É ler para crer!

A Congregação Cristã no Brasil tem nas reuniões de Jovens e Menores a versão mais aproximada de uma escola bíblica. Os ‘recitativos’, que são uma apresentação oral fracionada de um capítulo, auxiliam na consulta e mentalização de textos bíblicos. Essa metodologia cumpre bem seus objetivos junto as crianças, que pelo manuseio vão familiarizando-se com a Bíblia, já com a mocidade os resultados ficam aquém dos seus propósitos. Tanto que instituiu-se debates bíblicos uma vez por mês nessas reuniões.

Porém, salvo em algumas localidades, onde por perícia dos cooperadores de jovens tem-se alcançado bons resultados, o simplismo das perguntas têm reduzido esses debates a meras interpretaçãoções de texto onde a reflexão, quando existe, é pouca. Contudo, não podemos julgar os cooperadores de jovens, pois tais debates exigem uma habilidade que muitos, por não terem recebido o devido preparo, não dispõem.

Face a isso, acostumada com as ‘praxes’ e ‘costumes’ da igreja, a mocidade acaba sem motivação à leitura bíblica. Felizmente essa situação vem mudando, mesmo que de modo não satisfatório.

Estou inaugurando o meu blog incentivado por muitos que compartilham comigo a devoção pelas Escrituras Sagradas, com o objetivo de incentivar esta prática ‘bereiana’ aos meus irmãos em Cristo, propondo suprir a carência de uma escola bíblica.

Desse modo, semanalmente, estarei postando alguns textos/aulas que, espero eu, possam servir como objetos de reflexão no estudo bíblico.

Participe, ore e divulgue.

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Comentários em: "Apresentação e Objetivo" (6)

  1. Francisco da Costa Oliveira disse:

    Nobre irmão a paz esteja contigo, eu gostei muito do seu trabalho, que Deus o abençoe e continui iluminando sobre vários assuntos que devemos exclarecer à nossa irmandade da CCB.

    Eu, em nome das nossas irmãs musicistas, vos peço, faça uma matéria ou um vídio que divulgue a volta destas heroínas à orquestra da CCB.

    Vamos batalhar encima das palavras do santo batismo da CCB, para que haja uma correção mais precisa, não é justo que nós pagamos o erro dos irmãos do passado;

    O ministério já admitiu que estão preocupados sim com a nossa cobrança, se não estiversem preocupado, jamais teriam abrido o baú do passado e trazido este tópico de ensinamento de 1.969 a tona, tentando exclarecer à irmandade de onde saiu as palavras do santo batismo.

    Pois todos nós sabemos que não é verdade, pois o ir. Francescon não foi batizado com estas palavras e em 1.969 ele já tinha morrido e jamais teria escrito aquele tópico de ensinamento.

    SE MATEUS 28;19 É A ORDEM E ATOS 2;38 O MANDAMENTO DO SANTO BATISMO, VAMOS EXIGIR DO MINISTÉRIO DA CCB QUE NOS BATIZEM NO NOME DO SENHOR JESUS CRISTO,amem, sem mencionar a ordem; como todos os santos cristãos foram batizados, amem? Deus seja louvado.

  2. Jeferson disse:

    ApdDeus

    Belo trabalho irmão Ricardo.
    A leitura da biblia e essêncial para a nossa irmandade ainda mais com alguns ensinamentos que andam surgindo.

    Deus abençoe.

  3. Francisco da Costa Oliveira disse:

    SANTA CEIA, PÃO E VINHO EM CÁLICE INDIVIDUAL!

    O Ministério da Congregação Cristã nunca proibiu o uso moderado do vinho. Todo o bom cristão tem que ser temperante, ter domínio próprio, e distinguir o que é exagero. Como cristão jamais devemos dar motivo de escândalo. Na Congregação é ministrado na Santa Ceia vinho de boa qualidade.

