, credo….

      • Amigo, muitos querem ser dono da verdade, mas está escrito, A Verdade é Cristo ela te libertará, é só crer Nele, andar segundo Êle, não tem nessessidade de polêmica para ter a salvação da alma para a vida eterna, Crê no Senhor Jesus,
        e terás a vida eterna!!!!

    • Demetrius,
      Desculpe a sinceridade, viu?!
      Mas quanta bobagem ‘em nome de Deus’…

  51. Marcelo Victor disse:

    Sugiro o seguinte video, que trata com bastante clareza do assunto: https://www.youtube.com/watch?v=nA1HgTQI98o

  52. Considero bastante esclarecedor as explicações, e fico feliz em saber que o zelo de Deus é presente no nosso meio, oque é enfatizado no final das escrituras (apocalipse) nada acrescentar e nem diminuir,se cumpre entre nós, porém aqueles que são obstinados sempre se cercam de outros argumentos segundo oque lhe apraz como quando apóstolo diz que as igrejas de Deus não tem o costume de ser contencioso, ou seja depois de discorrer e embasar de forma ampla o dever do véu alguém consegue enxergar pela sua obstinação a redução da importância do mandamento que ele próprio não pretendia se sujeitar. A falta de imparcialidade e o fato de muitos ter sua própria concepção do texto não os deixa enxergar oque Deus revelou a nós da CCB, e a pergunta é isto interfere na salvação? Para aquele que desconhece talvez não, mas para o que sabe e não obedece deveria no mínimo perguntar a Deus como fez Paulo no caminho pra Damasco, ” o que queres que eu faça?”.

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