    Quando um evangélico italiano, espanhol ou português vem ao Brasil, ou quando um brasileiro vai a Portugal, um dos pormenores que conflitua é o problema das bebidas alcoólicas e do vinho em particular. No Brasil o crente protestante não pode tocar num copo de vinho, enquanto em Portugal o vinho é visto com naturalidade e está presente nas igrejas evangélicas, embora certamente que se condena o abuso do vinho assim como se condena o abuso da comida.
    Esta diferença de atitudes tem uma origem histórica, pois o Brasil foi evangelizado em sua maioria por missionários americanos, cuja tradição os proibia de beber vinho.

    A Congregação foi fundada por italianos e portanto não havia essa proibição, porque o vinho faz parte da cultura italiana.
    Por um lado, temos de ser compreensivos para com os protestantes, pois vinham duma cultura sem tradição vinícula, enviados por igrejas que não sabiam diferenciar o verdadeiro vinho, do whisky, cachaça ou outras bebidas destiladas com elevado teor alcoólico e ao chegar ao Brasil, onde a igreja matriz nos EUA esperava que fundassem uma igreja que fosse uma cópia fiel da matriz americana. Mas encontraram um povo em que o alcoolismo era um dos principais problemas. A sua reação foi certamente a continuidade da tradição americana, que tinham aprendido desde crianças, que o crente não pode beber. O protestantismo espalhou-se em todo o Brasil, principalmente entre a classe mais humilde, que nunca questionou tais ensinos em face das Escrituras.

    No entanto, no presente a situação está a mudar. Os evangélicos protestantes cresceram em número e em maturidade e já questionam as tradições que receberam.
    Segundo informações obtidas junto a comunidade judaica no Brasil, quase toda a bebida alcoólica que se fabricava em israel na época de Jesus era vinho genuíno, vinho de uvas, que eram colhidas maduras e transportadas em cestos para o lagar escavado em rochas, com cerca de 2 a 3 metros quadrados de superfície e 40 a 50 cm de profundidade. Pelas descrições que obtive, penso que não seriam muito diferentes da Itália, Espanha e Portugal , embora os antigos lugares de fabricação de vinho, já não funcione devido a outros métodos mais modernos e mais rentáveis que os tornaram obsoletos.

    As uvas eram pisadas e o suco da uva, para empregar a expressão mais utilizada no Brasil, embora o termo mais correto seja o mosto, escorria para uma vasilia ou outro compartimento de menores dimensões. Penso que este sistema se manteve praticamente inalterável há milênios, pois já era assim no antigo Egito, antes de Israel existir como nação. Nos nossos dias é foi alterado com relação a equipamentos somente em grandes produções, mas quanto a essa parte, o melhor é pedir a colaboração de quem sabe, que com certeza não são os teólogos fundamentalistas, mas especialistas no assunto.
    De um deles tive a confirmação que, tal como nos nossos dias, pois as leis da química e da biologia não mudaram, o mosto sofria a fermentação alcoólica, dando origem ao vinho e este, após a fermentação acética dava origem ao vinagre. A palavra Grega “oxos”, ou a hebraica “homes”, tanto podia designar vinho como vinagre.
    A expressão mais utilizadas, que é traduzida por vinho, é a palavra hebraica “yayin” equivalente à palavra grega “oinos” e a palavra latina “vinus” que deu vinho em nossa língua. Essa palavra aparece em Gênesis 9:21; 19:32, onde pelos seus efeitos, não há dúvidas de que era mesmo vinho que foi consumido descontroladamente.
    A Bíblia de Jerusalém traduz por “vinho doce” dando a idéia dum inicio de fermentação alcoólica. Mas não há dúvida de que o vinho velho, já fermentado era o mais apreciado, segundo vemos no próprio evangelho de Lucas 5:39 onde aparece a expressão grega mais utilizada “oinos”.
    É evidente que a maior utilidade do vinho o “yayin” do Antigo Testamento ou o “oinos” do Novo Testamento, era a bebida do pobre embora houvesse outros tipos de vinhos a custos mais elevados, só acessíveis a uma minoria.

    Há no entanto, várias passagens em que o vinho era utilizado como medicamento. É o caso de Lucas 10:34, na parábola do bom samaritano, em que este deitou azeite e vinho nas feridas. Temos também em I Timóteo 5:23 o caso de Paulo aconselhar Timóteo a beber um pouco de vinho por causa das suas enfermidades.
    No Antigo Testamento, encontram-se passagens que determinavam as ofertas de vinho dedicadas ao Senhor, em Êxodo 29:40; Levíticos 23:13; Deuteronômio 14:26, onde aparece a mesma palavra “yayin” que serviu para embebedar a Noé em Gênesis 9:20, a palavra que aparece, quer isolada, quer associada a outras palavras.
    Também Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus altíssimo, tantas vezes citado como um exemplo digno de se segui, quando se fala no dízimo, em Gênesis 14:18 trouxe pão e vinho “yayin”.
    Em várias passagens encontram-se referências ao pão, vinho e azeite, as bases da alimentação no Antigo Testamento.
    Vejamos em primeiro lugar o que é possível conhecer sobre o vinho no contexto cultural em que o Senhor Jesus viveu, em que havia uma secular tradição vinícula.

    No Israel dessa época, havia os que exageravam no consumo do vinho e outra bebidas de teor alcólico muito mais elevado, e havia também os que se abstinham do vinho, como era o caso dos recabitas, uma comunidade sectária que levava a vida nômada e não praticava a cultura da vinha nem qualquer tipo de agricultura, como vemos em Jeremias 35:12-15.
    Lendo os evangelhos atentamente e sem preconceitos, temos de concluir que Jesus bebia vinho normalmente, como bebiam todos no seu contexto cultural.
    É verdade que em Mateus 11:19, Jesus é acusado de ser comilão e beberrão.

    Vemos que a palavra utilizada no grego é “oinos” e beberrão poderia ter sido traduzido por bebedor de “oinos”. Claro que não podemos aceitar esta acusação. O que deve ter acontecido, é os seguidores de João Batista imaginarem um Messias do tipo de João Batista, e quando viram que Jesus em vez de se isolar no deserto ou no interior do Templo, procurou aproximar-se dos pobres, sem fazer distinção alguma, ficaram escandalizados. E ainda mais escandalizados ficaram, ao ver Jesus a beber com os pecadores e logo o acusaram de beberrão. Isto ainda acontece nos nossos dias com esses “santarrões” que se afastam do homem pecador e também querem confinar Jesus ao seu reduzido espaço que consideram sagrado.
    A Bíblia apresenta várias passagens em que se alerta para o abuso do vinho. Encontramos esses avisos em I Corintios 5:11 e 6:10; Gálatas 5:18; I Pedro 4:3.

    Se ainda tivéssemos dúvidas sobre as acusações em Mateus 11:19, estas passagens seriam suficientes para concluirmos: Não há nenhuma passagem na Bíblia em que se proíba o vinho. Encontramos passagens em que se alerta para o abuso do vinho, o que de certa maneira vem demonstrar que o vinho era utilizado pelos primitivos cristãos.
    Por Vezes, quando se levantam questões um tanto incômodas para os nossos “entendidos teólogos conservadores”, quando há falta de argumentos, é comum dogmatizar determinados comportamentos na base da repressão.

    O exame das Escrituras é demasiado importante para que possamos confiar em quem quer que seja, muito menos nos teólogos ditos americanos, pois a história da Igreja , tanto no passado como no presente, está cheia de exemplos de como a Bíblia tem sido deturpada, por vezes até com boas intenções, por pessoas que pensaram estar prestando um bom serviço à Igreja do Senhor. A melhor maneira de salvaguardar esses desvios doutrinários, é a Bíblia ser interpretada por aqueles a quem o Senhor se dirigiu, ou seja pelo próprio povo cristão. Afinal, como se diz, de boas intenções o inferno está cheio!
    Há pastores evangélicos no Brasil que desconhecem o contexto cultural em que Jesus viveu, dizem que Cristo não utilizou vinho fermentado ao instituir a Santa Ceia na Última Ceia, pois esta se fez em agosto e setembro e eles estavam na época da páscoa (14 de abib) que corresponde ao mês de abril, e o fato do Êxodo 12:14-30 proibir que, nesses sete dias da festa pascal, houvesse fermento nas casas dos judeus. Este argumento, não toma em consideração a época e a cultura, pois a fermentação do vinho nunca na Bíblia foi considerado como fermento, e segundo a comunidade judaica, também pelos próprios judeus, nunca foi considerado fermento e mostram claramente que toda a ênfase é colocada nos pães asmos.

    Quem comesse pão levedado na época da páscoa, de acordo com os judeus, seria “cortado” ou “Eliminado” de Israel, uma forma de se referir à pena de morte. É verdade que o Antigo Testamento por vezes fala no fermento associando a impureza e ao pecado, mas Jesus não deu apoio a esta velha idéia sobre o fermento, quando em Mateus 13:33 compara o próprio Reino de Deus com um pouco de fermento. É bom lembrarmos que a Ceia do Senhor não é uma comemoração da páscoa judaica: Não se fala do cordeiro pascal e os elementos centrais são o pão e o vinho. Isso, sem falar que um dos primeiros milagres de Jesus, pelo menos é o primeiro que ficou registrado, encontra-se em João 2:1-12, foi Jesus transformar a água em vinho. A palavra que aparece nos versículos 3, 9, 10, nas cópias dos manuscritos em grego, não é “gleukos” nem “tirosh” que possam ser traduzidas por mosto, mas é a palavra “oinos” que significa vinho, o verdadeiro vinho de uva, já fermentado.

    Mesmo quem não souber grego, pode procurar as palavras no texto em grego que junto a seguir, onde esta assinalada a palavra “oionos”, para que todos possam conferir esta informação. O texto é bem claro. Neste milagre, Jesus transformou a água em vinho. A palavra “oinos” não deixa margem para dúvidas. Devemos aceitar o verdadeiro Cristo dos Evangelhos, que se alegra com o seu povo, que compreende os seus que reconhecem a sua voz, como as ovelhas ouvem a voz do seu pastor.

    Dois mil anos separam do nosso Mestre, que todos ansiamos por contemplar naquele dia. Damos graças a Deus, em primeiro lugar, pela preservação dos textos Bíblicos, em especial dos evangelhos, Alguns pastores repressores dão informações sobre o nosso Mestre, mas por vezes, quando os ouço apenas, tenho a sensação de estar perante uma velha estátua que foi construída há dois mil anos, mas que presentemente já está suja pelo tempo e pelos excrementos dos pássaros. Há muitas tradições, produtos da mente humana, que foi acrescentada à Escrituras, por vezes por motivos econômicos, como o caso das indulgências e outros exemplos. Estas tradições foram introduzidas nas igrejas por teólogos que pensaram “ajudar” o Senhor, acrescentando suas convicções pessoais ao Evangelho, pensando ingenuamente que Deus necessitava da sua ajuda para retificar ou completar a sua revelação ao homem. O desafio que o Senhor coloca perante todos estes protestantes, é o de jogar fora a velha estátua e seu evangelho massificado, para tentar chegar as origens, ao tempo em que Jesus apresentou o seu Evangelho. Buscvar o apostolado primitivo.

    Peço sempre que o Espírito Santo me guie para separar do verdadeiro Evangelho, tudo que é sabedoria humana, por vezes medieval do obscurantismo católico, ou tradição e erros do protestantismo, com origem em contextos culturais que nada tem a ver com os nossos e muito menos com esse Senhor Jesus, QUE SE MANIFESTOU HÁ 2.000 ANOS, NUM PAÍS POBRE DA Ásia menor, chamado Israel.

    Espero que o texto alcance a compreensão de vida de todos, cujo objetivo e desmistificar fábulas faladas e espalhadas ao bel prazer de pessoas que não tem prazer na alegria,
    Deus abençoe a todos. Foi pesquizado pelo o ir.
    Jonatas Sálvio e reeditado pelo o ir. Oliveira.

    PS: Lembrando algo muito importante: Vinho é bom e saudável, mas bebam com muita moderação e com a mente nos ensinos do Novo Testamento que nos diz para não nos embriagarmos. Somos servos de Deus e não beberrões!

    Adaptado da Fonte: “Estudos Bíblicos sem Fronteiras teológicas”-Camilo Coelho
    Coraboração: Ângela Faria, membro da Igreja Batista da Maceira,
    Portugal,
    Dr. Isaque Pereira também membro da mesma igreja,
    Dr. Orlando Caetano professor de grego e hebraico.

    Fonte de Consulta para confirmação:
    Comunidade Israelita de Recife
    Bíblia da Jerusalém
    Bíblia Sagrada – João Ferreira de Almeida
    Escrituras Gregas
    Dourinas e Ensinamentos da Congregação Cristã no Brasil

  4. Francisco da Costa Oliveira disse:

    Continuação:

    Eu assisti um dvd de uma denominação Israelita, a CINA, onde mostram os verdadeiros Judeus que aceitaram a nova aliança do sangue do Senhor Jesus Cristo, pregando a santa ceia exatamente como eram nos dias do Senhor Jesus, com o pão e o vinho em cálice individual e a posição do batizado inversa ao da CCB.

    O ministro coloca as mãos nos ombros do batizando e este se ajuelha dentro do rio até a completa imersão, evitando assim a mão do presbítero do Senhor, perto dos seios das irmãs .Segundo as palavras da bíblia sagrada, não existe insentivo a se abuzar da bebida, mais não é proibido se tomar um cálice de vez enquando, amem? Deus seja louvado.

  5. vilma ferreira disse:

    Muito boa essa ideia, irmão. leitura e estudo da Biblia é necessária a existencia espiritual do crente.

  6. bereiano disse:

    Comentário de Emerson Luis
    Postado em “A CCB é 100”, redirecionado para “Apresentação”.

    Bom dia. Gostei do seu blog e já ia adicioná-lo nos links do meu. Porém, percebi que você colocou no seu blog o link do site extestemunhasdejeova.blogspot.com.

    Você já analisou a atitude geral do autor deste site? É óbvio que ele possui consciência pesada e quer justificar-se. É evidente que ele é contra toda e qualquer autoridade espiritual e possui uma atitude arrogante e rebelde.

    Veja neste posto em que ele publica a história de um sujeito que supostamente descobriu que a Bíblia é falsa. Veja os comentários também. Criticar os supostos erros de um grupo religioso é algo, rejeitar a Bíblia e o cristianismo é outro.

    http://extestemunhasdejeova.blogspot.com/2007/04/depoimentos-de-ex-testemunhas-de-jeov.html

    Observe também os comentários perspicazes deste outro link e como ele reage:

    http://extestemunhasdejeova.blogspot.com/2007/03/dupla-viso-das-testemunhas-de-jeov.html

    Criticar ocasionalmente alguma prática ou ensino é algo, viver em função de combater determinado grupo religioso é outro. Ele claramente possui consciência perturbada. Acredito que você reprova essa atitude e esse desprezo pela Bíblia e pelo cristianismo. Então não deveria apoiá-lo deixando o link.

    Criticar a religião dos outros não prova que a sua está correta. Durante décadas a Assembléia de Deus criticou pesadamente outros grupos religiosos (incluindo a CCB) para projetar uma imagem de união e harmonia interna, mas parece que muitos assembleianos finalmente aprenderam que esta atitude é errada e sustentável, que o correto é reconhecer e corrigir os erros internos em vez de ficar apontando para os supostos erros dos outros grupos. E agora é a CCB que vai começar com essa jogada de “apologética”?

    Em vez de criticar as Testemunhas de Jeová e contribuir para a divulgação de informações improcedentes a respeito delas, o mais digno seria tirar lições delas. Ou pelo menos ignorar as TJ e se concentrar na limpeza do próprio quintal.

    Acredito que você vai refletir sobre isso e deixar de apoiar esse sujeito. Espero colocar o link do seu blog no Iluminadores.

    Veja também:

    http://responsabilidadecrista.blogspot.com/

    http://iluminadoresnomundo.blogspot.com/2009/04/traducao-1-os-mormons-estao-perdidos.html

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